A EXPERIÊNCIA
A experiência . Todas as crianças são extremamente curiosas, porém, desinteressadas; mas, assim já não é - quando se fala dos adolecentes que, além de curiosos, são impulsivos em seus desejos, e anseios por uma terceira fase; nessa veiculação, temporàriamente ficam embuídas diversas personalidades. Mas, apenas uma se monopoliza como personagem principal, e se perpetua sobre as suas centrais hormoníferas; e essa transitividade evolutiva, assim como acontece nucalmente no homem que começa atingir a puberdade; acontece também com a mulher, um pouco antes da sua primeira menstruação, só que com uma pequena diferença, pois, apesar da mulher ter um pouco mais de tres mil fantasias sobre o amor, torna-se quase incrível a escolha decisiva do seu sonho.
Enquanto o homem é o resumo de talvez um terço, ou menos de um terço dos sonhos femininos, e por cima, ainda quase todos eles são propensos à situação financeira. Trabalhar em qualquer função que lhe proporcione o necessário psicofìsicamente, é na verdade um dos principais elementos para a motivação, ou estímulo aos demais objetivos do ser humano, principalmente os jovens; porisso mesmo os pais nunca devem proibir os filhos a preavaliarem os seus potenciais: tanto quanto o homem, como também o profissional... seja lá qual for o trabalho, mesmo porque qualquer um entrave na primeira vontade produtiva de um adolecente, desequilibra aproximadamente um terço da sua reserva de iniciativas, e daí esse adolecente começa mergulhar em um mar de dúvidas.
... Então, para que não aconteça isso, os pais devem simplesmente mostrar-lhe os dois caminhos, sem nenhum sintoma de sua própria febre profissional, logo ele analizará o seu raciocínio, e vai se sentir muito mais seguro em suas escolhas. Se não der certo a decisão tomada por ele, não o culpe, só o faça reviver as suas advertências do ensino anterior; mas isso também só lhe deve ser dito se o procurar-lhe novamente sobre o mesmo assunto; enquanto não, faça de conta que não sabe de absolutamente nada do que aconteceu.
Pois aquele que tiver medo de errar mais de uma vez, antes de tomar uma decisão importante, com certeza, vai primeiro procurar se aconselhar com alguém de maior experência e solidez no que diz; não condenem aqueles que profissionalmente errarem muitas vezes, porque óbviamente essas pessoas são adotadas pelo orgulho-construtivo-próprio, e entre essas pessoas, difìcilmente é permitido transitarem as idéias alheias, ou de terceiros como elas costumam dizer; portanto, quando por aventura isso acontece, elas as julgam como interferências indesejàveis.
Porisso não adianta ninguém se meter em seus planos, para lhes surgerir alguma coisa, porque vai ser em vão! São esses que depois dos cinquenta, sentem-se calejados pelas disciplinas da vida, mas quase sempre, quando é preciso, cada um deles diz orgulhosamente: Eu tenho experiência própria. E ninguém pode alegar coisa nenhuma dos conhecimentos dele; porque coisa nem uma ele buscou de fontes eletrônicas, e às vezes, nem mesmo daquelas que outrora foram apenas, mecanizadas. E com isso, não se pode acusá-lo de nada, senão, chamá-lo de mestre.
sábado, 17 de dezembro de 2011
quinta-feira, 15 de dezembro de 2011
ROTINA
OS ATENDIMENTOS
Os atendimentos. Pais e filhos têm o mesmo dever ou obrigação de atenderem um ao outro quando chamados, dependendo do tempo, da causa e da condição de quem chama, ou está sendo chamado; se por exemplo, quem chamar estiver correndo perigo, tem por obrigação expressar apenas uma palavra: SOCORRO! Porque assim já se sabe que, quem chama não pode esperar por algum motivo; mas, se por desventura o que estiver sendo chamado não puder atendê-lo por um outro motivo superior, e acontecer a quase fatalidade com quem o chama, deve-se nesse caso usar a compreensão mútua; nunca se culpando nem um, nem o outro... Ambos têm que confiarem nas suas próprias lealdades.
Em casos comuns, os filhos têm por obrigação atenderem os pais imediatamente, exceto se tiverem iniciado alguma coisa que por força maior não possam deixar para depois. Quando um pai chama um filho, moralmente deve chgamá-lo, usando naturalmente o seu nome; nunca se deve recorrer aos apelidos, aos aumentativos, nem tampouco aos diminutivos, e isto deve ser posto em prática, desde quando a criança começa entender que tem um nome, especialmente um nome definido; usar um palavrão perante um filho ou qualquer uma outra criança, é tão criminoso tanto quanto virar um copo de cachaça na boca, ou acender um cigarro e ficar polmando à frente dela... é como se isto estivesse sendo feito, displicentemente à beira de um tanque de gasolina.
Os pais não devem morrer de fome ou de sede, só por quererem salvar as vidas dos seus filhos; isso dito assim, se não concluirmos o final do assunto, até se pode achar que seja um desumanismo; mas, o certo é que ninguém deve morrer por ninguém (pois esse ato, foi só e exclusivamente para Jesus Cristo); então quando se trata de pais e filhos, parentes, amigos e até mesmo inimigos; deve-se dividir até o último grão de cereal e a última gôta de água - para todos em igaldade, e vice-versa. Isto, porque todas as vidas humanas têm um mesmo valor.
