quinta-feira, 22 de outubro de 2015




Salmo Maçom

Salmo da Fraternidade ou Salmo da Concórdia ou Salmo Maçônico, refere-se ao Salmo 133, onde David enaltece a fraternidade citando Aarão no contexto dos Montes Sião e Hermon.
A leitura do Salmo 133 já era adotado, desde 1128, pelos Cavaleiros Templários, nas suas cerimônias de iniciações, cito: E o irmão capelão deve recitar o salmo que diz. Eis,como é bom, como é bom, como é delicioso, viverem os irmãos em boa união. 
Numa loja maçônica a abertura do Livro Sagrado (para os países de predominância católica e protestante a Bíblia, mas em outros credos pode ser o Livro dos Mortos, o Vedas, o Torah ou o Alcorão) marca o início real dos trabalhos, e é considerado liturgia de grande importância, porquanto simboliza a presença efetiva da palavra do GADU.
Segundo A Trolha, o uso do Livro da Lei foi estabelecido em 1717, por intermédio da Grande Loja da Inglaterra, apesar de haver referência ao seu uso a partir de 1670.
Castelani afirma que a leitura do salmo foi usada pela primeira vez, em meados do século XVIII, por algumas Lojas do Yorkshire, na Inglaterra, quando ainda nem havia um rito plenamente organizado. Em pouco tempo, esse hábito foi abandonado e, já a partir da adoção do rito Inglês de Emulation,(que indevidamente fala-se em "de York") abria-se aBíblia em qualquer lugar, sem leitura de versículos. Todavia, esse hábito foi retomado por algumas Grandes Lojas norte-americanas, principalmente a de Nova York. Nos EUA, no simbolismo, só se pratica o rito de York, pois o REAAsó é praticado nos Altos Graus. Da Grande Loja de Nova York, por cópia, o salmo foi introduzido no Brasil e em algumas outras Obediências da América do Sul, no REAA. Neste, na verdade, tradicionalmente se abre o Livro emJoão e são lidos os versículos 1 a 5 do capítulo 1. 
A abertura do Livro Sagrado não necessariamente se dá no Salmo 133. O Grande Oriente Paulista, no grau de Aprendiz, inicia os trabalhos lendo João, 1.1 a 5.  Também, algumas Lojas dos EUA e também na Inglaterra iniciam com o Livro de Ruth IV.





Salmo Maçom

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Salmo da Fraternidade ou Salmo da Concórdia ou Salmo Maçônico, refere-se ao Salmo 133, onde David enaltece a fraternidade citando Aarão no contexto dos Montes Sião e Hermon.
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A leitura do Salmo 133 já era adotado, desde 1128, pelos Cavaleiros Templários, nas suas cerimônias de iniciações [1] , cito:E o irmão capelão deve recitar o salmo que diz. Eis,como é bom, como é bom, como é delicioso, viverem os irmãos em boa união. [2]
Numa loja maçônica a abertura do Livro Sagrado (para os países de predominância católica e protestante a Bíblia, mas em outros credos pode ser o Livro dos Mortos, o Vedas, o Torah ou o Alcorão) marca o início real dos trabalhos, e é considerado liturgia de grande importância, porquanto simboliza a presença efetiva da palavra do GADU.
Segundo A Trolha, o uso do Livro da Lei foi estabelecido em 1717, por intermédio da Grande Loja da Inglaterra, apesar de haver referência ao seu uso a partir de 1670.[3]
Castelani afirma que a leitura do salmo foi usada pela primeira vez, em meados do século XVIII, por algumas Lojas do Yorkshire, na Inglaterra, quando ainda nem havia um rito plenamente organizado. Em pouco tempo, esse hábito foi abandonado e, já a partir da adoção do rito Inglês de Emulation,(que indevidamente fala-se em "de York") abria-se aBíblia em qualquer lugar, sem leitura de versículos. Todavia, esse hábito foi retomado por algumas Grandes Lojas norte-americanas, principalmente a de Nova York. Nos EUA, no simbolismo, só se pratica o rito de York, pois o REAAsó é praticado nos Altos Graus. Da Grande Loja de Nova York, por cópia, o salmo foi introduzido no Brasil e em algumas outras Obediências da América do Sul, no REAA. Neste, na verdade, tradicionalmente se abre o Livro emJoão e são lidos os versículos 1 a 5 do capítulo 1. [4]
A abertura do Livro Sagrado não necessariamente se dá no Salmo 133. O Grande Oriente Paulista, no grau de Aprendiz, inicia os trabalhos lendo João, 1.1 a 5 [5] Também, algumas Lojas dos EUA e também na Inglaterra iniciam com o Livro de Ruth IV.



