A CRIANÇA E A LEI DA RAZÃO
Uma criança desde o seu nascimento até uma idade de dois a tres anos, começa falando o infantílico, língua pronunciada sob trocadilhos do alfabeto que, também às vezes é inesplicável ou inintendível; e depois passa para o gentílico, sem quase nada perceber-se, e fala muito! Mas, bem pouco, as pessoas ligam para o que ela diz, e ela continua falando.
Ela costuma não falar o que sabe, sobre o que realmente quer; mas por que será? Será por que é apenas inocente, humilde, compadecida ou pacata! Não.
A criança não é nada disso! Todas as crianças, exceto as não totalmente saudáveis, desde o seu recém-nascimento até cuja idade pré-infantil, é na realidade o tempo de ser incompreendida, e isso magôa, inclusive os recém-nascidos; por isso é que é descartada a possibilidade, de quando dizem: os bebês nada sabem! Isso é conversa pra boi dormir.
A criança é um ser humano irrequieto, tão sòmente pela sua prudência não ser correspondida, de acordo com a sua mesma faculdade.
Conforme a exatidão do pouco que ela mesma adquire, porta-se simplesmente sábia, na sua evolução intelectual; primeiro, obedecendo em seu mundo, apenas a lei da razão; segundo, porque ela não sabe, mas, distintamente, a criança sente que essa lei está ou se encontra codificada em sí... assim como se sabe que ela se codifica nos gens de toda a humanidade; mas, só prevalece na quase totalidade dos seres humanos, até os sete anos, ou aproximadamente oito anos no máximo! Por ser meramente o número complementar da morte, ou seja, o algarismo da fatalidade; e daí em diante a criança começa mentalizar a realidade através dos fatos.
As crianças abaixo dessa faixa etária, na verdade - não sonham em favor delas mesmas; mas, sempre devaneiam com magnificência, e quase sempre - dentro de um padrão moral muito elevado! Como se queiram externar alguma coisa de um passado distante, e na verdade, verbalmente não conseguem por motivo de manipulação generalizada dos adultos; principalmente, daqueles que os rodeiam e os influem com as banalidades do seu próprio tempo destrutivo.
Homens ou mulheres que ultrapassarem os oito anos de idade, sem serem burlados genèticamente no seu teor original; todas as virtudes da razão, óbviamente permutam-se para o centro psicológico dessas pessoas, e se por sorte elas não forem nanificadas por controvérsias ; lògicamente, essas criaturas humanas serão popularmente sábias, ou pelo menos semi-sábias até a morte.Isto significa serem: honestas, compreensivas, sensatas, amorosas, compadecidas, fraternas, inteligentes e até mesmo prematuramente inocentes... Só que pelo outro ângulo, essas pessoas agem com tanta austeridade que, se não nos tornarmos um pouco mais perito nesse mesmo assunto, é capaz de pensar-se que, elas não passam de algozes e autoritárias; mas, não é nada disso! É que esse tipo de gente obedece apenas a lei da razão, quero dizer, a lei de Deus - através da própria natureza, pela qual elas se orientam e respeitam a vida, e os costumes de cada povo.
Portanto, a lei da razão é uma ordem suprema para elas, assim como devia ser para todos; mas, mesmo assim ninguém deve desobedecê-la, porque sempre aquele que a desobedece, está simplesmente adquirindo uma pena para sí, ou para quem estiver no porví da sua genitude; contanto que alguém do seu mesmo d'n a, vai ter que pagar - se por aventura voce ficar devendo.
quinta-feira, 1 de dezembro de 2011
quarta-feira, 30 de novembro de 2011
A ROTINA (................................)
ORIGENS DA CONDUTA HUMANA
Origens da conduta humana. A inocência tem um aptidão divino para seletar os fatos e analisá-los, mesmo antes que o ser humano se dê conta do que está fazendo; uma criança saudável, desde o momento em que nasce, até aproximadamente oito, nove ou dez meses, ela passa esse tempo todo, catalogando informações inconscientemente; não pròpriamente numa jornada inútil, mas, como se nada escape do seu auditivo, visão e tato, quando toca alguma coisa, inclusive o olfato. Tudo que ela consegue captar, é como se poupe e refine para se colocar na reserva, e depois usar em um investimento futuro; então, se queles que possìvelmente se responsabilizarem por ela, forem de um meio moralmente civilizado, não tenha dúvida: cuja criança ao reconhecer o seu nome será honesta e honrada, e tão logo se desenvolverá psicofìsicamente, conforme todos aqueles que a amam e respeitam; principalmente aquele que a julgar como responsável supremo, tendo em mente o pai, a mãe, ou qualquer outro que não a tenha abandonado em momento algum da sua existência.