Quando se é responsável, não se pode, nem se deve guardar sentimentos de culpa, por alguma coisa que não deu certo. Todos os seres humanos têm por necessidade, aprenderem como se adquirir o poder da resignação; exatamente para obterem um êxito melhor, depois de possíveis circunstâncias indesejáveis; pois a consciência de quem cumpre com a responsabilidade, é como a "gema de um diamante", viva sempre limpo e relativamente inatingível.
Quanto aos valores materiais, os filhos abaixo de dezoito anos, não devem egoísticamente esconderem dos pais, mesmo porque até o final dessa idade, serão sempre eles os seus administradores; mas, ao passarem dos dezoito, devem aprender e levarem a sério - um pouco mais das coisas da vida, e anexarem a essas que estão explícitamente aqui, e os pais não deverão exigir mais nada do que os filhos ganharem; nem os filhos devem querer viver às custas dos pais!
... a não ser que as peripécias do destino, também lhe tenham preparado alguma peça como desdita; mas mesmo assim, se esse filho, por desventura for um imobilizado! Sentimentalmente ele não deve ser tratado pelos pais, ou por quem o acercarem, com diferenciamento dos outros; porque os paraplégicos, psìquicamente são como qualquer uma outra pessoa, e verá que ele vai se sentir feliz.
Tudo sobre a terra, continua, sendo sempre uma rotina; a existência - periódicamente, permanece entre a vida e a morte! É como se nada pudesse escapar da metamorfose que, também não deixa de ser uma rotina; as águas dos rios e dos mares, misturam-se constantemente, mas depois se separam; os vegetais nascem das sementes sobre a terra, crescem e floram, frutificam-se por várias vezes e depois morrem, talvez para nascerem outras árvores nos seus mesmos espaços, ou quem sabe Deus! Noutros lugares.
Tudo, portanto, é uma rotina. Inclusive os fenômenos naturais dos astros... E o Criador de tudo, não discriminou nada, nem especificou ninguém para isentar-se dela; e triste daquele que pensar em se dar bem, sem a sua rotina original, a única vontade excêntrica, sem direito à fuga.
Os atendimentos. Pais e filhos têm o mesmo dever ou obrigação de atenderem um ao outro quando chamados, dependendo do tempo, da causa e da condição de quem chama, ou está sendo chamado; se por exemplo, quem chamar estiver correndo perigo, tem por obrigação expressar apenas uma palavra: SOCORRO! Porque assim já se sabe que, quem chama não pode esperar por algum motivo; mas, se por desventura o que estiver sendo chamado não puder atendê-lo por um outro motivo superior, e acontecer a quase fatalidade com quem o chama, deve-se nesse caso usar a compreensão mútua; nunca se culpando nem um, nem o outro... Ambos têm que confiarem nas suas próprias lealdades.
Em casos comuns, os filhos têm por obrigação atenderem os pais imediatamente, exceto se tiverem iniciado alguma coisa que por força maior não possam deixar para depois. Quando um pai chama um filho, moralmente deve chgamá-lo, usando naturalmente o seu nome; nunca se deve recorrer aos apelidos, aos aumentativos, nem tampouco aos diminutivos, e isto deve ser posto em prática, desde quando a criança começa entender que tem um nome, especialmente um nome definido; usar um palavrão perante um filho ou qualquer uma outra criança, é tão criminoso tanto quanto virar um copo de cachaça na boca, ou acender um cigarro e ficar polmando à frente dela... é como se isto estivesse sendo feito, displicentemente à beira de um tanque de gasolina.
Os pais não devem morrer de fome ou de sede, só por quererem salvar as vidas dos seus filhos; isso dito assim, se não concluirmos o final do assunto, até se pode achar que seja um desumanismo; mas, o certo é que ninguém deve morrer por ninguém (pois esse ato, foi só e exclusivamente para Jesus Cristo); então quando se trata de pais e filhos, parentes, amigos e até mesmo inimigos; deve-se dividir até o último grão de cereal e a última gôta de água - para todos em igaldade, e vice-versa. Isto, porque todas as vidas humanas têm um mesmo valor.
Quando se é responsável, não se pode, nem se deve guardar sentimentos de culpa, por alguma coisa que não deu certo. Todos os seres humanos têm por necessidade, aprenderem como se adquirir o poder da resignação; exatamente para obterem um êxito melhor, depois de possíveis circunstâncias indesejáveis; pois a consciência de quem cumpre com a responsabilidade, é como a "gema de um diamante", viva sempre limpo e relativamente inatingível.
Quanto aos valores materiais, os filhos abaixo de dezoito anos, não devem egoísticamente esconderem dos pais, mesmo porque até o final dessa idade, serão sempre eles os seus administradores; mas, ao passarem dos dezoito, devem aprender e levarem a sério - um pouco mais das coisas da vida, e anexarem a essas que estão explícitamente aqui, e os pais não deverão exigir mais nada do que os filhos ganharem; nem os filhos devem querer viver às custas dos pais!
... a não ser que as peripécias do destino, também lhe tenham preparado alguma peça como desdita; mas mesmo assim, se esse filho, por desventura for um imobilizado! Sentimentalmente ele não deve ser tratado pelos pais, ou por quem o acercarem, com diferenciamento dos outros; porque os paraplégicos, psìquicamente são como qualquer uma outra pessoa, e verá que ele vai se sentir feliz.
Tudo sobre a terra, continua, sendo sempre uma rotina; a existência - periódicamente, permanece entre a vida e a morte! É como se nada pudesse escapar da metamorfose que, também não deixa de ser uma rotina; as águas dos rios e dos mares, misturam-se constantemente, mas depois se separam; os vegetais nascem das sementes sobre a terra, crescem e floram, frutificam-se por várias vezes e depois morrem, talvez para nascerem outras árvores nos seus mesmos espaços, ou quem sabe Deus! Noutros lugares.
