domingo, 24 de abril de 2022

FRANCISCO JOSECI NASCIMENTO

Meu caro amigo Francisco Joseci Nascimento! 

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QUARENTA E NOVE ANOS DE AMIZADE NÃO É MOLE NÃO! JÁ PENSOU O QUE É ISSO?

NATUREZA AMBIENTAL





 O que a Bíblia e a Igreja dizem sobre a natureza?

   

Aprendemos na escola, desde crianças, que precisamos cuidar do Meio Ambiente. Por vezes, a Igreja também nos chama a atenção para essas temáticas também, como é o caso do Sínodo da Amazônia.

Mas nem sempre relacionamos o tema a uma visão, digamos, religiosa. Por isso, hoje resolvemos trazer alguns versículos bíblicosfrases de santos e de pensadores cristãos sobre a natureza e como nós, que somos membros da Igreja Católica, temos tudo a ver com o Meio Ambiente.




- “Todas as coisas foram feitas por intermédio d'Ele; sem Ele, nada do que existe teria sido feito”  João 1; 3,

 

- “Então, disse Deus: ‘Cubra-se a terra de vegetação: plantas que deem sementes e árvores cujos frutos produzam sementes de acordo com as suas espécies’. E assim foi. A terra fez brotar a vegetação: plantas que dão sementes de acordo com as suas espécies, e árvores cujos frutos produzem sementes de acordo com as suas espécies. E Deus viu que ficou bom” Gênesis 1; 11, 12.

- “Disse Deus: "Eis que dou a vocês todas as plantas que nascem em toda a terra e produzem sementes, e todas as árvores que dão frutos com sementes. Elas servirão de alimento para vocês. E dou todos os vegetais como alimento a tudo o que tem em si fôlego de vida: a todos os grandes animais da terra, a todas as aves do céu e a todas as criaturas que se movem rente ao chão"   Gênesis 1; 26, a 30.

- “Deus viu tudo o que tinha feito: era tudo  muito  bom” Gênesis 1; 31.

- “Vós amais tudo o que existe e não odiais nada do que fizestes; porque, se odiásseis alguma coisa, não a teríeis criado” Sabedoria 11; 24.

- “Não creiais que Deus nos proíbe totalmente de amar o mundo. Não! Devemos amá-lo, porque tudo aquilo a que Ele deu existência é digno do nosso amor”

- “As criaturas da terra sentem todas como nós. As criaturas aspiram todas por felicidade, como nós. As criaturas da terra amam, sofrem e morrem todas como nós. Portanto, as criaturas do Criador onipotente são iguais a nós, são nossas irmãs”

“Todo ser que respira louve ao Senhor. Aleluia!” Salmo 150; 5.

“As árvores e os astros ensinar-te-ão o que nunca poderás aprender dos mestres”

- “A experiência demonstra que toda atitude de desprezo pelo ambiente provoca danos à convivência humana e vice-versa. Surge, assim, com mais evidência, um nexo incindível entre a paz com a Criação e a paz entre os seremos humanos”

“Vós vos empenhais, e bem, pela manutenção do ambiente, das plantas e dos animais. Empenhai-vos ainda mais decididamente pela vida humana, que na hierarquia da Criação, está muito acima de todas as realidades criadas do mundo visível!”

“Pois fizestes todas as coisas e pela Vossa vontade existem e foram  criadas” Apocalipse  4; 11,

 

 

Irmão messias

sábado, 23 de abril de 2022

Atos dos Apóstolos 4:13-21

 

Vendo a coragem de Pedro e de João e percebendo que eram homens comuns e sem instrução, ficaram admirados e reconheceram que eles haviam estado com Jesus.

E, como podiam ver ali com eles o homem que fora curado, nada podiam dizer contra eles.

Assim, ordenaram que se retirassem do Sinédrio e começaram a discutir,

perguntando: "Que faremos com esses homens? Todos os que moram em Jerusalém sabem que eles realizaram um milagre notório que não podemos negar.