Já a inocência do ser humano adulto, é um pouco mais diferente, mas, mesmo assim não deixa de ser uma inocência; quando um cidadão além dos dezoito anos, se leva pelas insinuações alheias e cai numa emboscada criminosa, muitas vezes, não porque tenha um instinto perverso, e sim porque alguém o fez crer em sua conduta saldosa; esses ainda são fáceis de sairem dessa penitência danosa... Talvez porque a sua inocência ainda o faz crer em qualquer coisa! Mas, aqueles que estão abaixo dos dezoito, é muito difícil para se retirá-lo das más companhias; torna-se um tanto quanto penoso para ele, como também para quem o ama.
Pois o adolescente quando se contamina com o vírus da ilusão mundana, só muito esforço, calma e fé, para que se possa desviá-lo dos malditos e principais surtos; e isto é o que se pode chamar de Peste Moderna, mesmo já tendo a idade dos mais antigos faraós; e é uma pena! Porque os antigos egípcios, usavam tais coisas ainda não bem apuradas, mas era só - os que necessitavam disso, e era em prol da ciência; afòra isso, ninguém mais tinha acesso, senão os escravos e os servos que beneficiavam os kauípcios. Infelizmente hoje em dia o mundo inteiro e as demais idades, já conhecem várias e malditas cicutas que, entre tanta química, suas overdoses passaram a ter um efeito fatal; e assim como a ciência alucigenosa teve o seu início na Mesopotâmia, faça-se votos para que tudo volte ao seu princípio.
Da incompreensão nascem os males modernos, e um alto número desses males, vêm assolando uma grande parte dos povos; principalmente os mais jovens, e como todos os crimes se universalizam, e qualquer uma pessoa de responsabilidade se preocupa com isso, menos os grandes mandarins do sub-mundo do crime.
Origens da conduta humana. A inocência tem um aptidão divino para seletar os fatos e analisá-los, mesmo antes que o ser humano se dê conta do que está fazendo; uma criança saudável, desde o momento em que nasce, até aproximadamente oito, nove ou dez meses, ela passa esse tempo todo, catalogando informações inconscientemente; não pròpriamente numa jornada inútil, mas, como se nada escape do seu auditivo, visão e tato, quando toca alguma coisa, inclusive o olfato. Tudo que ela consegue captar, é como se poupe e refine para se colocar na reserva, e depois usar em um investimento futuro; então, se queles que possìvelmente se responsabilizarem por ela, forem de um meio moralmente civilizado, não tenha dúvida: cuja criança ao reconhecer o seu nome será honesta e honrada, e tão logo se desenvolverá psicofìsicamente, conforme todos aqueles que a amam e respeitam; principalmente aquele que a julgar como responsável supremo, tendo em mente o pai, a mãe, ou qualquer outro que não a tenha abandonado em momento algum da sua existência.
Já a inocência do ser humano adulto, é um pouco mais diferente, mas, mesmo assim não deixa de ser uma inocência; quando um cidadão além dos dezoito anos, se leva pelas insinuações alheias e cai numa emboscada criminosa, muitas vezes, não porque tenha um instinto perverso, e sim porque alguém o fez crer em sua conduta saldosa; esses ainda são fáceis de sairem dessa penitência danosa... Talvez porque a sua inocência ainda o faz crer em qualquer coisa! Mas, aqueles que estão abaixo dos dezoito, é muito difícil para se retirá-lo das más companhias; torna-se um tanto quanto penoso para ele, como também para quem o ama.
Pois o adolescente quando se contamina com o vírus da ilusão mundana, só muito esforço, calma e fé, para que se possa desviá-lo dos malditos e principais surtos; e isto é o que se pode chamar de Peste Moderna, mesmo já tendo a idade dos mais antigos faraós; e é uma pena! Porque os antigos egípcios, usavam tais coisas ainda não bem apuradas, mas era só - os que necessitavam disso, e era em prol da ciência; afòra isso, ninguém mais tinha acesso, senão os escravos e os servos que beneficiavam os kauípcios. Infelizmente hoje em dia o mundo inteiro e as demais idades, já conhecem várias e malditas cicutas que, entre tanta química, suas overdoses passaram a ter um efeito fatal; e assim como a ciência alucigenosa teve o seu início na Mesopotâmia, faça-se votos para que tudo volte ao seu princípio.