O PROFETA AMÓS E A MAÇONARIA
Parte inferior do formulário

“ Assim me fez ver:
Eis que o Senhor estava de pé sobre um muro
E tinha em sua mão um fio de prumo.
E (Iahweh) o Senhor Deus me disse: Que vês, Amós?
Eu disse: Um fio de prumo.
O Senhor disse: Eis que vou pôr um fio de prumo
No meio do meu povo, Israel,
Não tornarei a perdoá-lo”.
(Amós 7: 7-9)

O Profeta Amós era um trabalhador braçal, um boiadeiro e cultivador de sicômoros (árvores que geram um fruto parecido com o figo).

Ele é originário da cidade de Tekua, aldeia situada há dez quilômetros ao sul de Belém. É conhecido ainda como sendo um dos assim chamados “Profetas Menores”, não por ter pouca importância, mas sim pela extensão de sua obra, considerada pequena em vista de outros profetas das Escrituras na Bíblia, mas tão brilhante quanto as outras.

O seu ministério foi exercido no século VIII a.C. durante os reinados dos Reis Uzias (ao sul de Israel) e Jeroboão II (ao norte de Israel).

Sua obra foi marcada por uma profunda crítica social e religiosa. Ele denunciou a desigualdade social de seu tempo, bem como o uso idólatra da religião, transformada em mero instrumento que serve à alienação e usada como fachada para a iniquidade.
O Profeta Amós é um revolucionário, um socialista de seu tempo que não se deixou levar pelas aparências de uma época marcada sobretudo pela prosperidade material. Contudo, mesmo com abundância, o povo de Israel passou por uma profunda inversão de valores, deixando-se levar pela soberba, ganância, luxúria e todo tipo de perdições. 

Dessa forma, a obra de Amós é caracterizada pela crítica ao enriquecimento da sociedade à custa dos pobres; ao suborno e corrupção de juízes nos tribunais; à opressão, violência e à escravidão dos pobres; ao comportamento das mulheres ricas, que para viverem no luxo, estimulavam seus maridos a oprimirem os fracos etc.
 

No que toca à religião, Amós denuncia seu caráter meramente ritualístico e vazio. Assim ele diz em seu livro: “Eu odeio, eu desprezo as vossas festas e não gosto de vossas reuniões. Porque, se me ofereceis holocaustos...,não me agradam as vossas oferendas e não olho para o sacrifico de vossos animais cevados.

Afasta de mim o ruído de teus cantos, eu não posso ouvir o som de tuas harpas! Que o direito corra como a água e a justiça como um rio caudaloso”. (Am 5: 21-24)

E dentro desse contexto de críticas, Amós, na terceira parte de seu livro, relata cinco visões, sendo que a terceira delas interessa de forma particular à maçonaria. Trata-se da visão do fio de prumo.
No capítulo 7, versículos de 7 a 8, Amós assim relata: “Assim me fez ver: Eis que o Senhor estava de pé sobre um muro e tinha sobre a sua mão um fio de prumo. E (Iahweh) Deus, o Senhor me disse: Que vês, Amós? Eu disse: Um fio de prumo. O senhor disse: Eis que vou pôr um fio de prumo no meio do meu povo, Israel, não tornarei a perdoá-lo.       (Amós 7: 7, 8 – tradução das Escrituras na Bíblia de Jerusalém).

Ora, é o Senhor mesmo Quem estava sobre o muro na visão de Amós. E o prumo que segurava em Suas mãos é altamente revelador. Ele revela nossa intrínseca tortuosidade, nosso desalinhamento e desequilíbrio moral.
 
Da mesma forma como o pedreiro se utiliza do prumo para procurar falhas na obra em que se debruça, assim se dá quando Deus coloca seu prumo em nossas vidas, fazendo aparecerem todas as falhas, todas as misérias escondidas em nossos olhares dissimulados, em nossas palavras vazias e em nossas ações e omissões egoístas.
Mas o que é este prumo de Deus em nossas vidas? Será a Bíblia (ou qualquer outro livro sagrado a que seguimos)? Será nosso caminho pessoal? Os padrões sociais e políticos de nosso tempo? Nossa consciência?

