sábado, 5 de setembro de 2015

VALORIZE A PALAVRA DE DEUS

O Salmo 119 contém 176 versículos exclusivamente dedicados a Palavra de Deus. O salmista se preocupa em demonstrar seu amor a Palavra do Senhor. Ele diz no versículo 97:“Quanto amo a tua lei! É a minha meditação, todo o dia!.. Ele afirma no versículo 103: “Quão doces são as tuas palavras ao meu paladar! Mais que o mel à minha boca.”
A exemplo do salmista precisamos amar e refugiar nossa alma na Palavra de Deus. Ela, mais do que lida, ouvida e apreciada, precisa ser obedecida e praticada. Obedecer e praticar a Palavra de Deus significa na prática amar ao próprio Deus.
O salmista também sabe que a Palavra é o instrumento para protege-lo de erros e desvios espirituais. Ele afirma no Salmo 119.101: “De todo mau caminho desvio os pés, para observar a tua palavra.” Assim, é certíssima a frase: “A Palavra de Deus ou vai mantê-lo longe do pecado ou o pecado lhe manterá longe da Palavra de Deus.” Agostinho de Hipona também afirmou: “ Se tu vives no pecado, a Palavra de Deus é o teu adversário. Ela será sempre o adversário de tua vontade até que ela se torne a autora de tua salvação.” O próprio Senhor Jesus afirmou em João 17.17: “Santifica-os na verdade, a Tua Palavra é a verdade.”
Em Mateus 4.3, Satanás vendo que o Senhor Jesus havia feito um jejum de quarenta dias, estando com fome, debaixo de uma necessidade física real, fez a proposta: “…Se és Filho de Deus, manda que estas pedras se transformem em pães.” O Senhor com muita destreza calou Satanás dizendo no versículo 4: “…Está escrito: Não só de pão viverá o homem, mas de toda palavra que procede da boca de Deus.”
A exemplo do Senhor Jesus, quando as tentações também chegarem, devemos manter nossas convicções na Palavra de Deus e não ceder ao nosso ego e prazer.
Quando a segunda geração de Israelitas estavam para tomar posse da terra de Canaã, Moisés solenemente afirmou em Deuteronômio 12.28: “Guarda e cumpre todas estas palavras que te ordeno, para que bem te suceda a ti e a teus filhos, depois de ti, para sempre, quando fizeres o que é bom e reto aos olhos do SENHOR, teu Deus.” Moisés sabia que o sucesso da vida deles dependia da obediência a Palavra de Deus. Os que obedecem a Palavra de Deus valorizam a tranquilidade e segurança de suas vidas.
Por isso, valorize a Palavra de Deus em sua vida. Deixe que ela lhe aconselhe. Prontifique-se a lê-la, estuda-la e ouvi-la todos os dias. E acima de tudo, aprimore em viver a mesma convicção do salmista no Salmo 119.105, que diz: “Lâmpada para os meus pés e a Tua palavra, e luz para os meus caminhos.”




VALORIZE A SUA PALAVRA

Oitenta dias foi o tempo que passou o meu carro na oficina para fazer lanternagem e pintura em geral, isso por que o prazo apalavrado pelo proprietário da oficina era de no máximo 45 dias, compromisso não comprido.

Hoje palavra e compromisso estão em extinção se os serviços não forem feito em contrato e reconhecido firma nada vale, diferente dos tempos dos nossos pais e avós, que bastava uma palavra e um aperto de mão o compromisso e negocio estava firmado, infelizmente hoje isso não acontece, a maioria das pessoas se esquivam do trato apalavrado e dos compromissos, são irônicas e até mesmo indiferentes ao verdadeiro sentido de ética e dignidade.

Para termos exemplos basta desviarmos o nosso foco para o nosso município e estado e até mesmo os nossos representantes em Brasília, com certeza vamos encontrar demagogos e não cumpridores das promessas feitas no período de eleições.

Bem política é um assunto a ser discutido em outra oportunidade. Voltando ao assunto discutido “valorização da palavra”, quero concluir que muitas vezes por mais que nos sintamos preparados e sábios, somos ingênuos e confiamos firmemente nas palavras de homens e esquecemos que o ser humano é falho e que só há uma pessoa que vela pela sua palavra para cumprir que seja o nosso Deus o todo poderoso.

Podemos encontrar na Bíblia versículos que testificam o que estou falando como: Jeremias 1:12 “Disse o Senhor: Viste bem, por que velo sobre a minha palavra para cumprir. Isaias 55:11” assim será a palavra que sai da minha boca: não voltará para mim vazia, mas fará o que a mim apraz e prosperará naquilo que a designei” Ezequiel 12:28.”
Portanto, dize-lhes: Assim diz o Senhor Deus: Não será retardada nenhuma das minhas das minhas palavras; e a palavra que falei se cumprirá, diz o Senhor Deus”.
Valorizemos a nossa palavra!