Tudo, portanto, é uma rotina. Inclusive os fenômenos naturais dos astros... E o Criador de tudo, não discriminou nada, nem especificou ninguém para isentar-se dela; e triste daquele que pensar em se dar bem, sem a sua rotina original, a única vontade excêntrica, sem direito à fuga.
quarta-feira, 14 de dezembro de 2011
ROTINA
A MORAL E O RESPEITO II
As mães, amam e respeitam os filhos duas vezes mais que os pais, exatamente por serem elas quem os dão total assistência em maior assiduidade; porque enquanto isso aqueles que se dignam ser bons pais, estão sempre lutando pela sobrevivência de ambos. Nesses períodos de ausência, as mães os amam por elas e os pais, e se atormentam o tríplo dos pais - que também trabalham atormentados com a ausência de todos da família. E assim deve permanecer o equilíbrio familiar, até os oito anos de idade de qualquer criança.
Mas depois se essa criança não estiver na escola, e se for sexualmente como voce é, não tem só como dever em acompanhar os pais nas suas labutas; como também têm a obrigação de ajudá-los nas lidas que lhes forem possíveis, e se forem mulheres que nem a Mariinha e a Belinha minhas irmãs, os mesmos deveres e obrigações são impostos a elas, só que ao lado da mãe delas; se bem que elas duas, inclusive a sua mãe, nos ajuda nas apãnhas do feijão; nos córtes de arroz; nas québras de milho; nas cátas de algodão; nas arrancas de mandióca; e ainda fazem as suas obrigações de casa.
O filho abaixo de dezoito anos não deve interromper a conversação dos mais velhos, principalmente sendo os pais que estejam conversando, e esse mal hábito não deve ser usado por pessoa de nenhuma idade. Mesmo que seja alguém da mesma idade dagente, ou até mais nova, deve-se ouví-la, para depois falar; se é - que se tenha alguma coisa para dizer... Espére o tempo que for preciso, mas, não fale paralelamente com ninguém, perante alguém que queira ouví-lo; porque nem voce, nem o seu concorrente vão ser entendidos, e simplesmente não passarão de dois tolos.
As mães, amam e respeitam os filhos duas vezes mais que os pais, exatamente por serem elas quem os dão total assistência em maior assiduidade; porque enquanto isso aqueles que se dignam ser bons pais, estão sempre lutando pela sobrevivência de ambos. Nesses períodos de ausência, as mães os amam por elas e os pais, e se atormentam o tríplo dos pais - que também trabalham atormentados com a ausência de todos da família. E assim deve permanecer o equilíbrio familiar, até os oito anos de idade de qualquer criança.
Mas depois se essa criança não estiver na escola, e se for sexualmente como voce é, não tem só como dever em acompanhar os pais nas suas labutas; como também têm a obrigação de ajudá-los nas lidas que lhes forem possíveis, e se forem mulheres que nem a Mariinha e a Belinha minhas irmãs, os mesmos deveres e obrigações são impostos a elas, só que ao lado da mãe delas; se bem que elas duas, inclusive a sua mãe, nos ajuda nas apãnhas do feijão; nos córtes de arroz; nas québras de milho; nas cátas de algodão; nas arrancas de mandióca; e ainda fazem as suas obrigações de casa.
O filho abaixo de dezoito anos não deve interromper a conversação dos mais velhos, principalmente sendo os pais que estejam conversando, e esse mal hábito não deve ser usado por pessoa de nenhuma idade. Mesmo que seja alguém da mesma idade dagente, ou até mais nova, deve-se ouví-la, para depois falar; se é - que se tenha alguma coisa para dizer... Espére o tempo que for preciso, mas, não fale paralelamente com ninguém, perante alguém que queira ouví-lo; porque nem voce, nem o seu concorrente vão ser entendidos, e simplesmente não passarão de dois tolos.
terça-feira, 13 de dezembro de 2011
ROTINA
A MORAL E O RESPEITO
A moral e o respeito. Há quarenta e um anos atrás, (isso até parece o início de uma piada; mas não é nada disso: é exatamente um fato) minha família terminava de comemorar o meu décimo primeiro aniversário, sem nenhuma gota de bebida alcoólica, sem tabagismo e até mesmo sem dança! Apenas um bolinho com duas velas, representando a minha idade, através dos palavreados de parabéns, e isto não era porque o meu pai, não pudesse financiar a festa; é que a Vinte e Cinco de janeiro daquele mesmo ano, era um dia do meio de semana, o que nesse 1996, cognomina-se por dia útil.
Portanto, tinha-se que jantar, e dormir cedo! Para que seis horas da manhã seguinte, já estivéssemos entrando no roçado, há mais de uma légua-e-meia de distância; e todos nós só íamos descançar quando voltássemos novamente, às seis horas da tarde, ou sejam: dezoito horas da noite. Mais é que as crianças desde os tres anos de idade, até aproximadamente os quinze, não sabem poupar energias, e se esbaldam num momento desses; principalmente quando agente era criança - no Riacho do Mato. Interior de Nova Russas - Ceará... Naquele tempo as crianças eram mais saudáveis, inclusive os adultos, eram também um pouco mais equilibrados, não havia televisão, e até mesmo rádio, ainda existia bem pouco e bem mais pouco eram os que possuiam esses aparelhos.
