ESTADOS D'ALMA
NÃO HÁ ESPECÍFICAMENTE UM ESTADO D'ALMA; SENÃO, SÓ 5 NÍVEIS, OU SEJAM, CINCO CAMADAS DE CONSCIENCIA.
Não existe um número exato ou consenso universal para os "estados da alma", já que o termo depende da perspectiva filosófica, religiosa ou psicológica adotada. Na literatura e na psicologia, entende-se como uma variação dos sentimentos.
As principais abordagens incluem:
A alma divide-se em 5 níveis ou camadas de consciência: Nefesh, alma animal, Ruach, espírito, Neshama, respiração/alma superior, (do hebraico נְשָׁמָה) significa "sopro" ou "alma". Na tradição judaica e na Cabala, representa o nível mais elevado e divino da alma humana, sendo considerada uma centelha pura de Deus inserida em cada indivíduo, essência vivente, e Yechidá, unidade com o divino.
No Estoicismo, Filosofia: A alma virtuosa possui três bons estados, eupatheiai, que são Alegria, Cautela e Desejo.
Na Psicologia, Carl Jung: Os estados de alma são vistos como as manifestações naturais de sentimentos e as polaridades da psique humana.
Na Arte e Literatura: O conceito é frequentemente explorado como uma multiplicidade de emoções humanas e vivências poéticas, assim como refletido no clássico livro de poesias Estados Da Alma da autora brasileira Gilka Machado.
Para compreender esses conceitos no dia a dia, muitas abordagens espiritualistas propõem o estudo das leis de transformação íntima, como os ensinamentos abordados nos centros de estudos espiritualistas.
Nephesh.
Ruach.
Neshamá.
Chayá.
Yechidah.
REPETINDO:
Nephesh (נֶפֶשׁ) é uma palavra hebraica bíblica frequentemente traduzida como "alma". Seu significado original difere da concepção grega de uma alma imaterial, referindo-se literalmente ao "fôlego", à "garganta" ou ao "ser vivo" em sua totalidade.
Ruach é uma palavra hebraica (רוּחַ) que significa vento, sopro ou espírito. É um termo central na teologia bíblica frequentemente associado ao "fôlego de vida" ou ao Espírito Santo (como em Ruach Elohim), representando a força vital em movimento que conecta o divino à Terra.
Neshamá (do hebraico נְשָׁמָה) significa "sopro" ou "alma". Na tradição judaica e na Cabala, representa o nível mais elevado e divino da alma humana, sendo considerada uma centelha pura de Deus inserida em cada indivíduo.
Chayá (do hebraico חַיָּה, "essência vivente" ou "sopro de vida") é o quarto dos cinco níveis da alma na filosofia mística judaica da Cabalá. Ele representa um aspecto transcendente de consciência divina, focado na intuição espiritual, na unidade cósmica e na conexão direta com a essência de Deus.
Yechidah (do hebraico "única" ou "singularidade") é o nível mais elevado e profundo da alma na tradição judaica e na Cabala. Representa a centelha divina dentro do ser humano, focada na essência, na singularidade e na união absoluta com o Criador.
Ruach é uma palavra hebraica (רוּחַ) que significa vento, sopro ou espírito. É um termo central na teologia bíblica frequentemente associado ao "fôlego de vida" ou ao Espírito Santo (como em Ruach Elohim), representando a força vital em movimento que conecta o divino à Terra.
Neshamá (do hebraico נְשָׁמָה) significa "sopro" ou "alma". Na tradição judaica e na Cabala, representa o nível mais elevado e divino da alma humana, sendo considerada uma centelha pura de Deus inserida em cada indivíduo.
Chayá (do hebraico חַיָּה, "essência vivente" ou "sopro de vida") é o quarto dos cinco níveis da alma na filosofia mística judaica da Cabalá. Ele representa um aspecto transcendente de consciência divina, focado na intuição espiritual, na unidade cósmica e na conexão direta com a essência de Deus.
Yechidah (do hebraico "única" ou "singularidade") é o nível mais elevado e profundo da alma na tradição judaica e na Cabala. Representa a centelha divina dentro do ser humano, focada na essência, na singularidade e na união absoluta com o Criador.
Bendito e Louvado seja Deus e o Homem de boa vontade. Amém!
PAI DO NOSSO SENHOR
JESUS CRISTO.
O MESSIAS.