Da incompreensão nascem os males modernos, e um alto número desses males, vêm assolando uma grande parte dos povos; principalmente os mais jovens, e como todos os crimes se universalizam, e qualquer uma pessoa de responsabilidade se preocupa com isso, menos os grandes mandarins do sub-mundo do crime.
terça-feira, 29 de novembro de 2011
A ROTINA (................................)
DESCONFIANÇAS E PRECAUÇÕES
Desconfianças e precauções. Todos os amigos, por bons, justos e leais que eles sejam; sempre cada um, tem o seu inimigo declarado, e pode ser oculto ou público, e nem Deus escapou dessa verdade. Nenhum combate sobre a face da terra, seja lá ele qual for, basta ser materialmente comandado pela força brutal, ou manobrado pelo poder inteligente da ideologia, se arrisca dá trégua a um adversário que não se identifique com os seus objetivos; porque prudentemente sábio é aquele que, mesmo sabendo da sua eficiência de força e sagacidade, jamais se julga invencível.
Por isso nunca se sabe de tudo que existe pelo outro lado, assim como qualquer estranho também receia atacar quem não o conhece; portanto, enfrentar um opositor desconhecido, mesmo que seja integrado legalmente ao se comando - por convite ou afirmação expontânea no seu forte. nunca se pode abrir-se-lhe o peito confiàvelmente; e isso não quer dizer que seja um modo para se dispensar as possíveis ajudas, mas, sim. uma ligeira tomada de precaução, contra diversas possibilidades de impáctos inesperados, consequentemente no futuro.
Com tudo isso que agente observa cara-a-cara no dia-a-dia, ainda existe uma preocupação enorme, em certas pessoas que graças a Deus, ainda se portam num nível de boa dignidade, como por exemplo: o bom governo de um país social democrata, de um estado; um município; um distrito; uma comunidade ou um lar dessa mesma natureza, ou de qualquer um outro grupo de pessoas humildes e pacatas; assim como o cidadão chefe de família, o executivo de uma empresa conceituada; inclusive alguns presidentes de sindicatos, e outros da ordem de jurisdições populosas; todos eles temem, e difìcilmente se aventuram confiar seus cargos a um outro qualquer, mesmo que ainda indicado por um pouco mais da maioria do seu próprio povo...
Justamente, pelo fato de que as decisões devem ser tomadas e observadas no mínimo, por um praso de noventa dias; sob pena deles mesmos, estarem se colocando numa cadeira de réu, como genocidas ou simplesmente inadimplentes na ordem e no bem-estar da coletividade social de que são inteiramente responsáveis; mas, para que o chefe de um desses tipo de comando, como exatamente um desses que me refiro aquí, aja dessa forma, é preciso que ele seja uma pessoa idônea, e mùtuamente vivida em meio ao seu povo; porque do contrário essa pessoa se tornará vulnerável, quanto qualquer outra que, nem conheça, e respeite profundamente os anceios e as atitudes dos seus sub-líderess, ou seja, os mais próximos assessores.
E para que na verdade não aja contra-tempo nesse tipo de transição, é preciso que, quem quer que seja o futuro responsável por mais de uma pessoa, necessita que as ame e primorosamente respeite essas pessoas que, literalmente as lidera sobre as suas orientações, e para que isso realmente aconteça, não é preciso que seja um idealizador comunista, ou nenhum ditador - seja ele civil ou militar, e sim, apenas um ser humano.
Desconfianças e precauções. Todos os amigos, por bons, justos e leais que eles sejam; sempre cada um, tem o seu inimigo declarado, e pode ser oculto ou público, e nem Deus escapou dessa verdade. Nenhum combate sobre a face da terra, seja lá ele qual for, basta ser materialmente comandado pela força brutal, ou manobrado pelo poder inteligente da ideologia, se arrisca dá trégua a um adversário que não se identifique com os seus objetivos; porque prudentemente sábio é aquele que, mesmo sabendo da sua eficiência de força e sagacidade, jamais se julga invencível.