Todavia, para impedir que isso se espalhe ainda mais no meio do povo, precisamos adverti-los de que não falem com mais ninguém sobre esse nome".

Então, chamando-os novamente, ordenaram-lhes que não falassem nem ensinassem em nome de Jesus.

Mas Pedro e João responderam: "Julguem os senhores mesmos se é justo aos olhos de Deus obedecer aos senhores e não a Deus.

Pois não podemos deixar de falar do que vimos e ouvimos".

Depois de mais ameaças, eles os deixaram ir. Não tinham como castigá-los, porque todo o povo estava louvando a Deus pelo que acontecera,

 

Atos dos Apóstolos 4

 

Pedro e João perante o conselho judaico

 

1Enquanto Pedro e João falavam ao povo, chegaram os sacerdotes, o capitão da guarda do templo e os saduceus.

2Eles estavam muito perturbados porque os apóstolos estavam ensinando o povo e proclamando em Jesus a ressurreição dos mortos.

3Agarraram Pedro e João e, como já estava anoitecendo, os colocaram na prisão até o dia seguinte.

4Mas muitos dos que tinham ouvido a mensagem creram, chegando o número dos homens que creram a perto de cinco mil.

5No dia seguinte, as autoridades, os líderes religiosos e os mestres da lei reuniram-se em Jerusalém.

6Estavam ali Anás, o sumo sacerdote, bem como Caifás, João, Alexandre e todos os que eram da família do sumo sacerdote.

7Mandaram trazer Pedro e João diante deles e começaram a interrogá-los: "Com que poder ou em nome de quem vocês fizeram isso?"

8Então Pedro, cheio do Espírito Santo, disse-lhes: "Autoridades e líderes do povo!

9Visto que hoje somos chamados para prestar contas de um ato de bondade em favor de um aleijado, sendo interrogados acerca de como ele foi curado,

10saibam os senhores e todo o povo de Israel que por meio do nome de Jesus Cristo, o Nazareno, a quem os senhores crucificaram, mas a quem Deus ressuscitou dos mortos, este homem está aí curado diante dos senhores.

11Este Jesus é
" 'a pedra que vocês,
construtores,
rejeitaram,
e que se tornou
a pedra angular'.

12Não há salvação em nenhum outro, pois, debaixo do céu não há nenhum outro nome dado aos homens pelo qual devamos ser salvos".

13Vendo a coragem de Pedro e de João e percebendo que eram homens comuns e sem instrução, ficaram admirados e reconheceram que eles haviam estado com Jesus.

14E, como podiam ver ali com eles o homem que fora curado, nada podiam dizer contra eles.

15Assim, ordenaram que se retirassem do Sinédrio e começaram a discutir,

16perguntando: "Que faremos com esses homens? Todos os que moram em Jerusalém sabem que eles realizaram um milagre notório que não podemos negar.

17Todavia, para impedir que isso se espalhe ainda mais no meio do povo, precisamos adverti-los de que não falem com mais ninguém sobre esse nome".

18Então, chamando-os novamente, ordenaram-lhes que não falassem nem ensinassem em nome de Jesus.

19Mas Pedro e João responderam: "Julguem os senhores mesmos se é justo aos olhos de Deus obedecer aos senhores e não a Deus.

20Pois não podemos deixar de falar do que vimos e ouvimos".

21Depois de mais ameaças, eles os deixaram ir. Não tinham como castigá-los, porque todo o povo estava louvando a Deus pelo que acontecera,

22pois o homem que fora curado milagrosamente tinha mais de quarenta anos de idade.

 

A oração dos crentes

 

23Quando foram soltos, Pedro e João voltaram para os seus companheiros e contaram tudo o que os chefes dos sacerdotes e os líderes religiosos lhes tinham dito.

24Ouvindo isso, levantaram juntos a voz a Deus, dizendo: "Ó Soberano, tu fizeste os céus, a terra, o mar e tudo o que neles há!

25Tu falaste pelo Espírito Santo por boca do teu servo, nosso pai Davi:
" 'Por que se enfurecem
as nações,
e os povos conspiram em vão?