Moisés abençoa as tribos de Israel

Todas as passagens da Bíblia sobre o episódio "Moisés abençoa as tribos".
Deuteronômio 33
Esta é a bênção com a qual Moisés, homem de Deus, abençoou os israelitas antes da sua morte.
Ele disse:
"O Senhor veio do Sinai
e alvoreceu sobre eles desde o Seir,
resplandeceu desde o monte Parã.
Veio com miríades de santos desde o sul,
desde as encostas de suas montanhas.
Certamente és tu que amas o povo;
todos os santos estão em tuas mãos.
A teus pés todos eles se prostram
e de ti recebem instrução,
a lei que Moisés nos deu,
a herança da assembleia de Jacó.
Ele era rei sobre Jesurum,
quando os chefes do povo se reuniam,
juntamente com as tribos de Israel.
"Que Rúben viva e não morra,
mesmo sendo poucos os seus homens".
E disse a respeito de Judá:
"Ouve, ó Senhor, o grito de Judá;
traze-o para o seu povo.
Que as suas próprias mãos
sejam suficientes,
e que haja auxílio
contra os seus adversários!"
A respeito de Levi disse:
"O teu Urim e o teu Tumim pertencem
ao homem a quem favoreceste.
Tu o provaste em Massá;
disputaste com ele
junto às águas de Meribá.
Levi disse do seu pai e da sua mãe:
'Não tenho consideração por eles'.
Não reconheceu os seus irmãos,
nem conheceu os próprios filhos,
apesar de que guardaram a tua palavra
e observaram a tua aliança.
Ele ensina as tuas ordenanças a Jacó
e a tua lei a Israel.
Ele te oferece incenso
e holocaustos completos no teu altar.
Abençoa todos os seus esforços,
ó Senhor,
e aprova a obra das suas mãos.
Despedaça os lombos
dos seus adversários,
dos que o odeiam,
sejam quem forem".
A respeito de Benjamim disse:
"Que o amado do Senhor
descanse nele em segurança,
pois ele o protege o tempo inteiro,
e aquele a quem o Senhor ama
descansa nos seus braços".
A respeito de José disse:
"Que o Senhor abençoe a sua terra
com o precioso orvalho
que vem de cima, do céu,
e com as águas das profundezas;
com o melhor que o sol amadurece
e com o melhor que a lua possa dar;
com as dádivas mais bem escolhidas
dos montes antigos
e com a fertilidade das colinas eternas;
com os melhores frutos da terra
e a sua plenitude,
e com o favor daquele
que apareceu na sarça ardente.
Que tudo isso repouse
sobre a cabeça de José,
sobre a fronte do escolhido
entre os seus irmãos.
É majestoso como a primeira cria
de um touro;
seus chifres são os chifres
de um boi selvagem,
com os quais ferirá as nações
até os confins da terra.
Assim são as dezenas de milhares
de Efraim;
assim são os milhares de Manassés".
A respeito de Zebulom disse:
"Alegre-se, Zebulom,
em suas viagens,
e você, Issacar, em suas tendas.
Eles convocarão povos para o monte
e ali oferecerão sacrifícios de justiça;
farão um banquete
com a riqueza dos mares,
com os tesouros ocultos das praias".
A respeito de Gade disse:
"Bendito é aquele
que amplia os domínios de Gade!
Gade fica à espreita como um leão;
despedaça um braço e também a cabeça.
Escolheu para si o melhor;
a porção do líder lhe foi reservada.
Tornou-se o chefe do povo
e executou a justa vontade do Senhor
e os seus juízos sobre Israel".
A respeito de Dã disse:
"Dã é um filhote de leão,
que vem saltando desde Basã".
A respeito de Naftali disse:
"Naftali tem fartura do favor do Senhor
e está repleto de suas bênçãos;
suas posses estendem-se para o sul,
em direção ao mar".
A respeito de Aser disse:
"Bendito é Aser entre os filhos;
seja ele favorecido por seus irmãos,
e banhe os seus pés no azeite!
Sejam de ferro e bronze
as trancas das suas portas,
e dure a sua força como os seus dias.
"Não há ninguém
como o Deus de Jesurum,
que cavalga os céus para ajudá-lo,
e cavalga as nuvens em sua majestade!
O Deus eterno é o seu refúgio,
e para segurá-lo
estão os braços eternos.
Ele expulsará os inimigos
da sua presença,
dizendo: 'Destrua-os!'
28Somente Israel viverá em segurança;
a fonte de Jacó está segura
numa terra de trigo e de vinho novo,
onde os céus gotejam orvalho.
29Como você é feliz, Israel!
Quem é como você,
povo salvo pelo Senhor?
Ele é o seu abrigo, o seu ajudador
e a sua espada gloriosa.
Os seus inimigos se encolherão
diante de você,
mas você pisará as suas colinas".



Irmão messias

sexta-feira, 4 de setembro de 2015


A Educação dos Filhos no Lar
Todos os males da sociedade, sejam financeiros, políticos, trabalhistas, escolares ou religiosos têm a sua origem no coração do homem. Sabemos como é o coração do homem (Jeremias. 17:9; Romanos 3:10-23). A instituição que Deus estabeleceu, ainda no jardim do Éden, que ajuntou duas pessoas em maneiras especificas para ser uma unidade é o que chamamos de família. O ambiente que é formado pelo amor exercitado entre todos da família cria o que chamamos de “o lar”. O lar tem suma importância na vida humana pois é o berço de costumes, hábitos, caráter, crenças e morais de cada ser humano,
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seja no contexto mundial, nacional, municipal ou familiar. Então, podemos dizer, como vai o lar vai o mundo, e também, o que é bom para a família é bom para o mundo.

Tal lar, tal mundo.
Reconhecendo a existência e influência do pecado, sabemos que todos os lares não estão operando com as mesmas regras e propósitos com os quais um lar cristão opera. Aprender o que as Escrituras na  Bíblia nos ensina, sobre o assunto do lar, é uma garantia que atingiremos o alvo, o qual Deus tem para nós na relação de família.

Primeiro: O Que é Educação dos Filhos.  Provérbios 4:23; 20:11
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Educação de almas quer dizer semear e ajudar
a implantação de princípios verdadeiros no coração dos filhos.
A responsabilidade dos pais é de treinar e desenvolver estas verdades continuamente
até que sejam enraizadas no coração do filho
ao ponto que sejam visíveis no comportamento e o raciocínio das ações dos filhos.
 
Entrando no assunto de educação de filhos devemos entender o que basicamente ela é. Educação de filhos é educação de almas. O coração da criança é o alvo de educação. Se o coração de uma criança é treinado, as ações da vida de um adulto serão influenciadas.

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Pelas ações de uma pessoa se conhece seu coração (Prov. 20:11). Por essa importância dada ao coração de uma pessoa a educação de filhos deve indicar o treinamento do coração (Prov. 4:23).