Por isso nunca se sabe de tudo que existe pelo outro lado, assim como qualquer estranho também receia atacar quem não o conhece; portanto, enfrentar um opositor desconhecido, mesmo que seja integrado legalmente ao se comando - por convite ou afirmação expontânea no seu forte. nunca se pode abrir-se-lhe o peito confiàvelmente; e isso não quer dizer que seja um modo para se dispensar as possíveis ajudas, mas, sim. uma ligeira tomada de precaução, contra diversas possibilidades de impáctos inesperados, consequentemente no futuro.
Com tudo isso que agente observa cara-a-cara no dia-a-dia, ainda existe uma preocupação enorme, em certas pessoas que graças a Deus, ainda se portam num nível de boa dignidade, como por exemplo: o bom governo de um país social democrata, de um estado; um município; um distrito; uma comunidade ou um lar dessa mesma natureza, ou de qualquer um outro grupo de pessoas humildes e pacatas; assim como o cidadão chefe de família, o executivo de uma empresa conceituada; inclusive alguns presidentes de sindicatos, e outros da ordem de jurisdições populosas; todos eles temem, e difìcilmente se aventuram confiar seus cargos a um outro qualquer, mesmo que ainda indicado por um pouco mais da maioria do seu próprio povo...
Justamente, pelo fato de que as decisões devem ser tomadas e observadas no mínimo, por um praso de noventa dias; sob pena deles mesmos, estarem se colocando numa cadeira de réu, como genocidas ou simplesmente inadimplentes na ordem e no bem-estar da coletividade social de que são inteiramente responsáveis; mas, para que o chefe de um desses tipo de comando, como exatamente um desses que me refiro aquí, aja dessa forma, é preciso que ele seja uma pessoa idônea, e mùtuamente vivida em meio ao seu povo; porque do contrário essa pessoa se tornará vulnerável, quanto qualquer outra que, nem conheça, e respeite profundamente os anceios e as atitudes dos seus sub-líderess, ou seja, os mais próximos assessores.
E para que na verdade não aja contra-tempo nesse tipo de transição, é preciso que, quem quer que seja o futuro responsável por mais de uma pessoa, necessita que as ame e primorosamente respeite essas pessoas que, literalmente as lidera sobre as suas orientações, e para que isso realmente aconteça, não é preciso que seja um idealizador comunista, ou nenhum ditador - seja ele civil ou militar, e sim, apenas um ser humano.
domingo, 27 de novembro de 2011
A ROTINA (................................)
O DESCRÉDITO E A IMPARCIALIDADE DOS MENTIROSOS
A mentira na verdade é o pior adultério contra o seu próprio criador, ela começa por desabonar a boa fé do mentiroso, diante das pessoas que o acercam; e depois espalha-se a fama de sua má conduta, mesmo porque só se deseja ser desacreditado, quando se tenta defender de um crime, confessando-se explícitamente a verdade; e é óbvio que os seus interrogadores difìcilmente vão acreditar nessa confissão... E isso é na realidade extremamente proveitoso para a liberdade física, mas para o espírito, é como se redobrasse a pena do crime; porque a consciência nunca exclue uma dívida sem que ela seja paga, desde que o réu não seja também portador de um espírito criminoso.
Como por exemplo: No caso de José e Maria que, ao se encontrarem com os soldados de Herodes, temendo ou simplesmente obedecendo Antipas, disseram-lhes a verdade: Que, alí estavam levando uma criança, e os soldados lhes desacreditaram! Pois a ordem de Antipas era não deixar viva nenhuma criança abaixo de sete anos. Então numa situação como essa, nenhum peso de consciência pode, ou deve existir! Mais também é só em ocorrências dessa natureza que, a verdade e a mentira se confundem; portanto, ninguém queira ficar dizendo a verdade, através da mentira ou vice-versa; porquer um que ousar esse truque - pode se dar mal.
Isso porque ele não deve ser usado nem mesmo para amenizar uma rixa, quanto mais servir de mediador, entre os episódios sérios; porque mais tarde essa mesma rixa e esses mesmos episódios, vão renascerem com muito mais violência, que o retorno de uma guerra interrompida na trégua, mas, que, considerou-se imparcial.