26Os reis da terra se levantam,
e os governantes se reúnem
contra o Senhor
e contra o seu Ungido'.

27De fato, Herodes e Pôncio Pilatos reuniram-se com os gentios e com o povo de Israel nesta cidade, para conspirar contra o teu santo servo Jesus, a quem ungiste.

28Fizeram o que o teu poder e a tua vontade haviam decidido de antemão que acontecesse.

29Agora, Senhor, considera as ameaças deles e capacita os teus servos para anunciarem a tua palavra corajosamente.

30Estende a tua mão para curar e realizar sinais e maravilhas por meio do nome do teu santo servo Jesus".

31Depois de orarem, tremeu o lugar em que estavam reunidos; todos ficaram cheios do Espírito Santo e anunciavam corajosamente a palavra de Deus.

 

Os crentes repartem os seus haveres

 

32Da multidão dos que creram, uma era a mente e um o coração. Ninguém considerava unicamente sua coisa alguma que possuísse, mas compartilhavam tudo o que tinham.

33Com grande poder os apóstolos continuavam a testemunhar da ressurreição do Senhor Jesus, e grandiosa graça estava sobre todos eles.

34Não havia pessoas necessitadas entre eles, pois os que possuíam terras ou casas as vendiam, traziam o dinheiro da venda

35e o colocavam aos pés dos apóstolos, que o distribuíam segundo a necessidade de cada um.

36José, um levita de Chipre a quem os apóstolos deram o nome de Barnabé, que significa "encorajador",

37vendeu um campo que possuía, trouxe o dinheiro e o colocou aos pés dos apóstolos.

 

 

 

Irmão messias

sexta-feira, 22 de abril de 2022

 A VISÃO DO TRONO DE DEUS –

APOCALIPSE 4; 1 a 11

Depois de terminar as cartas aos anjos das sete igrejas, João passa para uma nova parte da revelação. Os capítulos 4 e 5 mostram a glória de Deus, apresentando primeiro o Pai no seu trono e, depois, o Filho glorificado ao lado dele. A cena nestes dois capítulos pode ser comparada especialmente com a de Daniel 7:9-14

4; 1 – Depois destas coisas, olhei, e eis não somente uma porta aberta no céu, como também a primeira voz que ouviu, como de trombeta a falar comigo, dizendo: Sobe para aqui, e te mostrarei o que deve conhecer depois destas coisas..

Depois destas coisas, olhei: Chegamos a uma transição na mensagem do Apocalipse. Jesus já ditou as suas cartas a cada uma das sete igrejas. O resto do livro pertence a todas elas e, obviamente, serve para a instrução de outros discípulos em outros lugares e em outras épocas.

João olhou e viu, frisando novamente a natureza desta revelação. Deus continuou mostrando visões ao apóstolo.

Uma porta aberta no céu: Que privilégio! João viu uma porta aberta dando-lhe acesso ao céu! Aqui a ênfase não está no acesso ao céu em termos da salvação final e eterna dele, nem no sentido de entrar em comunhão com Deus (sentidos encontrados em trechos como João 1:51; Atos 7:55-56; veja também Efésios 2:6; Filipenses 3:20). João viu o céu aberto porque Deus queria lhe mostrar as coisas que estavam acontecendo lá (compare Ezequiel 1:1). Jesus já falou, transmitindo-lhe mensagens importantes para as igrejas. Agora, João subirá ao céu, nestas visões, para buscar outras mensagens para os servos do Senhor na terra.

A primeira voz que ouvi, como de trombeta: A mesma voz de 1:10. Naquele trecho, João virou para ver quem falava e viu Jesus no meio dos candeeiros.