... Então, as pessoas eram muito mais decididas e honestas, naquela época, o 'Respeito' 'era a Chave de Ouro" do bem-estar social; era o tempo da bença e do bom-dia cumpade! Mas, voltando o assunto, devo dizer que eu era o mais velho da turma, e por isso pensei ter algum direito a mais como aniversariante, e ultrapassei o limite das ordens do meu pai; todas as crianças convidadas foram embora com as suas mães, inclusive as minhas irmãs: Izabel e Maria, tiveram que entrar em companhia da minha mãe, para que o meu pai e os outros homens ficassem conversando no terreiro, sobre os seus afazeres das roças e dos rebanhos... Todos eram velhos amigos e de famílias humildes, porém, honrados.
Eram mais ou menos Oito horas da noite, o que atualmente se escreve e chama de vinte horas, e lá estavam eles conversando sobre coisas que eu gostaria de participar, só que a minha mãe mandou as meninas irem dormir, e com certeza eu também estava no rol; mas, como em sua ordem, meu nome não foi enuciado, então, insistir em ficar debruçado na mesa da sala de jantar, e alí, assentado sobre uma cadeira quase adormecí; quando de repente ví minha mãe ir levando café para eles... Levantei-me e saí em sua companhia! Janjão, um velho vaqueiro de respeito, dono na sua própria fazenda, um senhor de seus quase cinquenta anos, e de muitos amigos, enfim, compadre do meu pai; esse, ao receber a xícara de café que a minha mãe os servia: Suspendeu a frente do seu chapéo-de-couro e disse: muito bem, seu BASIMBÓQUE! Quer dizer que voce já é um homem mesmo? De verdade! E depois tomou o café ainda muito quente, de apenas dois goles, e olhou novamente para mim que, estava ligado à saia de minha mãe e disse: Viu como é que um homem faz! Nisso larguei a saia da minha mãe e de costas, soquei-me entre os joêlhos do meu pai que, enfiando as mãos por debaixo dos meus braços, entrelassou-me o estômago, olhou para a minha mãe que já estava recolhendo as xícaras, e temperou a garganta como quem dizia: por que não fez esse menino dormir! Entendí que fosse realmente isso, o que ele quis dizer, e minha mãe o entendeu bem melhor do que eu; portanto, ao se arretirar com a bandeja de xícaras, acenou-me com um pequeno entortar de cabeça, convidando-me para entrar; entendí o seu gesto, mas, os dedos de meu pai se haviam cruzados em volta de mim, e não me deixaram sair. Tive que ficar alí, até que todos eles saissem, então, depois deles darem o boa-noite ao meu pai, e eu a bença, a cada um deles; pensei também a bênção de meu pai, e ir dormir! Mas, foi engano... Ele levantou-se da cadeira que estava sentado, e mandou que eu me sentasse nela, e eu sentei-me; então, ele começou a carregar as cadeiras para dentro de casa, e eu quís ajudá-lo, mas ele disse: Não senhor, fique assentado aí, e eu tornei sentar-me; e quando já só restava uma cadeira vazia, ele veio lá de dentro e sentou-se frente à frente comigo, e começou me dizendo assim: Filho, escute o que vou lhe dizer, e nunca tente fazer o contrário do que eu lhe disser... Quando agente nasce, até a idade de aproximadamente sete anos, vive-se constantemente sob os cuidados do pleno poder de nossos pais, e em especial nossas mães: obedecendo e os honrando pelos seus afagos e ensinamentos, especialmente os ensinamentos.
A moral e o respeito. Há quarenta e um anos atrás, (isso até parece o início de uma piada; mas não é nada disso: é exatamente um fato) minha família terminava de comemorar o meu décimo primeiro aniversário, sem nenhuma gota de bebida alcoólica, sem tabagismo e até mesmo sem dança! Apenas um bolinho com duas velas, representando a minha idade, através dos palavreados de parabéns, e isto não era porque o meu pai, não pudesse financiar a festa; é que a Vinte e Cinco de janeiro daquele mesmo ano, era um dia do meio de semana, o que nesse 1996, cognomina-se por dia útil.
Portanto, tinha-se que jantar, e dormir cedo! Para que seis horas da manhã seguinte, já estivéssemos entrando no roçado, há mais de uma légua-e-meia de distância; e todos nós só íamos descançar quando voltássemos novamente, às seis horas da tarde, ou sejam: dezoito horas da noite. Mais é que as crianças desde os tres anos de idade, até aproximadamente os quinze, não sabem poupar energias, e se esbaldam num momento desses; principalmente quando agente era criança - no Riacho do Mato. Interior de Nova Russas - Ceará... Naquele tempo as crianças eram mais saudáveis, inclusive os adultos, eram também um pouco mais equilibrados, não havia televisão, e até mesmo rádio, ainda existia bem pouco e bem mais pouco eram os que possuiam esses aparelhos.
... Então, as pessoas eram muito mais decididas e honestas, naquela época, o 'Respeito' 'era a Chave de Ouro" do bem-estar social; era o tempo da bença e do bom-dia cumpade! Mas, voltando o assunto, devo dizer que eu era o mais velho da turma, e por isso pensei ter algum direito a mais como aniversariante, e ultrapassei o limite das ordens do meu pai; todas as crianças convidadas foram embora com as suas mães, inclusive as minhas irmãs: Izabel e Maria, tiveram que entrar em companhia da minha mãe, para que o meu pai e os outros homens ficassem conversando no terreiro, sobre os seus afazeres das roças e dos rebanhos... Todos eram velhos amigos e de famílias humildes, porém, honrados.