A Ordem maçônica tenta nos mostrar qual será esse prumo na vida particular de cada maçom, transmitindo por meio de alegorias e símbolos antigos mistérios que podem ser traduzidos em retidão moral e bons costumes para aquele que de fato os persegue em seu íntimo construtor.
 

Mas há um fato curioso nesta passagem. Nem mesmo Deus julgou aleatoriamente o seu povo. Antes disso, Ele passou sobre nós o seu prumo sagrado, para que toda falha fosse posta às claras. Assim, não cabe ao Homem passar seu prumo particular na parede alheia, achando-se ridiculamente capaz de medir os erros de seu irmão com medida própria.

Não cabe em nós tamanho amor para realizar essa tarefa de sublime construção da alma do nosso próximo. Isso é assunto entre o Pai e seu filho, porque no prumo do homem há juízos e preconceitos, medidas diferentes alicerçadas na miséria de nossa alma. Mas o prumo de Deus contém a dádiva do arrependimento e a certeza da retidão no amor maior de Sua caridade. 

O prumo de Deus revela nossos pecados à luz do dia, não deixando nada a coberto. E ao lançá-los à luz, Ele espera de nós tão somente humildade e trabalho para quebrarmos nossos tijolos mal assentados e recomeçar nossa obra fundada na promessa de que seguindo-O, encontraremos pela frente apenas consequências do amor.


Irmão messias











                                     



O AMOR NÃO GUARDA RANCOR      – 1 Coríntios 13:5


O amor está diretamente ligado com o perdão como Jesus disse: “Quando você foi perdoado muito, você ama muito.” (Lucas 7:47) 

O perdão significa que a ofensa é perdoada, consequentemente nos libertando para amar essa pessoa novamente. Quando olharmos para Jesus, vemos que algumas das suas últimas palavras foram pedir perdão a Deus pelos atos ignorantes de seus agressores: “Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem” (Lucas 23:34).

O maior ato de amor de Cristo foi o perdão que Ele estendeu pela Sua morte voluntária na cruz (1 João 3:16).

 Jesus descreveu o seu próprio ato de amor quando disse: “Ninguém tem maior amor do que aquele que dá a sua vida pelos seus amigos” (João 15:13).

Jesus foi, e é a personificação do amor e do perdão.   
O perdão flui quando você foi autenticamente e completamente perdoado.

É a graça de Deus e a fé Nele que conduz o perdão em seguidores de Cristo. Precisamos realizar que a nossa capacidade de amar está diretamente ligada a nossa vontade de receber o perdão de Cristo.  

O perdão esquece o passado, se engaja no presente, e tem esperança no futuro.
Precisamos estender o perdão de forma indiscriminada e recebê-lo graciosamente.

Devemos rejeitar a tentação para o ressentimento e humildemente receber a graça de Deus em seu lugar. 

A palavra de Deus nos diz:  “Suportem-se uns aos outros e perdoem as queixas que tiverem uns contra os outros.      Perdoem como o Senhor lhes perdoou.” Colossenses 3:13.

E o Senhor nos ordena: “E quando estiverem orando, se tiverem alguma coisa contra alguém, perdoem-no, para que também o Pai celestial lhes perdoe os seus pecados.” (Marcos 11:25)

Precisamos amar com ação e em verdade, e não com palavras ou boca. 1 João 3:18 

O Senhor diz: “Esqueçam o que se foi; não vivam no passado. Vejam, estou fazendo uma coisa nova! Ela já está surgindo! Vocês não a reconhecem?“ Isaías 43:18-19  

Precisamos lidar com os problemas imediatamente e de uma forma amorosa, e não lhes dar espaço para supurar: “Quando vocês ficarem irados, não pequem”. (Perdoem) Apaziguem a sua ira antes que o sol se ponha, e não deem lugar ao Diabo.”  Efésios 4:26-27. 

Precisamos determinar a: “Sermos bondosos e compassivos uns para com os outros, perdoando-se mutuamente, assim como Deus os perdoou em Cristo.” Efésios 4:32. 

Nunca devemos: “Retribuir a ninguém mal por mal. Procurem fazer o que é correto aos olhos de todos. . .      
Amados, nunca procurem vingar-se, mas deixem com Deus a ira, pois está escrito: ‘Minha é a vingança; eu retribuirei’, diz o Senhor.” Romanos 12:17, 19. 

Por mais difícil que possa parecer devemos: “Amar os nossos inimigos, façam o bem aos que os odeiam, abençoem os que os amaldiçoam, orem por aqueles que os maltratam.” Lucas 6:27-28. 