A mentira na verdade é o pior adultério contra o seu próprio criador, ela começa por desabonar a boa fé do mentiroso, diante das pessoas que o acercam; e depois espalha-se a fama de sua má conduta, mesmo porque só se deseja ser desacreditado, quando se tenta defender de um crime, confessando-se explícitamente a verdade; e é óbvio que os seus interrogadores difìcilmente vão acreditar nessa confissão... E isso é na realidade extremamente proveitoso para a liberdade física, mas para o espírito, é como se redobrasse a pena do crime; porque a consciência nunca exclue uma dívida sem que ela seja paga, desde que o réu não seja também portador de um espírito criminoso.
Como por exemplo: No caso de José e Maria que, ao se encontrarem com os soldados de Herodes, temendo ou simplesmente obedecendo Antipas, disseram-lhes a verdade: Que, alí estavam levando uma criança, e os soldados lhes desacreditaram! Pois a ordem de Antipas era não deixar viva nenhuma criança abaixo de sete anos. Então numa situação como essa, nenhum peso de consciência pode, ou deve existir! Mais também é só em ocorrências dessa natureza que, a verdade e a mentira se confundem; portanto, ninguém queira ficar dizendo a verdade, através da mentira ou vice-versa; porquer um que ousar esse truque - pode se dar mal.
Isso porque ele não deve ser usado nem mesmo para amenizar uma rixa, quanto mais servir de mediador, entre os episódios sérios; porque mais tarde essa mesma rixa e esses mesmos episódios, vão renascerem com muito mais violência, que o retorno de uma guerra interrompida na trégua, mas, que, considerou-se imparcial.
sábado, 26 de novembro de 2011
A ROTINA (................................)
INTRANSIGÊNCIAS EM GRUPOS E CAUSAS DE DESORDENS
Intransigências em grupos e causas de desordens, em qualquer órgão sindicalizado ou não; a direção de grupos, especìficamente fundados para cumprirem uma certa ordem, jamais aceitam aviltrações de um mero sócio, ou mesmo de um conceituado membro de conselho, considerado um alto cargo de prestígio, ou da própria direção; é inaceitável a inadimplência - seja lá ela qual for e por quem quer que seja. O córum - deve existir dentro de qualquer grupo, e a sua exigência quando não atingir a presença massiça, tem pelo menos que contar com um pouco mais de 50% do seu quadro funcional; desde que o seu diretor geral seja íntegro na honestidade, pròpriamente explícita no seu exato teor.
Muitas vezes, ou seja na maioria delas, possa o mais alto dirigente está sob coações inescrupulosas, e por ser uma vítima das oposições dos seus assessores, ou servidores em massa; logo se ver simplificadamente as convicções dessa direção; nota-se pelas atitudes tomadas de imediato, e de acordo com essas mesmas decisões, nascem simplesmente duas palavras que definem o seu carácter, exatamente o sim, e o não... Quando prevalece o sim, infelizmente esse órgão entra em desordem e de um certo modo não é por falta de respeito democrático; mas, sim pelo emaranhado das ideologias inadequadas ao interesse da impresa, conforme os seus objetivos, através do seu executivo maior; Pois se ele manifestou-se favorável ao sim, emboras seja considerado anti-democrático, revelou-se fielmente ao convívio da covardia e da desonestidade.
A verdadeira autonomia das coisas e das pessoas está nas suas autenticidades. Quando uma coisa se muda do seu aspècto original, ou uma pessoa se transfere da sua própria personalidade, automàticamente, perdem as suas autonomias, ficando à mercê de qualquer um que os queira, ou pretenda suborná-los, tantas quantas vezes quiser, sobre todos os seus ideais; ou seja, barrar os seus objetivos até que se destruam por completo as suas autenticidades, e com elas os seus direitos, respeitos e razões para reivindicarem tudo aquilo que, por ventura possam desejar futuramente, como opção própria. Isto significa dizer que em matéria de pessoa, cujo indivíduo, perde toda a sua dignidade.
Intransigências em grupos e causas de desordens, em qualquer órgão sindicalizado ou não; a direção de grupos, especìficamente fundados para cumprirem uma certa ordem, jamais aceitam aviltrações de um mero sócio, ou mesmo de um conceituado membro de conselho, considerado um alto cargo de prestígio, ou da própria direção; é inaceitável a inadimplência - seja lá ela qual for e por quem quer que seja. O córum - deve existir dentro de qualquer grupo, e a sua exigência quando não atingir a presença massiça, tem pelo menos que contar com um pouco mais de 50% do seu quadro funcional; desde que o seu diretor geral seja íntegro na honestidade, pròpriamente explícita no seu exato teor.