Uma observação deve ser dada nesta altura. Quando uma criança faz algo que não é aceitável pelos pais a tendência é desculpar tal ação pelo ditado, ‘é coisa de criança’, ou ‘é coisa de jovem’. Uma atitude dessa é nada menos de uma fuga de responsabilidade que os pais têm em corrigir as ações dos seus filhos. Também tal ditado reflete uma falta de crença nas próprias  Escrituras da Bíblia que diz,  que:  pelas ações da criança se conhece a criança. A verdade é: as ações tolas vem de uma criança tola. O que é necessário neste caso é uma correção e não uma desculpa (Prov. 22:15).
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Tolice deve ser cortado em crianças de qualquer idade. O que a criança faz indica o que ela é de coração. Educação adequada transformará tal coração em prudência, auto controle e sabedoria (Prov. 29:15). O que é necessário,  é educação, não uma desculpa.

Seria bom aqui já abordar o assunto do que a educação dos filhos não é. Educando os filhos não é só o que os pais investem no filho, desde
o abc ao mestrado da universidade. É muito além de um ambiente de bem estar no lar. O desenvolvimento no lar de um lado positivo e construtivo para o filho é importante, mas não é a soma do assunto de educação de filhos. Os pais fornecendo roupa de bom gosto, comida deliciosa, habitação adequada,
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escolaridade avançada, proteção adequada e posição social não deve ser igualada à totalidade na educação de filhos. Todas essa áreas de uma vida podem ser cultivadas e bem estabelecidas sem ter dado uma educação propícia ao filho.

A alma do filho deve ser treinada. Ela não é neutra. Ou ela tem Deus como o alvo de agradar ou ela tem o que não é de Deus como o alvo de agradar e imitar. Não existem outras opções. “Do coração procedem os maus pensamentos, mortes, adultérios, prostituição, furtos, falsos testemunhos e blasfêmias.” (Mateus 15:19).
Mesmo que a atitude que um filho eventualmente terá de Deus depende de uma decisão final do filho, os pais treinando o filho
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de um ponto de vista de temor a Deus e obediência em amor da palavra de Deus produzirá no filho os fatos necessários para ele fazer a sua própria decisão um dia.
Mas até esse dia, os pais têm uma responsabilidade de educar a alma do filho no caminho em que deve andar (Prov. 22:6).

Quando um pai e uma mãe entendem que as ações do filho refletem o estado do coração do seu filho e não só imaturidade ou fases de crescimento, eles têm uma base boa para enfrentar todos os desafios que vem junto o privilégio de ter o filho.


 Segundo:  A Autoridade na Educação dos Filhos.
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Há opiniões diferentes sobre a educação dos filhos. Cada pai e cada mãe têm uma opinião como a educação deve ser feita, pelo menos por uma fase ou outra na vida do filho.
Geralmente essa opinião é uma reação contra a maneira que eles foram criados ou é uma opinião baseada num método que eles mesmo têm desenvolvido.
Os ‘profissionais’ têm opiniões também. Estas opiniões são diversos e até entre elas, há conflitos.
A sociedade dita inferências que podem ou não responder às realidades.
Os sentimentos no seio dos pais podem também indicar um caminho que deve ser escolhido neste desafio de educação dos filhos.

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O desafio de educar os filhos e a diversidade de opiniões que mudem com o passar do tempo são tantas que podemos entender que só tendo a capacidade de trazer filhos ao mundo não em si capacita para educar os filhos na maneiro coerente.

Na face de tantas dúvidas e perguntas deve ser bem expressado que há uma maneira certa e há maneiras erradas na educação de filhos.
Há mesmo um padrão para todos. 
Há absolutos.
A verdade é que se a educação de filhos é educação de almas então a única fonte viável de instrução, são as Escrituras Sagradas na Bíblia (Prov. 9:10,11).

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As Escrituras na Bíblia são Puras, e Inteiras - Hebreus 4:12
As Escrituras da Bíblia são de Deus. Sendo de Deus elas são os únicos livros não adaptados à opiniões, pensamentos ou filosofias do homem. As Escrituras Sagradas na Bíblia, manteem-se estáveis em todas as épocas. Ela é sempre atual e por isso não é carente em nenhum ponto qualquer para ser aplicada em qualquer situação e especialmente nos desafios na educação de filhos.

A Bíblia é Necessária - Mateus 4:4
Como o pão é necessário para o corpo física, a Palavra de Deus é necessária para a alma, e  ou, o espírito do homem. E para as almas dos filhos serem educadas, é necessário dessa alimentação espiritual.

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As Escrituras Sagradas são esta alimentação espiritual (João 6:63; Hebreus 4:12, “ e penetra até à divisão da alma e do espírito ... e é apta para discernir os pensamentos e intenções do coração”).

Na educação dos filhos é uma pratica boa para os pais levarem os filhos ao conhecimento do fato que são principios Bíblicos, que, eles estão baseando as suas ações para com os filhos. Se os pais, na educação dos filhos, só colocam a sua própria palavra como a autoridade final de tudo, um dia mais cedo ou mais tarde, os filhos podem se rebelar contra o raciocínio dos pais.
Mas se os pais estão treinando os filhos segundo aos princípios Bíblicos,

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e informando aos filhos que os princípios que os pais estão ensinando são realmente princípios de Deus, a autoridade já é diferente.
Se o filho rebelar-se, contra os princípios Bíblicos, ele torna de ser contra Deus. Então, é sábio para os pais serem conhecedores dos ensinamentos da Bíblia, tê-los em pratica na suas próprias vidas e deixar os filhos saberem que o que eles, como pais, estão exigindo, Deus está exigindo em primeiro lugar.


Para a alma do filho ser treinada, ela necessita instrução espiritual.

A Bíblia é Superior - Isaías 55: 8, 9


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Qualquer sistema de pensamento que não baseia-se na Palavra de Deus é falho (Prov. 28:26).
A filosofia do homem eventualmente levará à deificação do homem. Se não é de Deus não levará a Deus. Lembramos como é o coração do homem (Jeremias 17: 9).
Se a filosofia usada na educação dos filhos não for divina, o filho não terá orientação adequada para todos as áreas da sua vida. Só quando a criança sabe de onde veio, para qual razão veio e para onde vai pode realmente ser bem equilibrada.
Só as Escrituras na Bíblia podem dar as respostas competentes para estas perguntas essenciais. A Escritura na Bíblia, é a revelação adequada de toda a verdade necessária sobre o homem e sobre Deus.
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 A sabedoria do homem nunca pode levar o homem a Deus nem às verdades espirituais (I Coríntios 1:21; 2:14). Qualquer pessoa só pode se conhecer e saber a verdade de Deus através da revelação que Deus deu do homem e de Si mesmo – as Escrituras Sagradas na Bíblia.