Porque o: ” … “Senhor, Senhor, Deus é compassivo e misericordioso, paciente, cheio de amor e de fidelidade…” Êxodo 34:6 

Como filhos de Deus, cheios de Seu amor precisamos seguir suas instruções, como Ele nos ordenou a fazer, sempre lembrando que o amor não guarda rancor – O AMOR PERDOA.

Irmão messias


                                                

segunda-feira, 19 de outubro de 2015



Versículos de Autoridade
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Uma das principais características de Deus é a Sua autoridade. Ele sempre existiu e nada é ou foi criado sem a Sua permissão.
Desafiar a autoridade de Deus é das piores coisas que alguém pode fazer e as consequências são graves. Vemos na Bíblia vários relatos do castigo para quem não se submete à autoridade de Deus. Um dos principais exemplos é Lúcifer, que não reconheceu a autoridade de Deus e se rebelou, sendo para sempre afastado e condenado à derrota.
A Bíblia nos diz que toda a autoridade foi estabelecida por Deus. Por isso, devemos aprender e exercitar a submissão, porque quem reconhece e respeita a autoridade agrada a Deus.
Passagens e versículos bíblicos:
Todos devem sujeitar-se às autoridades governamentais, pois não há autoridade que não venha de Deus; as autoridades que existem foram por ele estabelecidas.

Lembrem-se dos seus líderes, que transmitiram a palavra de Deus a vocês. Observem bem o resultado da vida que tiveram e imitem a sua fé.

Lembre a todos que se sujeitem aos governantes e às autoridades, sejam obedientes, estejam sempre prontos a fazer tudo o que é bom,

Os presbíteros que lideram bem a igreja são dignos de dupla honra, especialmente aqueles cujo trabalho é a pregação e o ensino,

Eu dei a vocês autoridade para pisarem sobre cobras e escorpiões, e sobre todo o poder do inimigo; nada lhes fará dano.

Pois os governantes não devem ser temidos, a não ser por aqueles que praticam o mal. Você quer viver livre do medo da autoridade? Pratique o bem, e ela o enaltecerá.

Por causa do Senhor, sujeitem-se a toda autoridade constituída entre os homens; seja ao rei, como autoridade suprema, seja aos governantes, como por ele enviados para punir os que praticam o mal e honrar os que praticam o bem. Pois é da vontade de Deus que, praticando o bem, vocês silenciem a ignorância dos insensatos.

Desde o início faço conhecido o fim,
desde tempos remotos,
o que ainda virá.
Digo: Meu propósito permanecerá em pé,
e farei tudo o que me agrada.

Do Senhor é a terra e tudo o que nela existe,
o mundo e os que nele vivem; pois foi ele quem a estabeleceu sobre os mares
e a firmou sobre as águas.

pois nele foram criadas
todas as coisas
nos céus e na terra,
as visíveis e as invisíveis,
sejam tronos sejam soberanias,
poderes ou autoridades;
todas as coisas foram criadas por ele e para ele. Ele é antes de todas as coisas,
e nele tudo subsiste.

Então, Jesus aproximou-se deles e disse: "Foi-me dada toda a autoridade nos céus e na terra. Portanto, vão e façam discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo, ensinando-os a obedecer a tudo o que eu ordenei a vocês. E eu estarei sempre com vocês, até o fim dos tempos".

Mas para que vocês saibam que o Filho do homem tem na terra autoridade para perdoar pecados" - disse ao paralítico: "Levante-se, pegue a sua maca e vá para casa". Ele se levantou e foi. Vendo isso, a multidão ficou cheia de temor e glorificou a Deus, que dera tal autoridade aos homens.





Irmão messias

domingo, 18 de outubro de 2015



Profeta Isaías

Nossas justiças são como o trapo da imundícia. Profeta Isaías 64:6.

“ Mas todos nós somos como o imundo, e todas as nossas justiças como trapo da imundícia; e todos nós murchamos como a folha, e as nossas iniquidades como um vento nos arrebatam. ” Disse o profeta Isaías 64:6.