Muitas vezes, ou seja na maioria delas, possa o mais alto dirigente está sob coações inescrupulosas, e por ser uma vítima das oposições dos seus assessores, ou servidores em massa; logo se ver simplificadamente as convicções dessa direção; nota-se pelas atitudes tomadas de imediato, e de acordo com essas mesmas decisões, nascem simplesmente duas palavras que definem o seu carácter, exatamente o sim, e o não... Quando prevalece o sim, infelizmente esse órgão entra em desordem e de um certo modo não é por falta de respeito democrático; mas, sim pelo emaranhado das ideologias inadequadas ao interesse da impresa, conforme os seus objetivos, através do seu executivo maior; Pois se ele manifestou-se favorável ao sim, emboras seja considerado anti-democrático, revelou-se fielmente ao convívio da covardia e da desonestidade.
A verdadeira autonomia das coisas e das pessoas está nas suas autenticidades. Quando uma coisa se muda do seu aspècto original, ou uma pessoa se transfere da sua própria personalidade, automàticamente, perdem as suas autonomias, ficando à mercê de qualquer um que os queira, ou pretenda suborná-los, tantas quantas vezes quiser, sobre todos os seus ideais; ou seja, barrar os seus objetivos até que se destruam por completo as suas autenticidades, e com elas os seus direitos, respeitos e razões para reivindicarem tudo aquilo que, por ventura possam desejar futuramente, como opção própria. Isto significa dizer que em matéria de pessoa, cujo indivíduo, perde toda a sua dignidade.
sexta-feira, 25 de novembro de 2011
A ROTINA (................................)
IMORALIDADES RELIGIOSAS II
Negar o batismo a uma criança, só porque é filha de mãe solteira, e ainda por cima a confissão comungável à mãe dessa mesma criança, é o mesmo que discriminá-las perante as outras que usufruem desse mesmo direito; e diante de Deus nem se sabe dizer o que é isso.
Ninguém adultére nenhum direito, dever ou obrigação, principalmente quando se tratar de leis; sejam elas Sagradas ou Consagradas; quero dizer: de Deus ou dos homens... Pois todas elas merecem um sincero respeito, mesmo que alguns artigos, parágrafos, decretos, portarias e muitas outras regras de direito, sejam caòticamente absurdas; mas, que, quando se revertem a favor de algum bem... Então, passarão a ser um direito pròpriamente puro, honesto e livre de qualquer que seja a tramòia, e que se alguém as praticar isoladamente para interesses materialmente próprios, será na verdade um condutor diversificado à divindade dos deuses, e pagará por isso, um tributo que nem sempre se sabe, ou pode calcular o seu valor.
Qualquer abstinência em prol do bem-está humano, será considerado uma indulgência indescrita, pelo próprio abstinente; e quem isso fizer honestamente, estará na sua inocência, subindo ao mais alto dos pódios. Portanto, nunca se exalte ao fazer o bem a quem quer que seja, e se pelo mesmo motivo, notar euforismo nas pessoas por aquilo que praticou; conserve-se cada vez mais calmo, tranquilo e esmeradamente controlado, dentro da melhor humildade que possa adquirir na adaptação do seu meio.
Nunca se mostre ansioso pela ampliação do que tenha feito pelo bem de um povo, ou dos povos; porque nem todas as pessoas que o cercam, vão conseguir entendê-lo, nem na hora, e nem depois desse tipo de julgamento; portanto, preserve-se dos invejosos que sem hesitarem, jamais precisam pensar duas vezes para o chamarem de egoista ou pretencioso, afòra muitos outros conceitos ou qualidades indesejàveis que, nenhum ser humano se sentiria honrado, ou feliz por recebê-los... Essa verdade se ver em qualquer uma portaria que seja baixada numa repatição pública ou privada, pelo seu diretor maior, no intúito de conscientizar alguém com advertência, ou avisos precisos, no que diz respeito à cuidados de pessoas inadimplentes..
Negar o batismo a uma criança, só porque é filha de mãe solteira, e ainda por cima a confissão comungável à mãe dessa mesma criança, é o mesmo que discriminá-las perante as outras que usufruem desse mesmo direito; e diante de Deus nem se sabe dizer o que é isso.