Naturalmente cada homem tem opiniões baseadas nos seus próprios conhecimentos adquiridos pelo ensino, tanto pelo sistema humano, quanto pelas suas próprias experiências. Quando se aprende o que diz Deus de qualquer assunto, a ação apropriada será de avaliar as opiniões pessoais com o ensinamento da Palavra de Deus. Nunca devemos julgar a Palavra de Deus pelos nossos pensamentos, mas, a vice-versa é necessário.

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A Bíblia é Divina - II Timóteo 3:16; II Pedro 1:20,21

A Palavra de Deus é de Deus e é para o benefício do homem. Sendo divina, ela tem o que o homem necessita para orientar em assuntos tanto à vida terrestre quanto à vida celeste.
O que é certo e errado, são absolutos.
Só Deus pode comunicar com autoridade nestes assuntos.                                          A Bíblia pode ser consultada nos assuntos morais.

O que é necessário para o homem, é aqui na Bíblia, (Deuteronômio 29: 29). A Bíblia não ensina tudo o que é possível saber, mas tudo o que é necessário é abordado. Ela foi escrita e assim pode ser estudada.
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Os princípios dela quando são aplicados em pratica com regularidade e exigência só apontam para sucessos. Sendo divina, a Bíblia é confiável.

A Bíblia é Verdade - João 17:17; Josué 1:8
Deus não pode mentir (Hebreus 6:18). Quando os princípios da Bíblia são aplicados numa maneira certa eles produzem resultados previstos.
Ela é fonte de verdades absolutas. Há consequências fixas tanto na observação quanto na negação dos princípios dela. Se observe os, terão bênçãos (Deuteronômio 28:1,2; Jeremias 15:16). Se não observe os, não terão bênçãos (Deuteronômio 28:15; Josué 1:8). Não precisa meio-termo quando se fala do que ensina a Bíblia.


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A Responsabilidade dos Pais
 
Filhos São Dádivas de Deus
A vida humana para Deus é sagrada.        A vida humana é diferente da vida animal ou orgânica (Gênesis 2:7).
Por ser diferente Deus cobra do homem o seu tratamento para com seu próximo (tem-se por exemplo, Caim - Gênesis. 4:8-12 e a Lei - Êxodo 21:12-16) uma coisa que Deus não faz com as outras formas de vida que Ele criou.  
A vida humana tem tratamento diferenciado pois é diferente. O homem foi feito na imagem de Deus e Deus o deu o “fôlego de vida” (Gênesis. 1:26,27; 2:7), uma alma.

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Pelos pais Deus dá vida humana. A parte genética de certo vem dos pais, mas Deus tem dada a essência da vida, a alma (Gênesis 2:7; Jó 33:4; Salmos 127:3). Mesmo que os pais não planejaram ter um filho ou outro, a conseqüência dos fatos é que têm filhos e estes são criações e dádivas de Deus.
Deus faz tudo com propósito. As vezes Ele revela este propósito a nós, outras vezes não, (Deuteronômio 29:29). Se Deus os deu filhos, e se Deus os fez, Ele os tem dado e os tem feito com propósitos específicos pois, Ele opera tudo “segundo o conselho da sua vontade” (Efésios 1:11).
O fato que os filhos são dádivas de Deus aos pais indica responsabilidade dos pais para com Deus pelos filhos recebidos.      A vida dos filhos que Deus tem dado aos

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pais como uma herança implica responsabilidade, pois a vida a Deus é sagrada. Abençoado o lar que tem pais que temem a Deus e toma como algo de grande importância a responsabilidade de treinar os filhos na maneira de agradar Deus.

Abençoado também os filhos que vivem como se tenham responsabilidade para com Deus de viver como uma dádiva de Deus aos pais.

A Verdade da Responsabilidade
Deut 6:6-9; Provérbios 22:6; Efés 6:4

Há ordem no que Deus faz. Examinando mundo animal, o corpo celeste, o corpo humano, as leis de Deus e as ações de Deus para com seu povo

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(Arca de Noé, Tabernáculo, Igreja) se vê que há gloriosa ordem em tudo que Deus tem feito. A família não é nada diferente. Há uma hierarquia de comando no lar que garante paz e ordem no lar (I Cor 11:3; Efés 6:1-4). Os pais, depois de Deus, são os que tenham a primeira responsabilidade no lar (Deut 6:6-9; Efés 6:4). Para entender que Deus cobra dos pais as ações dos filhos vede o exemplo de Eli (I Samuel 2:27-29; 3:13).

Só por terem a responsabilidade não quer dizer que todos os pais sentem capazes de educar os filhos. Muitos pais já sentem fracassados mesmo antes de começar, e outros sentem o mesmo depois de começar. Parece que tanto mais tempo exercitados como pais menos que sente capaz.

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Talvez por não terem exemplos adequados ou por sentirem ignorante da maneira certa muitos já pensem que tem falta de capacidade. Independente dos sentimentos dos pais, a sua experiência boa ou má ou até a falta dela, o mandamento dos pais para com os seus filhos é o mesmo. Deus mandou, então há responsabilidade. A posição dos pais é uma posição que Deus tem dado. Lembra-se que os filhos vem dEle.

Pais Devem Ser Honrados
Êxodo 20:12; Deuteronômio 21:18-21; 27:17; Efésios 6:2

Deus quer receber glória em tudo que Ele faz (Jeremias 9:23,24; Marco 12:30; Apocalipse 5:13). Pais têm responsabilidade no lar, e também os filhos.
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Aquela posição que Deus tem dado aos pais deve receber a honra dos filhos. Os pais têm a responsabilidade de glorificar Deus pela instrução dado aos filhos. Os filhos têm responsabilidade de glorificar Deus pela honra que dão aos pais. Todos no lar têm responsabilidade de glorificar Deus (Efésios 6:1-4).