Eram mais ou menos Oito horas da noite, o que atualmente se escreve e chama de vinte horas, e lá estavam eles conversando sobre coisas que eu gostaria de participar, só que a minha mãe mandou as meninas irem dormir, e com certeza eu também estava no rol; mas, como em sua ordem, meu nome não foi enuciado, então, insistir em ficar debruçado na mesa da sala de jantar, e alí, assentado sobre uma cadeira quase adormecí; quando de repente ví minha mãe ir levando café para eles... Levantei-me e saí em sua companhia! Janjão, um velho vaqueiro de respeito, dono na sua própria fazenda, um senhor de seus quase cinquenta anos, e de muitos amigos, enfim, compadre do meu pai; esse, ao receber a xícara de café que a minha mãe os servia: Suspendeu a frente do seu chapéo-de-couro e disse: muito bem, seu BASIMBÓQUE! Quer dizer que voce já é um homem mesmo? De verdade! E depois tomou o café ainda muito quente, de apenas dois goles, e olhou novamente para mim que, estava ligado à saia de minha mãe e disse: Viu como é que um homem faz! Nisso larguei a saia da minha mãe e de costas, soquei-me entre os joêlhos do meu pai que, enfiando as mãos por debaixo dos meus braços, entrelassou-me o estômago, olhou para a minha mãe que já estava recolhendo as xícaras, e temperou a garganta como quem dizia: por que não fez esse menino dormir! Entendí que fosse realmente isso, o que ele quis dizer, e minha mãe o entendeu bem melhor do que eu; portanto, ao se arretirar com a bandeja de xícaras, acenou-me com um pequeno entortar de cabeça, convidando-me para entrar; entendí o seu gesto, mas, os dedos de meu pai se haviam cruzados em volta de mim, e não me deixaram sair. Tive que ficar alí, até que todos eles saissem, então, depois deles darem o boa-noite ao meu pai, e eu a bença, a cada um deles; pensei também a bênção de meu pai, e ir dormir! Mas, foi engano... Ele levantou-se da cadeira que estava sentado, e mandou que eu me sentasse nela, e eu sentei-me; então, ele começou a carregar as cadeiras para dentro de casa, e eu quís ajudá-lo, mas ele disse: Não senhor, fique assentado aí, e eu tornei sentar-me; e quando já só restava uma cadeira vazia, ele veio lá de dentro e sentou-se frente à frente comigo, e começou me dizendo assim: Filho, escute o que vou lhe dizer, e nunca tente fazer o contrário do que eu lhe disser... Quando agente nasce, até a idade de aproximadamente sete anos, vive-se constantemente sob os cuidados do pleno poder de nossos pais, e em especial nossas mães: obedecendo e os honrando pelos seus afagos e ensinamentos, especialmente os ensinamentos.
segunda-feira, 12 de dezembro de 2011
ROTINA
A HABILIDADE DAS MÁS COMPANHIAS
A habilidade das más companhias: Veja bem se a ávore que lhe quer proporcionar a sombra, não é um simples cardeiro, ou uma frondosa amoreira; o primeiro para lhe oferecer a flor que representa o seu próprio sangue, e a segunda o fruto que simbolisa o seu ingresso na vida fácil; pois o mal é sempre meigo, enquanto prepara a sua vítima... Portanto, não nos devamos iludir-se, com os arvoredos que nos mostram as suas santas cascas; porque os seus âmagos, pode serem malditos. E qualquer um viajante da vida, não deve aceitar jamais, a sombra de uma planta infrutífera; razão pela qual, o seu trajeto vai se manipular em todos os sentidos, e até sujeitar-se a uma mais breve parada, quando talvez nem a desejasse ainda.
Amigos não se escolhe como se fosse uma fruta no supermaercado, ou um calçado nas lojas de vender sapatos, nem também se deve monetàriamente financiar atenções e sorrisos de quem se deseja conquistar, ou ser conquistado; a não ser que seja retribuindo com os mesmos atos, exceto, a violência. Há muitos meios para se saber - se uma certa companhia, é boa ou má... a indesejada nem sempre dispõe de tempo para as suas próprias insistências, então, para que se possa defender dela, basta se ter um pouco mais de calma e perseverança; virtudes que raramente o mal se submete a usá-las, e ainda mais estando desavisado.
Mas, se por desventura a burla o afetou, não se desespére, e nem afronte o seu agente psicológico, porque a sua vida vai correr o risco de ser riscada do mapa; Pois o mal quando algema a sua vítima, inscreve todos os seus entes-queridos, como avais das suas possíveis cartas-de-manga, ou da sua própria culpa; e é aí que se deve ser cautelosamente destimido, não procurando fazer a justiça, com as suas próprias mãos. Mas, procurando as mãos para fazerem a sua própria justiça.
A habilidade das más companhias: Veja bem se a ávore que lhe quer proporcionar a sombra, não é um simples cardeiro, ou uma frondosa amoreira; o primeiro para lhe oferecer a flor que representa o seu próprio sangue, e a segunda o fruto que simbolisa o seu ingresso na vida fácil; pois o mal é sempre meigo, enquanto prepara a sua vítima... Portanto, não nos devamos iludir-se, com os arvoredos que nos mostram as suas santas cascas; porque os seus âmagos, pode serem malditos. E qualquer um viajante da vida, não deve aceitar jamais, a sombra de uma planta infrutífera; razão pela qual, o seu trajeto vai se manipular em todos os sentidos, e até sujeitar-se a uma mais breve parada, quando talvez nem a desejasse ainda.