"E, na verdade, tenho também por perda todas as coisas, pela excelência do conhecimento de Cristo Jesus, meu Senhor; pelo qual sofri a perda de todas estas coisas, e as considero como escória, para que possa ganhar a Cristo, 
E seja achado nele, não tendo a minha justiça que vem da lei, mas a que vem pela fé em Cristo, a saber, a justiça que vem de Deus pela fé;" assim diz em Filipenses 3:8 e 9,

" 11. Porque, qual dos homens sabe as coisas do homem, senão o espírito do homem, que nele está? Assim também ninguém sabe as coisas de Deus, senão o Espírito de Deus. 
12. Mas nós não recebemos o espírito do mundo, mas o Espírito que provém de Deus, para que pudéssemos conhecer o que nos é dado gratuitamente por Deus. 
13. As quais também falamos, não com palavras de sabedoria humana, mas com as que o Espírito Santo ensina, comparando as coisas espirituais com as espirituais. 
14. Ora, o homem natural não compreende as coisas do Espírito de Deus, porque lhe parecem loucura; e não pode entendê-las, porque elas se discernem espiritualmente. 
15. Mas o que é espiritual discerne bem tudo, e ele de ninguém é discernido. 
16. Porque, quem conheceu a mente do Senhor, para que possa instruí-lo? Mas nós temos a mente de Cristo. "                              Assim diz em  1Coríntios 2:11 e 16,  
   
O que significa ter a mente de Cristo? 
Mente de Cristo, tem sentido de entendimento, sabedoria, conhecimento dados pelo Espírito Santo, conforme a verdade real que vem, unicamente, da parte de Deus Pai.
A nossa justiça sempre será trapo de imundícia? 
A Palavra de Deus demonstra que há extrema distinção entre sabedoria humana, natural e sabedoria de Deus, espiritual.
A justiça terrena é loucura para Deus. Da sabedoria e inteligência do homem natural vem a sua justiça - 1Coríntios 2:14.
Pela maravilhosa graça através, unicamente, de Jesus Cristo, somos chamados filhos de Deus. 
No evangelho de João, capítulo 1, versículo 12, diz: 
" Mas, todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, aos que creem no seu nome. "
Somente Deus Pai e o Senhor recebem adoração e possuem o poder sem limites, eles são plenitude em si mesmos, além do que podemos imaginar.
Os nascidos de novo são chamados filhos de Deus, e possuem Deus Pai e o Senhor Jesus em si pelo Espírito Santo que neles habita. 
O Espírito Santo realiza as obras de Deus através dos santos.
Um filho de Deus não tem vida própria, diferente de Deus Pai e do Senhor Jesus Cristo. 
Deus Pai e o Senhor Jesus, nosso Salvador, possuem vida própria. 
O Senhor Jesus, o Filho do Deus Altíssimo, tem vida própria porque recebeu do Pai tal poder e honra em plenitude.
O único Deus verdadeiro tem vida própria, auto existente, não foi gerado por nenhum outro deus, é o início em si mesmo, algo terrível para a compreensão, que um dia, se assim Ele permitir, saberemos.
Mesmo sendo chamados filhos de Deus, não somos deuses. 
Outros deuses, por causa da constituição, se fizeram deuses, mas, um dia, foram seres poderosos, anjos, que deixaram o Deus verdadeiro e único.
E mais, Satanás levanta seus filhos na terra também.
Não tínhamos valor algum por causa do pecado, e as nossas justiças conforme homem natural, sem a justiça de Deus, eram nada. 
Não tínhamos valor algum por causa do pecado que um dia decidimos seguir e servir. 
Quando renunciamos ao pecado e voltamos ao nosso Deus, por causa da decisão pessoal, o arbítrio*, Ele vê em nós aqueles que agora reconhecem e amam a única verdade real, se não tivéssemos esse arbítrio não haveria justiça para ser executada contra os injustos ou em favor dos justos.
Quando decidimos seguir e servir ao Senhor, os trapos da imundícia são removidos e somos agora filhos da luz, filhos da graça, filhos da misericórdia, filhos de Deus, pois, a Palavra diz que buscamos sem parar a perfeição, pelo aperfeiçoamento dos santos em santificação, ou seja, manifestando a glória da justiça da verdade real.
Antes, sem Deus, nascidos do mundo, éramos imundos conforme a justiça terrena, de homem natural, deste mundo (reino das trevas), pelo espírito do mundo (de Satanás), éramos filhos do diabo, vestidos com trapos da imundícia. 
Agora, com Deus, nascidos de novo, somos limpos conforme a justiça celestial, de homem espiritual, do outro mundo, do alto (reino dos céus), pelo Espírito Santo (de Deus), somos filhos de Deus, vestidos com vestes de justiça e louvor, alvos como a neve.
Essa graça nos foi dada, sem preço terreno, não para nos ensoberbecermos disso, como muitos são confundidos por espíritos enganadores no evangelho do engano e doutrinas de demônios, que dizem "sou filho de Deus e por isso tenho do bom e do melhor", "filho de Deus só pode ter do bom e do melhor", "(sou dizimista fiel e por isso Deus me ouve" (sempre no sentido material da cobiça, inveja e avareza. Quem fala assim ainda é imundo e sua justiça é trapo da imundícia)).
Conforme diz a Palavra de Deus, todos aqueles que ainda ensinam e praticam a justiça pela lei do Velho Testamento, são imundos e suas justiças como trapos da imundícia. As doutrinas mais conhecidas da lei do Velho Testamento são Dízimos e Guardar o Dia do Sábado. 