Ninguém adultére nenhum direito, dever ou obrigação, principalmente quando se tratar de leis; sejam elas Sagradas ou Consagradas; quero dizer: de Deus ou dos homens... Pois todas elas merecem um sincero respeito, mesmo que alguns artigos, parágrafos, decretos, portarias e muitas outras regras de direito, sejam caòticamente absurdas; mas, que, quando se revertem a favor de algum bem... Então, passarão a ser um direito pròpriamente puro, honesto e livre de qualquer que seja a tramòia, e que se alguém as praticar isoladamente para interesses materialmente próprios, será na verdade um condutor diversificado à divindade dos deuses, e pagará por isso, um tributo que nem sempre se sabe, ou pode calcular o seu valor.
Qualquer abstinência em prol do bem-está humano, será considerado uma indulgência indescrita, pelo próprio abstinente; e quem isso fizer honestamente, estará na sua inocência, subindo ao mais alto dos pódios. Portanto, nunca se exalte ao fazer o bem a quem quer que seja, e se pelo mesmo motivo, notar euforismo nas pessoas por aquilo que praticou; conserve-se cada vez mais calmo, tranquilo e esmeradamente controlado, dentro da melhor humildade que possa adquirir na adaptação do seu meio.
Nunca se mostre ansioso pela ampliação do que tenha feito pelo bem de um povo, ou dos povos; porque nem todas as pessoas que o cercam, vão conseguir entendê-lo, nem na hora, e nem depois desse tipo de julgamento; portanto, preserve-se dos invejosos que sem hesitarem, jamais precisam pensar duas vezes para o chamarem de egoista ou pretencioso, afòra muitos outros conceitos ou qualidades indesejàveis que, nenhum ser humano se sentiria honrado, ou feliz por recebê-los... Essa verdade se ver em qualquer uma portaria que seja baixada numa repatição pública ou privada, pelo seu diretor maior, no intúito de conscientizar alguém com advertência, ou avisos precisos, no que diz respeito à cuidados de pessoas inadimplentes..
quinta-feira, 24 de novembro de 2011
A ROTINA (................................)
IMORALIDADES RELIGIOSAS
Imoralidades religiosas - Milhares e milhares de mulheres férteis, pensando na fome e nas demais misérias que assolam o mundo, preservam-se por trás do contrôle-de-natalidade, e isso não deixa de ser um bom senso; Portanto, certos homens com esses mesmos princípios, aderem-se a esta mesma causa, usando métodos preventivos que também, não deixam de ser boas condutas... Pois só os irresponsáveis não se preocupam com a explosão demográfica.
Antes, Deus disse coisas que, depois também se arrependeu; e qualquer um bom evangelista de sã consciência, deve saber disso: Por que então cala-se! E não professa a verdade?
- A santa aliança com Noé, não quer mais dizer, o que foi dito para Adão e Eva; e não se deve jamais primar pela quantidade, e sim pela qualidade.
Para crescer e multiplicar-se, existem muitas outras razões, e só depende do homem saber quais são elas; pois nenhuma palavra ou frase inspiradas por Deus, pode se perderem no tempo e no espaço, sem terem a sua verdade no sentido lógico.
Não se sabe ao certo! Por qual razão, seitas e religiões se debatem, e por que tanto aspiram que a procriação se avolume. Se tantas vítimas da fome e das demais misérias, consumam-se sobre a terra! Por que esse desejo ardente, procede principalmente dos eunucos, e dos celibatistas, por que?
... nem sempre os castos, devem querer imitar Jesus, porque isso além de ser uma heresia; é uma indução ao povo à leviandade. E por cima disso um almejo excêntrico dos herdeiros da rebeldia dos anjos; estas pessoas que, a todo custo, revolucionam este assunto, são de algum modo fanáticas pelas suas vantagens.
Nenhum padre, missionário, rabino, pastor, reverendo ou monge, se adequada no mundo dos sonhos; apesar de também não viverem a realidade dos povos. Os seus conhecimentos são profundos, mas, porém, inaproveitáveis na sexologia atual; portanto, as suas teses no que se refere a família, continuam sendo aquèm dessa mesma realidade.
Todas ou quase todas as igrejas, templos e, ou sinagogas; defendem veementemente a procriação e condenam convíctamente a maninagem da mulher estéril, em relação a família; mas, por quê quase sempre nenhuma delas, as admite! Mesmo que arrependida das peripécias do seu destino, só às vezes, consegue ser perdoada ou anistiada por umas, e penalizada ou condenada por outras!