Mesmo que os pais não sentem dignos de terem a honra dos filhos, Deus mande que os filhos honram os pais do mesmo jeito. Deus tem dado esta posição aos pais e os pais devem cumprir o melhor possível as responsabilidades da posição. Se os pais não vivem dignamente de receberem honra, Deus cuidará deles. Os filhos não precisam julgar os pais dignos antes que dão honra aos pais. Os filhos devem dar honra aos pais pois é mandamento de Deus que eles a dão.
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Os filhos que não dão honra aos pais, Deus também os cuidarão (Provérbios 30:17). É um favor aos filhos no desempenhos das suas responsabilidades de honrarem os pais se os pais ensinem os filhos de honrar eles como pais. Os pais nunca devem permitir que os filhos desrespeitem a posição que Deus tem os dado (Mateus 15:4-6). Também facilita as coisas se os pais vivem dignamente de receberem tal honra.

Para ver o grau de erro que os filhos que não respeitarem os pais cometem, devem considerar estas listas de pecados grossos e verão que o pecado de desobedecer os pais esteja bem no meio: Romanos 1:28-32; II Timóteo 3:1-5. Pela examinação destas referencias, não fica consciente que os pais devem ser honrados?


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Pais Têm Autoridade.
Se Deus fez tudo segundo seu propósito, pode crer que Ele tem planos para desenrolar tal propósito. Ele nos revelou pelas escrituras na Bíblia, os planos quais são importantes para nós sabermos.          A verdade, que autoridade existe no mundo, não deve restar nenhuma qualquer dúvida.
Agora queremos estudar para saber o que é autoridade, ver um exemplo convincente de autoridade em ação e entender os princípios de autoridade.

Primeiro: O que é Autoridade

Autoridade definida é o direito ou poder de se fazer obedecer, de dar ordens, de tomar decisões, de agir, etc.,

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mesmo que haja muitos que não usem corretamente a autoridade que Deus tem estipulado para que os outros usassem, o princípio de autoridade não muda. Há um que tem domínio, e os outros precisam de o obedecer. Se for de outra maneira, autoridade seria inexistente.

O exemplo supremo de autoridade é Deus. Deus é a primeira e a última autoridade (Salmos 47:2; 83:18). Só Deus é o “SENHOR, Altíssimo”. Deus pode ser considerado a autoridade suprema porque:

Por Ele ser o criador de tudo já é suficiente razão para Ele ter autoridade sobre tudo (Romanos 11:36; Apocalipse 4:11: 5:13).


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Por Deus ser o onipotente e sobre tudo no céu e na terra mostra que tudo e todos devem obedecer a Sua autoridade (Daniel 4:34,35).
Por Deus ser amor e o ser perfeito mostra que só Ele deve ter todo o respeito de autoridade (I João 4:8; Romanos  2:4; Salmos 145:3,17).
Por exercitar perfeitamente e com justiça tal autoridade. De Deus veio a lei e é “Deus que há de trazer a juízo toda a obra, e até tudo o que está encoberto, quer seja bom, quer seja mau.”  (Eclesiastes 12:14; Apocalipse 20:7-15).

 
Os pais e os filhos podem aprender muito pela consideração íntima da autoridade de Deus e como Ele exercita Sua autoridade em todas as situações.
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Deus sendo a autoridade suprema Ele tem delegado autoridade entre vários no mundo como aquilo que agradou Ele. As autoridades que Ele estipulou no mundo (Romanos 13;1,2), inclusive no lar (I Corintios 11:3; Efésios 6:1-4), devem ser vistas como uma extensão da Sua autoridade. Isso, “porque não há potestade que não venha de Deus; e as potestades que há foram ordenadas por Deus... Por isso quem resiste à potestade resiste à ordenação de Deus; e os que resistem trarão sobre si mesmos a condenação.” (Romanos 13:1,2,7).

Os princípios de autoridade são os caraterísticos ou a natureza dela. Devemos qualificar qualquer autoridade pelos estes princípios:


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Deus é a autoridade suprema (Êxodo 8:10; 9:14; Romanos 11:36).
As instituições estabelecidas por Deus, bem como governo, casamento, família e igreja foram instituídas para o desempenho ordenadodos propósitos de Deus (Romanos 13:1; Efésios 1:11; I Corintios 14:40).
Aquele que tem uma posição de autoridade em qualquer instituição que Deus tem estabelecida só pode exercitar o seu domínio entre os limites daquela instituição. Por exemplo: um governo entre os limites do seu país; um pai entre os limites da sua família, etc. (Efésios 6:1, “vossos pais”; 5:24, “seus maridos”).
Cada pessoa tem uma autoridade sobre Ele, pois Deus é sobre todos (Jó 34:12,13; Romanos 11:36; I Corintios 11:3).
                       
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Autoridade tem limites. O governador tem autoridade entre os seus governados mas não entre os governados por outros governos (a menos que no evento de auto defesa). O pai tem autoridade no seu lar mas ele também tem limites. Por exemplo, o pai não tem autoridade de pedir seu filho roubar nem controlar os filhos dos outros, a não ser que é para proteger a sua própria família (Efésios 6:1,4).

Há ordem no que Deus tem estabelecido e a capacidade de controlar tudo resta com Deus. Nenhum homem por mais bom que seja ou por mais poderoso que seja pode controlar tão justa e bem quanto Deus. Só Deus é onisciente, onipresente e onipotente (Êxodo 8:10; 9:14).