Amigos não se escolhe como se fosse uma fruta no supermaercado, ou um calçado nas lojas de vender sapatos, nem também se deve monetàriamente financiar atenções e sorrisos de quem se deseja conquistar, ou ser conquistado; a não ser que seja retribuindo com os mesmos atos, exceto, a violência. Há muitos meios para se saber - se uma certa companhia, é boa ou má... a indesejada nem sempre dispõe de tempo para as suas próprias insistências, então, para que se possa defender dela, basta se ter um pouco mais de calma e perseverança; virtudes que raramente o mal se submete a usá-las, e ainda mais estando desavisado.
Mas, se por desventura a burla o afetou, não se desespére, e nem afronte o seu agente psicológico, porque a sua vida vai correr o risco de ser riscada do mapa; Pois o mal quando algema a sua vítima, inscreve todos os seus entes-queridos, como avais das suas possíveis cartas-de-manga, ou da sua própria culpa; e é aí que se deve ser cautelosamente destimido, não procurando fazer a justiça, com as suas próprias mãos. Mas, procurando as mãos para fazerem a sua própria justiça.
domingo, 11 de dezembro de 2011
ROTINA
CERTAS LEIS IRRESPONSÁVEIS
Certas leis irresponsáveis, não se devia dar ouvidos! Infelizmente, às vezes temos que obedecer o certo e o errado; não por se escolher esta opção; mas, porque o próprio judício, nos opõe.
Mas, procurem educar o pai com a disciplina exemplar que, o filho difìcilmente rejeitará os seus modos, e mesmo que mais tarde proteste contra alguma norma, ensine-o a refletir o bem, e óbviamente - o mal também, para que ele mesmo saiba escolher o seu caminho.
Nunca queira modelar o espírito do ser humano, mesmo que ele seja o seu filho, mesmo porque ele tem de voce - apenas a carne, o sangue e os ossos; portanto, ensine-o a ver os dois lados da moeda, para que aprenda a ganhar, e também a perder se for o caso... Não corra para o entregar o prato feito, pois se tiver que dar-lhe o prato feito, faça-o chegar-lhe à mão, bem lentamente... Porque só assim ele aprenderá como se adquire a mais santa de todas as virtudes, a paciência. Isso é apenas no caso de ter que dar, mais o correto mesmo, é instruí-lo a ter pelo esforço do seu próprio punho.
O desespero da fome e as injustiças sociais, fizeram muitos homens de bem, perderem as suas autoridades paternais, e as mães pela mesma forma; pois a fome e a injustiça trazem o sofrimento e o ódio; e bem poucos são aqueles que sabem separá-los e superá-los, quando precisam falar de amor, ou pregarem a paz. Apesar de tudo, não é só barriga cheia, sombra e água-fresca que faz o homem ser bom, é preciso também ter uma boa conduta, ou pelo menos seja temente à Deus: Porque se o for vazio dessas duas coisas, tudo pode ser o contrário, e em vez de ensinar o filho a se esquivar dos crimes, o induz ao submundo dos mesmos.
Quando um filho observa uma simples revolta do pai, contra alguns dos seus atos, ele ainda releva; mas, quando a revolta é geral sobre os seus predicados, ele se rebela e se amplia... E é aí que entram as leis, exatamente, eliminanado a possibilidade, de um possível diálogo entre os dois; pois mesmo que o pai seja do tipo conservador, e queira de qualquer modo que o filho o ouça e obedeça, sobre o que ele pensar e disser, cabe ao filho ouvir e obedecer, até que a sua maioridade chegue; porque certamente esse tipo de pai, se julga correto, e se na verdade nada desabona a sua conduta moral, cujo pai está certo. E para ele é uma questão de orgulho exigir isso, de qualquer um que estiver sobre as suas ordens, ou simplesmente mais perto de sí.
Sabe-se que toda a juventude do mundo, libertou-se em 1960, principalmente a brasileira, a mais nova entre as demais nações; época, em que bem poucos jovens, ficaram sob as dependências psicofísicas dos pais, das mães, (padrastos ou madrastas), tutores ou quaisquer outros tipos de responsáveis; o mundo emancipou-se através da Organização das Nações Unidas, prevalecendo-se nos seus manifestos dos crimes de guerra, alegando sobre pais desnorteados psicológicamente, e outros pelas irresponsabilidades morais, malèficamente praticadas sobre a humanidade.
Na verdade os crimes de violências já existiam, mas, naquele intérin, dentro dos contextos de normas, constituidas pelo conselho da ônu, e homologadas pelo seu diretor-presidente, quase em unânimidade, elas foram apoiadas pela juventude e óbviamente, todas as autoridades do mundo, tiveram que cumprí-las e fazê-los cumprirem; e como todas as legislações, entre elas, estavam diversas leis impensadas sobre a conduta humana, em inúmeras jurisdições do mundo, sem a menor cláusula de revogação, nos casos da disciplina paternal, e o abuso de poder do adolecente; mesmo que o responsável pela família, fosse altamente idôneo no seu equilíbrio moral, imediatamente passaria a ser punido se o impusesse as suas ordens à sua própria família. Logo as leis do estado, através das suas autoridades não o dispensaria do castigo, e, ou das advertências, e com as liberdades juvenís, foram se ampliando em larga escala, até atingirem as libertinagens que, mesmo já existindo, ainda eram, um pouco mais refreadas, e não como essa desordem que até então, se deve a diversas leis e autoridades; exatamente as mesmas que ora tentam reprimí-las, mas, infelizmente é tarde.