Discriminar adultos de seus direitos humanos, sabe-se que é um crime hediondo, mas, esse mesmo crime, ser obstáculo à crianças-ilegítimas e mães solteiras, tão-logo nessas igrejas! Exatamente na hora do batismo que, é um direito sagrado do ser humano, por sinal, entre os outros, um dos primeiros! É uma falha indistrutural do espírito , règiamente humano, e se desencaixa totalmente do sentido moral - de qualquer que seja a doutrina cristã! Isso, Deus no sentido maior desaprovaria, pois essas atitudes discriminatórias e, ou quaisquer imposições, assim como também, jamais negaria esses direitos ou o seu perdão; porque na verdade, o batismo e a comunhão, são sacramentos celebrados na iniciação de uma formação moral; contanto, se não houver uma, a outra também não existirá. Portanto, são considerados como primeira bênção, para a inocência afirmativa da sua semelhança, e honra creditícia para a mãe ou o pai, se por deseventura a criança for órfã.
Imoralidades religiosas - Milhares e milhares de mulheres férteis, pensando na fome e nas demais misérias que assolam o mundo, preservam-se por trás do contrôle-de-natalidade, e isso não deixa de ser um bom senso; Portanto, certos homens com esses mesmos princípios, aderem-se a esta mesma causa, usando métodos preventivos que também, não deixam de ser boas condutas... Pois só os irresponsáveis não se preocupam com a explosão demográfica.
Antes, Deus disse coisas que, depois também se arrependeu; e qualquer um bom evangelista de sã consciência, deve saber disso: Por que então cala-se! E não professa a verdade?
- A santa aliança com Noé, não quer mais dizer, o que foi dito para Adão e Eva; e não se deve jamais primar pela quantidade, e sim pela qualidade.
Para crescer e multiplicar-se, existem muitas outras razões, e só depende do homem saber quais são elas; pois nenhuma palavra ou frase inspiradas por Deus, pode se perderem no tempo e no espaço, sem terem a sua verdade no sentido lógico.
Não se sabe ao certo! Por qual razão, seitas e religiões se debatem, e por que tanto aspiram que a procriação se avolume. Se tantas vítimas da fome e das demais misérias, consumam-se sobre a terra! Por que esse desejo ardente, procede principalmente dos eunucos, e dos celibatistas, por que?
... nem sempre os castos, devem querer imitar Jesus, porque isso além de ser uma heresia; é uma indução ao povo à leviandade. E por cima disso um almejo excêntrico dos herdeiros da rebeldia dos anjos; estas pessoas que, a todo custo, revolucionam este assunto, são de algum modo fanáticas pelas suas vantagens.
Nenhum padre, missionário, rabino, pastor, reverendo ou monge, se adequada no mundo dos sonhos; apesar de também não viverem a realidade dos povos. Os seus conhecimentos são profundos, mas, porém, inaproveitáveis na sexologia atual; portanto, as suas teses no que se refere a família, continuam sendo aquèm dessa mesma realidade.
Todas ou quase todas as igrejas, templos e, ou sinagogas; defendem veementemente a procriação e condenam convíctamente a maninagem da mulher estéril, em relação a família; mas, por quê quase sempre nenhuma delas, as admite! Mesmo que arrependida das peripécias do seu destino, só às vezes, consegue ser perdoada ou anistiada por umas, e penalizada ou condenada por outras!
Discriminar adultos de seus direitos humanos, sabe-se que é um crime hediondo, mas, esse mesmo crime, ser obstáculo à crianças-ilegítimas e mães solteiras, tão-logo nessas igrejas! Exatamente na hora do batismo que, é um direito sagrado do ser humano, por sinal, entre os outros, um dos primeiros! É uma falha indistrutural do espírito , règiamente humano, e se desencaixa totalmente do sentido moral - de qualquer que seja a doutrina cristã! Isso, Deus no sentido maior desaprovaria, pois essas atitudes discriminatórias e, ou quaisquer imposições, assim como também, jamais negaria esses direitos ou o seu perdão; porque na verdade, o batismo e a comunhão, são sacramentos celebrados na iniciação de uma formação moral; contanto, se não houver uma, a outra também não existirá. Portanto, são considerados como primeira bênção, para a inocência afirmativa da sua semelhança, e honra creditícia para a mãe ou o pai, se por deseventura a criança for órfã.
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