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A Autoridade dos Pais.
Agora queremos entender como as verdades de autoridade aprendidas já podem ser aplicadas no lar. É uma coisa saber o certo, é outra coisa fazer o certo. Não é abençoado o homem que só olha no espelho, mas aquele que olha e não esquece os defeitos que viu (Tiago 1:23). Só pelo fazer o que se ouve da Palavra é de edificar algo firme, bem estabelecido e duradouro (Mateus 7:24-27).
A primeira verdade que queremos entender neste aspecto é que os filhos têm uma obrigação obedecer os pais. Essa ação de obedecer não é opção dos pais e nem dos filhos (Efés 6:1; Colossenses 3:20). A palavra obedecer no grego significa de dar ouvidos (como um subordinado, Colossenses 3:22);
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ouvir atentivamente; com implicação de ouvir para fazer o que for pedido, ou para conformar à autoridade.              

É de obedecer como os ventos e o mar obedecem a palavra de Jesus (Mateus 8:27), os espíritos imundos obedecem a autoridade de Jesus (Marco 1:27), como Abraão obedeceu  a Deus (Hebreus 11:8) e como Sara obedeceu a Abraão (I Pedro 3:6).
O pecador obedeça a chamada de Deus pela palavra nesta maneira (Hebreus 5:9). Negativamente, os crentes não devem obedecer como um subordinado ou como um servo às concupiscências da carne (Romanos 6:12,16). O que os pais pedem para os filhos fazerem, os filhos devem fazer.
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É isso o significado da palavra ‘obedecer’ na relação filho e pai.
A palavra dos pais é lei. Se é os filhos que devem obedecer aos pais, então podemos entender que são os pais que estabelecem os parâmetros no lar. Enquanto os filhos estão no lar,  a obediência é necessária . De outra maneira, a autoridade é inexistente.
Os pais têm a responsabilidade e a autoridade de Deus de até forçar a submissão dos filhos a fazer o que for pedido deles. Deus requer dos pais o controle dos filhos (castigo por não controlar os filhos mesmo sendo moços     I Samuel 3:13; rebeldia como resultado de não controlar os filhos                                I Reis 1:6; a instrução de controlar os filhos - Provérbios 23:13, 14).

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Isso não quer dizer que os pais não podem errar nem que o pais podem ultrapassar os limites da sua autoridade.
Os princípios de autoridade já estudados continuem em efeito neste relacionamento, e em verdade, em todos os relacionamentos que tem autoridade envolvida.
Se tem autoridade, a natureza ou os caraterísticos dela fiquem em evidência. Em conclusão entendemos que no lar são os pais que estabelecem os limites para os filhos e que os filhos têm a obrigação de submeterem-se à essa autoridade.
Por isso, os pais não devem procurar ser o “amigão” ou “o irmão maior” dos filhos. Devem ser os pais - a autoridade para ser obedecida, os líderes. Se os pais são pais verdadeiros e dão liderança,
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quando os filhos são mais velhos, serão amigos dos pais.
Nenhuma outra instituição estabelecida por Deus, tem a mesma autoridade sobre os filhos. Os filhos devem honrar (decidir dar estimação) às outras autoridades, mas não devem obedecer com a mesma submissão (ser obrigatório, mesmo sem gostar de dar) tanto quanto aos seus pais.
É certo que devemos sujeitar nos às autoridades civis (Romanos 13:1; Tito 3:1) mas uma outra palavra grega é usada para essa subordinação. Essa outra palavra grega dá o entender que a vontade é exercitada nesse caso. Uma ação da vontade é evidente sem ter a absoluta obrigação de fazer algo.
Essa palavra é usada para os mais jovens se sujeitarem aos mais velhos
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(I Pedro 5:5), as esposas aos maridos (Efésios 5:22; Colossenses 3:18), todos os crentes um ao outro (I Pedro 5:5), servos aos mestres (I Pedro 2:18) a igreja a Cristo (Efésios 5:24) , Cristo ao Pai (I Corintios 15:28) e Cristo a José e Maria (Lucas 2:51).
Nestes casos vejamos a ação da vontade dirigindo tais ações. É uma obediência escolhida, desejada em amor com respeito à posição da pessoa que está fazendo o pedido.
Mas a palavra usada para aquele relacionamento de pai e filho, é aquela com o significado que os filhos devem obedecer mesmo que não queram. É uma obediência absoluta, mesmo sem o exercício da vontade nem necessariamente por amor à pessoa que está fazendo o pedido.
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Então é evidente que as outras instituições (governo, escola, igreja, etc.), têm uma autoridade sobre os filhos e os filhos têm uma responsabilidade para com as outras instituições de obedece-las, mas não é aquela mesma responsabilidade de obedecer que os filhos devem ter para com os pais nem é a mesma autoridade que os pais exercitem sobre os filhos.

A Posição do Governo no Lar.

Será que podemos achar na Bíblia a indicação da pratica tão popular no mundo hoje que se os pais errem no seu desempenho como pais, o governo tem o direito e a responsabilidade de tomar o lugar dos pais no lar?


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Estudando Mateus 15:4; Êxodo 21:15,17; Deuteronômio 27:16; Provérbios 30:17 podemos aprender que são os pais que o governo deve apoiar. A posição de autoridade dos pais deve ser reforçada pelas ações do governo.
O governo deve restaurar a autoridade dos pais e não substitui-la. O governo deve ver que os filhos obedecem os pais em vez de verificar que os pais cuidam bem dos filhos.

Se o governo quer ser Bíblico, que ele apoie os pais e ajude eles na disciplina dos filhos. De outra maneira é interferência.


A Benção dos Filhos que Obedecem os Pais.


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Quando os pais obedecem a Palavra de Deus e sejam a autoridade devida no lar respeitando os princípios de autoridade; e quando a autoridade do lar for respeitada pelos filhos, há grande recompensa. Essa recompensa será nas esferas pessoais, sociais, escolares e eclesiásticas. Como é o lar, tal é o mundo. Se o berço de costumes, hábitos, caráter, crenças e morais de cada ser humano for estabelecido com respeito à autoridade, então a humanidade recolhera ordem e bênçãos divinas (Efés 6:2,3; Êxodo 20:12;  Provérbios 3:1,2).