Sobe para aqui, e te mostrarei o que deve acontecer depois destas coisas: O Filho de Deus convida João para ver, no céu, as coisas que iam acontecer. Em 1:19, ele falou para João escrever o que ele viu, o que estava acontecendo naquele momento, e o que ia acontecer depois. Tudo isso ainda está dentro dos limites de tempo de “em breve” e “próximo” (veja comentários na segunda lição sobre limites de tempo). Jesus já falou sobre o estado das igrejas naquele momento (capítulos 2 e 3), e agora começa a falar sobre as coisas que estes discípulos ainda teriam de enfrentar. Interpretações que procuram inserir milhares de anos entre os capítulos 3 e 4 não têm nenhuma base aqui. “Depois” simplesmente sugere uma seqüência de transição entre o que já passou e o que ia acontecer.

4; 2 – Imediatamente, eu me achei em espírito, e eis armado no céu um trono, e, no trono, alguém sentado;

Imediatamente, eu me achei em espírito: A mesma expressão que João usou em 1:10, frisando seu estado de receber revelações por meio de visões.

Armado no céu um trono, e, no trono, alguém sentado: Um trono no céu. Muitos vizinhos dos cristãos da Ásia achavam que o trono principal do universo estivesse em Roma, e que o imperador sentado nele fosse o deus supremo. Outros vizinhos adoravam outros diversos deuses e deusas. Mas João convida todos os seus leitores a enxergarem, por meio desta visão, o trono no céu e o verdadeiro Deus sentado nele. O trono de Deus é mencionado 38 vezes no Apocalipse, repetidamente frisando o tema da soberania de Deus e do seu domínio sobre os reinos da terra. A descrição da pessoa sentada no trono e do seu ambiente no céu vem nos versículos seguintes.

4; 3 – e esse que se acha assentado é semelhante, no aspecto, a pedra de jaspe e de sardônico, e, ao redor do trono, há um arco-íris semelhante, no aspecto, a esmeralda.

Eesse que se acha assentado é semelhante, no aspecto: João jamais acharia palavras adequadas para descrever perfeitamente a aparência de Deus. Ele começa a explicar, usando comparações com coisas conhecidas, a visão que ele teve do Soberano no seu trono celestial.

Pedra de jaspe e de sardônio...arco-íris semelhante...a esmeralda: Duas pedras brilhantes refletem sua luz e produzem o efeito de um arco-iris ao redor do trono. Como é o caso de muitas pedras precisosas, as cores de jaspe e sardônio não são únicas e absolutas. Alguns comentaristas sugerem jaspe branco (veja 21:11, que fala de “jaspe cristalina”) e sardônio vermelho (possivelmente sárdonix), assim sugerindo, respectivamente, a santidade e a justiça de Deus. O salmista disse que “justiça e juízo” ou “justiça e direito são o fundamento” do trono de Deus (Salmo 89:14; 97:2). Outros sugerem que o jaspe fosse verde, a cor mais comum desta pedra, uma explicação que combina com a cor de esmeralda do arco-íris. Independente das cores refletidas, certamente a luz da glória de Deus e o fogo de seu poder saem do seu trono (veja Isaías 60:1-2; Daniel 7:9-10; Ezequiel 1:26-28; 10:1; Salmo 97:2-3). Esta luz mostra seu poder para julgar e castigar. O arco-íris nos lembra, também, da benevolência de um Deus que faz aliança com as suas criaturas (Gênesis 9:12-13; Ezequiel 1:28).

4; 4 – Ao redor do trono, há também vinte e quatro tronos, e assentados neles, vinte e quatro anciãos vestidos de branco, em cujas cabeças estão as coroas de ouro.

Ao redor do trono: João começa com a figura central, aquele sentado no trono, e começa a olhar ao redor. Tudo começa com Deus.

Vinte e quatro tronos ... vinte e quatro anciãos: Vinte e quatro tronos representam aqueles que reinam com Deus, uma descrição da igreja, dos vencedores vestidos de branco que recebem suas coroas e reinam com o Senhor (2:10,26-27; 3:4-5,11,21). Qual o significado do número 24? Duas explicações diferentes chegam à mesma conclusão. Alguns entendem 12 tribos, representando o povo de Deus no Velho Testamento, mais 12 apóstolos, representando o povo dele no Novo Testamento, dando um total de 24. Outros sugerem 24 como o número de turnos de sacerdotes no Velho Testamento (veja 1 Crônicas 24:1,7-19). Assim entendemos o reino de sacerdotes (1:6) ou sacerdócio real (1 Pedro 2:9) composto de pessoas que entram “na Casa do Senhor” (1 Crônicas 24:19). No final, estas duas interpretações do significado dos 24 anciãos chegam ao mesmo entendimento prático – representam o povo de Deus. São nobres nos seus tronos sujeitos ao Soberano Rei no trono principal.