3:8 e 9 de Filipenses diz;
" 8. E, na verdade, tenho também por perda todas as coisas, pela excelência do conhecimento de Cristo Jesus, meu Senhor; pelo qual sofri aperda de todas estas coisas, e as considero como escória, para que possa ganhar a Cristo, 
9. E seja achado nele, não tendo a minha justiça que vem da lei, mas a que vem pela fé em Cristo, a saber, a justiça que vem de Deus pela fé;" 

O apóstolo Paulo, era fiel praticante da Lei de Moisés.
Se andamos pelo Espírito e vivemos para a glória de Deus, nossos atos de justiça não são trapos de imundícia, pois, são de Deus, conforme a mente de Cristo, não deste mundo e nem conforme a sabedoria do mundo.
Evangelho de João, capítulo 7, versículo 24, diz:  " Não julgueis segundo a aparência, mas julgai segundo a reta justiça. "
A Palavra de Deus em João 7:24 está afirmando que um verdadeiro crente julga conforme a reta justiça, ou seja, somente pela justiça de Deus que é a sua Palavra.
Há um falso ensino que nega a autoridade do crente para julgar e, é notório que se trata de uma astúcia de espíritos enganadores para que fiquem imunes e intocáveis em suas obras da mentira (fraudes, corrupções, mentiras, abusos contra pessoas sem entendimento da Palavra de Deus, sensualidade, prostituição espiritual, etc).
Esses falsos ensinos foram transformados em frases de efeito no meio que se chama evangélico, buscando anular a Palavra de Deus e sua interpretação, fazendo discípulos através de frases sem o Espírito.
Diante do nosso Deus e Pai e do Senhor Jesus Cristo, somos nada, ninguém se vanglorie como se de si mesmo pudesse ser, ter ou fazer alguma coisa, a glória é plenamente do Altíssimo, somos filhos que amam em Espírito e em verdade.
Diante do mundo, e seu império, somos filhos da Luz, filhos da Glória, não para soberba ou arrogância carnais, mas, conscientes de que neste mundo, buscamos imitar Cristo, cada um levando sua cruz, seguindo os passos do Senhor, com humildade, lavados e remidos, pois, bem sabemos que, se nascemos aqui, em pecado, tivemos a única e última chance para decidir servir Satanás ou a Deus.
A única e última chance da decisão eterna é aqui, neste mundo tenebroso, onde nascemos em pecado e presos por Satanás, em sentença de morte, até que viesse Cristo que nos livrou, pagando o preço do resgate.
E, o único galardão dos filhos da Luz, os filhos de Deus, neste reino das trevas, é levar a presença de Deus por onde andar, semear, destruindo as obras do diabo e ganhando almas para o reino dos céus.
Por isso, da boca do crente verdadeiro não sai justiça como trapo de imundícia (bem sabemos que elas estão aí na boca dos falsos), pois, um crente verdadeiro não fala conforme o espírito do mundo, a sabedoria do mundo e a justiça do mundo. Um crente verdadeiro não fala segundo Satanás, o espírito deste mundo e nem imita, não tem inveja e nem cobiça suas obras.
Da boca do crente verdadeiro , sai o perfeito louvor, ações de graças, adoração, Palavra unicamente de Deus que tem a reta justiça, semeando a luz no reino das trevas até que chegue o dia.
Somente pela Palavra de Deus, que é a reta justiça de Deus, a justiça (injustiça) do mundo é julgada e condenada.
Paz ao coração dos filhos, limpos e que pelos seus atos de justiça com vestes de Cristo, dão glórias a Deus Pai.
Por isso, a justiça manifestada através de um filho de Deus, pela Palavra de Deus, não é trapo de imundícia.
Não somos nada? Sim, nada somos, o nosso Deus e Pai e o Senhor da Glória são tudo. Amém!



Irmão messias