Por tanto, meu jovem amigo, se aquele teu pai que o chamas de QUADRADO te pedir que MANÉRES, ou o imponhas que não faças qualquer leviandade, não ESQUENTA, pensa um pouco, ESFRIA e ouça-o, pois com certeza, ele só quer o teu bem; e não tenha dúvida, é bem melhor que a punição daqueles que, te fizeram ver a liberdade de um modo errado, avendando os teus olhos para que não o enxergasses o ensino, de como verdadeiramente usá-la. Mas, ainda é tempo de ser bom, ou pelo menos de melhorar um pouco, basta relaxar e dizer: Pro Inferno, as desobediências, contra aqueles que só me querem fazer o bem.
Tente dizer essas palavras, tiradas do fundo do coração, e faças do seu significado a tua nova lei, uma única coisa, te garanto; se assim fizeres, um dia agradecerás a Deus, em nome de todos os pais que, perderam o poder moral sobre os seus filhos, que também por não lhes ouvirem, estão nos jazigos ou presídios. Esqueças a ilusão social e sejas tu mesmo.
Certas leis irresponsáveis, não se devia dar ouvidos! Infelizmente, às vezes temos que obedecer o certo e o errado; não por se escolher esta opção; mas, porque o próprio judício, nos opõe.
Mas, procurem educar o pai com a disciplina exemplar que, o filho difìcilmente rejeitará os seus modos, e mesmo que mais tarde proteste contra alguma norma, ensine-o a refletir o bem, e óbviamente - o mal também, para que ele mesmo saiba escolher o seu caminho.
Nunca queira modelar o espírito do ser humano, mesmo que ele seja o seu filho, mesmo porque ele tem de voce - apenas a carne, o sangue e os ossos; portanto, ensine-o a ver os dois lados da moeda, para que aprenda a ganhar, e também a perder se for o caso... Não corra para o entregar o prato feito, pois se tiver que dar-lhe o prato feito, faça-o chegar-lhe à mão, bem lentamente... Porque só assim ele aprenderá como se adquire a mais santa de todas as virtudes, a paciência. Isso é apenas no caso de ter que dar, mais o correto mesmo, é instruí-lo a ter pelo esforço do seu próprio punho.
O desespero da fome e as injustiças sociais, fizeram muitos homens de bem, perderem as suas autoridades paternais, e as mães pela mesma forma; pois a fome e a injustiça trazem o sofrimento e o ódio; e bem poucos são aqueles que sabem separá-los e superá-los, quando precisam falar de amor, ou pregarem a paz. Apesar de tudo, não é só barriga cheia, sombra e água-fresca que faz o homem ser bom, é preciso também ter uma boa conduta, ou pelo menos seja temente à Deus: Porque se o for vazio dessas duas coisas, tudo pode ser o contrário, e em vez de ensinar o filho a se esquivar dos crimes, o induz ao submundo dos mesmos.
Quando um filho observa uma simples revolta do pai, contra alguns dos seus atos, ele ainda releva; mas, quando a revolta é geral sobre os seus predicados, ele se rebela e se amplia... E é aí que entram as leis, exatamente, eliminanado a possibilidade, de um possível diálogo entre os dois; pois mesmo que o pai seja do tipo conservador, e queira de qualquer modo que o filho o ouça e obedeça, sobre o que ele pensar e disser, cabe ao filho ouvir e obedecer, até que a sua maioridade chegue; porque certamente esse tipo de pai, se julga correto, e se na verdade nada desabona a sua conduta moral, cujo pai está certo. E para ele é uma questão de orgulho exigir isso, de qualquer um que estiver sobre as suas ordens, ou simplesmente mais perto de sí.
Sabe-se que toda a juventude do mundo, libertou-se em 1960, principalmente a brasileira, a mais nova entre as demais nações; época, em que bem poucos jovens, ficaram sob as dependências psicofísicas dos pais, das mães, (padrastos ou madrastas), tutores ou quaisquer outros tipos de responsáveis; o mundo emancipou-se através da Organização das Nações Unidas, prevalecendo-se nos seus manifestos dos crimes de guerra, alegando sobre pais desnorteados psicológicamente, e outros pelas irresponsabilidades morais, malèficamente praticadas sobre a humanidade.
Na verdade os crimes de violências já existiam, mas, naquele intérin, dentro dos contextos de normas, constituidas pelo conselho da ônu, e homologadas pelo seu diretor-presidente, quase em unânimidade, elas foram apoiadas pela juventude e óbviamente, todas as autoridades do mundo, tiveram que cumprí-las e fazê-los cumprirem; e como todas as legislações, entre elas, estavam diversas leis impensadas sobre a conduta humana, em inúmeras jurisdições do mundo, sem a menor cláusula de revogação, nos casos da disciplina paternal, e o abuso de poder do adolecente; mesmo que o responsável pela família, fosse altamente idôneo no seu equilíbrio moral, imediatamente passaria a ser punido se o impusesse as suas ordens à sua própria família. Logo as leis do estado, através das suas autoridades não o dispensaria do castigo, e, ou das advertências, e com as liberdades juvenís, foram se ampliando em larga escala, até atingirem as libertinagens que, mesmo já existindo, ainda eram, um pouco mais refreadas, e não como essa desordem que até então, se deve a diversas leis e autoridades; exatamente as mesmas que ora tentam reprimí-las, mas, infelizmente é tarde.