Quando os pais requerem que os filhos obedecem eles e quando os filhos obedecem com respeito aos pais, Deus os abençoa grandemente. No mundo há grande número de influências contrárias à boa formação de caráter e virtude nos filhos.
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Também existe a destruição geral no mundo por causa de pecado. Da mesma forma pode ter a maldição particular sobre a terra, um país, cidade ou família por causa de pecado. Mas quando há obediência na parte dos filhos, e além disso, na parte dos filhos para com os pais, uma proteção está armada sobre tais filhos. Funciona como um guarda-chuva resguardando os que estão embaixo dele dos elementos diversos da natureza. Deus proteja os filhos que obedecem os pais desta maneira dando os favor especial (Jeremias 35:14-19), glória particular (João 17:4; Filipense 2:8-11), bênçãos reservadas (Provérbios 3:13-18) e oportunidades exclusivas (Êxodo 20:12; Efésios 6:1-3). Os dias longos pode referir ao fato que tais filhos em geral não seriam atingidos com os desastres naturais para morrerem cedo na vida.
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Também refere às oportunidades para se enriquecerem pois tanto mais dias que tem, mais oportunidades para ter êxito nos negócios).
Se os pais forem obedientes a Deus, os filhos saberão o caminho que devem andar (Deuteronômio 6:6-9) e tais filhos, andando naqueles caminhos, terão grande recompensas.
Contrariamente, os filhos que não obedecem os pais terão nada menos que a destruição normal do pecado e mais a anátema de Deus sobre eles (Deuteronômio 21:18-21; Provérbios 20:20; 30:17).
Por exemplo, ver os casos de Caim (Gênesis. 4), Cão (Gênesis. 9:20-27) e de Absalão (II Samuel 18:9)

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e deve-se considerar as listas de pecados abomináveis de Romanos 1:29-32,  e II Timóteo 3:1-5.

A Importância de Autoridade.
A autoridade não é só uma verdade e boa para ser aplicada no lar. Ela também tem influencias aonde é que ela é exercitada com o equilíbrio da Verdade, nas Escrituras Sagradas, contida harmoniosamente nos versículos bíblicos.

É Direito

Devemos lembrar que Deus tem dado a autoridade aos pais. Os pais não inventaram o sistema, é divina.
A posição de ser pai traz junto a responsabilidade de autoridade divina.

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Os pais realmente são agentes de Deus desta responsabilidade divina no lar. O lar é administrado pelos pais e devem influenciar tudo no lar. A musica, filmes e atividades no lar é da responsabilidade dos pais. A cabeça do lar deve tomar as decisões no lar. Os amigos com quem anda os filhos devem passar pela aprovação dos pais. A influência da educação escolar deve também ter o aval dos pais. Se a educação não for em conformidade dos princípios morais dos pais uma mudança deve ser feito pois quem é responsável em primeiro lugar são os pais, um direito divino. Os pais que não exercitam devidamente a sua posição de responsabilidade como agentes de Deus no lar, não podem desculpar essa falta no pastor, a igreja, a escola ou a sociedade.

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Deus deu os o direito de ensinar autoridade no lar e são eles que precisam levar qualquer culpa pela falta da pratica de serem os representantes de Deus no lar (I Samuel 3:13).


É Liderança.

A maneira que os pais cuidam da autoridade no lar dá um exemplo para os filhos seguirem quando terão filhos.
É fato que os filhos precisam de um exemplo; alguém que eles podem respeitar e seguir. Se não for achado no lar será achado fora do lar. A autoridade firme no lar exercitada pelos pais em amor supre esta necessidade dos filhos em terem este exemplo e dá lhes um modelo oficial para servir de padrão para as suas vidas.
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Ai dos pais que não dão um exemplo bíblico para os seus filhos (Lucas 17:1,2; Provérbios 13:13).


É Influência.

A autoridade no lar refletirá nas atitudes dos filhos sobre autoridade em qualquer lugar: no governo (Romanos 13:1-7), trabalho (Efésios 6:5-9), lar (Efésios 5:22-24; 6:1-4) na escola e igreja (Efésios 1:21-23). Se os filhos veem os pais como pessoas justas no exercício da autoridade eles terão uma confiança que as que têm autoridade em outros lugares também serão justas.
Se os pais corrigem pelos erros, vão crer que as autoridades na escola, governo, etc., também corrigirão pelos erros cometidos.
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 Os pais que veem a sua posição como dada por Deus e entendem que a sua autoridade foi dada por Deus para ser usada para a glória de Deus apontarão repetidas vezes à pessoa de Deus como a razão das suas ações.
Isso acostumaria os filhos à idéia do direito e autoridade divina sobre as suas vidas (Provérbios 22:6).
Contrariamente se os pais dão um exemplo de displicência na formação dessa atitude sobre a autoridade, os filhos também terão a mesma falha nas suas personalidades e vão esperar que os outros em posições de autoridade sejam tão preguiçosos quanto a seus pais neste respeito.
Seria interessante ver quantos reis seguiram o exemplo dos pais nos livros de
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I Reis e II Reis (por exemplo: I Reis 15:3, 11, 26). Os pais que não vivem a Palavra de Deus não têm muito de Deus para passar para os filhos. Que os pais serão testemunhas, boas ou más, é evidente (II Corintios 3:3).

É Simbólica.

A autoridade, sendo designada por Deus, como todas as obras de Deus também mostra os aspectos do Divino na sua autoridade, proteção, amor, sabedoria, justiça e firmeza (Romanos 11:33-36).
Quando a autoridade é mostrada fielmente no lar os filhos podem até adaptar bem à aceitação da posição da autoridade de Deus como Salvador nas suas vidas eventualmente.

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A autoridade bem exercitada com prudência e justiça levará para a glória de Deus pois autoridade é obra de Deus e mostrará a sua glória tanto quanto qualquer outra parte da sua obra (Salmo 19:1-3; Apocalipse 4:11).

A Natureza dos Filhos.
 
O que os filhos são por dentro é de extrema importância. Por isso educação de filhos tem por objetivo treinar o coração do filho. Educação de filhos e treinamento de almas. Os filhos só podem reagirem ao que são por dentro. Qualquer educação deve levar em conta a natureza do sujeito que está sendo educado. A falta de considerar isso trará decepção tanto para o educador quanto frustração ao que recebe a educação.