Por tanto, meu jovem amigo, se aquele teu pai que o chamas de QUADRADO te pedir que MANÉRES, ou o imponhas que não faças qualquer leviandade, não ESQUENTA, pensa um pouco, ESFRIA e ouça-o, pois com certeza, ele só quer o teu bem; e não tenha dúvida, é bem melhor que a punição daqueles que, te fizeram ver a liberdade de um modo errado, avendando os teus olhos para que não o enxergasses o ensino, de como verdadeiramente usá-la. Mas, ainda é tempo de ser bom, ou pelo menos de melhorar um pouco, basta relaxar e dizer: Pro Inferno, as desobediências, contra aqueles que só me querem fazer o bem.
Tente dizer essas palavras, tiradas do fundo do coração, e faças do seu significado a tua nova lei, uma única coisa, te garanto; se assim fizeres, um dia agradecerás a Deus, em nome de todos os pais que, perderam o poder moral sobre os seus filhos, que também por não lhes ouvirem, estão nos jazigos ou presídios. Esqueças a ilusão social e sejas tu mesmo.
sábado, 10 de dezembro de 2011
ROTINA
O GOVERNO E AS DEDUÇÕES ERRÔNEAS
O governo e as deduções errôneas. Quando uma crise assola o povo de um país democrático, muitos dizem que a culpa é do governo, e que se as leis não fossem tão fajutas, ninguém estaria passando por aquilo, mas isso não é verdade! Tá certo que, sobre as leis, até me calo e concordo; mas nem todos os diabos surgem desse mesmo inferno, e é preciso que todos vejam isto...
A droga, por exemplo; usa os fracos para consumí-la, e usa muitos outros de más condutas, como contraventores para distribuí-la; e socializa outra leva de inescrupulosos, para lavarem os seus lucros; e olhem que o seu dinheiro, é sempre um grande montante! E de onde sai tudo isso?
Diga-me se não é do povo!
Todo esse dinheiro, quando não é o produto de um assalto, é o resultado de um sequestro, de uma pistolagem, do extorquismo, ou de um estelionato qualquer; afóra dezenas e dezenas de furtos e roubos, praticados por profissionais e principiantes na marginalidade, e às vezes até inocentemente por um cidadão de bem, porque não precisamos ser viciados ou traficantes, para também sermos contribuintes dessa maldita sociedade.
Sabe-se que desde o ladrão de galinha, até o gigolor de rainha, existem milhares de delinquentes, e cada um faz o seu papel, em favor do crime... delitos que vão sempre depararem-se na mesma droga.
Portanto, os batedores de carteira; os descuidistas; os arrombadores; os assaltantes; os sequestradores; os estelionatários; os pistoleiros, e outros que nem sequer se pode imaginar as qualificações de suas condutas; contudo, pode-se apenas ter a certeza de que, todo o dineiro que gira em torno de todos os tráficos, foi cunhado pelo governo, em beneficio do bem-estar do seu próprio povo.
... e por isso mesmo deveria ser arrecadado só e únicamente por ele; para que novamente fosse redistribuido em troca das suas produções, e não retido ou desviado à bancos internacionais; tanto por empresários, como por políticos e traficantes, vís desumanos que pouco ou nada importam-se com a fome e a miséria dos mini-assalariados pais de famílias, crianças raquíticas ou prematuras, e acima de tudo, sofridos desde o ventre das mães, até as suas adolescências de revoltas.
O governo e as deduções errôneas. Quando uma crise assola o povo de um país democrático, muitos dizem que a culpa é do governo, e que se as leis não fossem tão fajutas, ninguém estaria passando por aquilo, mas isso não é verdade! Tá certo que, sobre as leis, até me calo e concordo; mas nem todos os diabos surgem desse mesmo inferno, e é preciso que todos vejam isto...
A droga, por exemplo; usa os fracos para consumí-la, e usa muitos outros de más condutas, como contraventores para distribuí-la; e socializa outra leva de inescrupulosos, para lavarem os seus lucros; e olhem que o seu dinheiro, é sempre um grande montante! E de onde sai tudo isso?
Diga-me se não é do povo!
Todo esse dinheiro, quando não é o produto de um assalto, é o resultado de um sequestro, de uma pistolagem, do extorquismo, ou de um estelionato qualquer; afóra dezenas e dezenas de furtos e roubos, praticados por profissionais e principiantes na marginalidade, e às vezes até inocentemente por um cidadão de bem, porque não precisamos ser viciados ou traficantes, para também sermos contribuintes dessa maldita sociedade.
Sabe-se que desde o ladrão de galinha, até o gigolor de rainha, existem milhares de delinquentes, e cada um faz o seu papel, em favor do crime... delitos que vão sempre depararem-se na mesma droga.
Portanto, os batedores de carteira; os descuidistas; os arrombadores; os assaltantes; os sequestradores; os estelionatários; os pistoleiros, e outros que nem sequer se pode imaginar as qualificações de suas condutas; contudo, pode-se apenas ter a certeza de que, todo o dineiro que gira em torno de todos os tráficos, foi cunhado pelo governo, em beneficio do bem-estar do seu próprio povo.
... e por isso mesmo deveria ser arrecadado só e únicamente por ele; para que novamente fosse redistribuido em troca das suas produções, e não retido ou desviado à bancos internacionais; tanto por empresários, como por políticos e traficantes, vís desumanos que pouco ou nada importam-se com a fome e a miséria dos mini-assalariados pais de famílias, crianças raquíticas ou prematuras, e acima de tudo, sofridos desde o ventre das mães, até as suas adolescências de revoltas.
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