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Por que uma criança precisa ser educada? O que é que dificulta a educação dos filhos? Por que os filhos precisam autoridade dos pais? Quais são os objetivos que os pais devem ter para educar bem os seus filhos? Cada filho é igual? As necessidades dos filhos modificam com a idade?

 A origem da natureza dos filhos.
Considere a criação original de Deus.
Quando Deus criou o mundo é evidente que Ele criou os animais e o homem já com a vida madura.
Deus criou Adão já homem, maduro. Por isso ele foi dado as responsabilidades de lavrar e guardar o jardim do Éden (Gênesis 2:7,15). Eva foi criada em forma de mulher já crescida para ser a ajudadora idônea para o homem (Gênesis. 2:18-25) e 
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de outra maneira ela não seria tal ajudadora idônea para ele. Por Deus criar a vida adulta primeiro podemos entender então que as crianças precisam de serem cuidadas e educadas pelos adultos.
Deus criou o homem já maduro para não ser desamparado e para amparar o fruto da relação de homem e mulher no lar.
Crianças, são imaturas e precisam de aprender para poderem viver bem no mundo adulto.
Jesus, como criança, submeteu-se aos que representaram a autoridade no seu lar e precisava crescer tanto em sabedoria quanto em estatura (Lucas 2:51,52; Hebreus 5:8).  O homem tem uma natureza pecaminosa (Gênesis 5:3; Romanos 5:12, 18).

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O Adão perdeu a sua inocência e desde então todos que nascem já nascem com a natureza pecaminosa. Por isso as crianças já falam mentiras desde que nasceram (Salmo 51:5; 58:3). As mentiras das crianças só têm um objetivo: engrandecer a si mesmo! Os filhos nossos têm o mesmo problema que nós temos: auto suficiência e egoísmo terrível! Satanás, que é o pai da mentira (João 8:44), iniciou pecado com este problema de egoísmo (Ezequiel 28:17; Isaías 14:13,14) e este era o problema de Adão (Gênesis 3:6) e é também o de todos que já nasceram desde então (Romanos 5:12). Quando os adultos querem desculpar o que uma criança diz ou faz pelo ditado, “É coisa de criança” eles estão dizendo uma verdade. Educação dos filhos conforme a Palavra de Deus determinará se tal criança continuará

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fazendo coisas de criança para sempre pelo tempo da sua mocidade e até adulto ou aprenderá deixar as coisas de criança e viver com o alvo certo na vida. Se deixar a tolice do pecado agir, por mais engraçadinho que pareça no momento, ela tentará desdobrar todo mundo ao seu redor para lhe servirem tanto quanto Satanás designou no seu coração fazer Deus ser seu servo (Mateus 3:9).

Os filhos que não têm educação moral baseada em autoridade serão sempre controlados pela natureza pecaminosa:
ou a deles mesmo, ou a de outros.
Os filhos precisam aprender auto controle. Pecadores não querem Deus nem o seu controle. Pecadores naturalmente não aprenderão amar o próximo como a si mesmo.
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Autoridade dos pais repreenderia esta tolice de pecado para que os filhos tenham esperança (Provérbios 29:15;                     I Samuel 3:13).

Os pais qualificados melhor para ensinar os filhos de terem auto controle são os pais que já aprenderam a submeterem se à Palavra de Deus e viver por ela.
Os pais que ensinam os filhos de controlarem a natureza pecaminosa, ensinem os filhos, não serem escravos do pecado (Romanos 6:16). Não ensinar os filhos dizer não à sua própria natureza pecaminosa, é crueldade à criança e tais pais são culpados de mal tratarem os seus filhos (I Samuel 3:13; Ez 33:3-6). 

Irmão messias

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quinta-feira, 3 de setembro de 2015

Importância do Espírito Santo

Impossível, conduzir a vida neste mundo, sem a presença do Espirito Santo.  Ele é quem traz força e sabedoria para que os filhos de Deus vençam os desafios diários e as lutas contra o diabo.

Quando o Senhor Jesus ressuscitou, disse aos discípulos que deixaria o Espírito Santo para que cuidasse de nós: "E eu rogarei ao Pai, e Ele vos dará outro Consolador, a fim de que esteja para sempre convosco, o Espírito da verdade, que o mundo não pode receber, porque não o vê, nem o conhece; vós o conheceis, porque Ele habita convosco e estará em vós." João 14.16,17
Por isso, é importante que você tenha o desejo não só de conhecer o Espírito de Deus, mas de tê-Lo em sua vida.
Confira abaixo 6 versículos sobre o valor do Espírito Santo em nossa vida:
É por meio do Espírito Santo que alcançamos a presença do Senhor Jesus:
“Ninguém pode vir a Mim se o Pai, que Me enviou, não o trouxer...” João 6.44
O Espírito Santo convence o pecador de seus pecados:
“Quando Ele vier, convencerá o mundo do pecado, da justiça e do juízo.” João 16.8
É o Espírito Santo que nos ajuda a compreender as coisas de Deus:
“Ora, o homem natural não aceita as coisas do Espírito de Deus, porque lhe são loucura; e não pode entendê-las, porque elas se discernem espiritualmente.”                                              1 Coríntios 2.14
O Espírito Santo vive dentro de nós:
“Acaso, não sabeis que o vosso corpo é santuário do Espírito Santo, que está em vós, o qual tendes da parte de Deus, e que não sois de vós mesmos?” 1 Coríntios  6.19
O Espírito Santo nos dá poder sobre o mal:
“... mas recebereis poder, ao descer sobre vós o Espírito Santo, e sereis Minhas testemunhas tanto em Jerusalém como em toda a Judéia e Samaria e até aos confins da terra.” Atos 1.8
O Espírito Santo intercede pelos filhos de Deus:
“Também o Espírito, semelhantemente, nos assiste em nossa fraqueza; porque não sabemos orar como convém, mas o mesmo Espírito intercede por nós sobremaneira, com gemidos inexprimíveis.” Romanos 8.26

Irmão messias