Vestidos de branco: A santidade e a pureza dos servos fiéis. As únicas vestimentas adequadas aos vencedores.

Coroas de ouro: Coroa, aqui, vem da palavra grega stephanos, usada no Apocalipse para identificar as coroas dos vencedores (2:10; 3:11; 4:4; 4:10; 6:2; 12:1; 14:14). Encontraremos uma outra palavra, diadema, usada tanto para falar dos falsos líderes (12:3; 13:1) como para descrever o verdadeiro Rei (19:12). Uma vez, stephanos se encontra na descrição dos inimigos de Deus, mas o próprio versículo sugere a falsidade da nobreza deles: “havendo como que coroas parecendo de ouro” (9:7). Os anciãos sentados nos 24 tronos têm todo direito de usar coroas verdadeiras.

4; 5 – Do trono saem relâmpagos, vozes de trovões, e, diante do trono, ardem sete tochas de fogo, que são os sete espíritos de Deus.

Do trono saem relâmpagos, vozes e trovões: Sai do trono de Deus o poder para falar, julgar e castigar (veja Salmo 18:13-14; 144:6; Êxodo 19:16-19). Estas manifestações do poder de Deus são características da última fase das séries de sete selos (8:5), sete trombetas (11:19) e sete taças (16:18).

Sete tochas de fogo, que são os sete Espíritos de Deus: As tochas diante do trono são identificadas como os sete Espíritos de Deus, o Espírito Santo (veja 1:4). Ele ilumina ao homem e vai para onde Deus o envia. As sete tochas mostram a onisciência e a onipresença de Deus (5:6).

4; 6 – Há diante do trono um como que mar de vidro, semelhante ao cristal, e também, no meio do trono e à volta do trono, quatro seres viventes cheios de olhos por diante e por detrás.

Mar de vidro, semelhante ao cristal: O Deus imortal “habita em luz inacessível” (1 Timóteo 6:16), separado dos outros por um mar de vidro. No Velho Testamento, os sacerdotes tinham de se lavar no mar de fundição antes de chegar perto de Deus com os sacrifícios (2 Crônicas 4:1-6), assim sugerindo a importância da santificação. Deus é santo, separado de suas criaturas. Mas, na imagem de comunhão perfeita com os vitoriosos no final do livro, “o mar já não existe” (21:1).

Quatro seres viventes cheios de olhos: Veremos melhor as características dos quatro seres viventes nos versículos 7 e 8. Aqui observamos o fato de estarem cheios de olhos, novamente enfatizando a capacidade de ver tudo. Ao redor de Deus estão servos capazes de ver tudo o que acontece. Nada escapa ao conhecimento do Soberano Deus.

4; 7 a 8 – O primeiro ser vivente é semelhante a leão, o segundo, semelhante a novilho, o terceiro tem o rosto como de homem, e o quarto ser vivente é semelhante a águia quando está voando. E os quatro seres viventes, tendo cada um deles, respectivamente, seis asas, estão cheios de olhos, ao redor e por dentro; ...

Os quatro seres viventes nos lembram de outras passagens que descrevem a presença do Deus glorioso. As visões de Ezequiel são especialmente relevantes, pois falam de quatro seres viventes com quatro rostos diferentes, rostos que correspondem às quatro criaturas vistas aqui (Ezequiel 1:5-14). Ele chama os seres viventes de querubins (Ezequiel 10:9-17) e mostra o papel deles em defender e levar o trono de Deus conforme a vontade do Soberano. Entendendo que os seres viventes são os querubins , lembramos também dos querubins que ficavam acima da arca da aliança. Na visão de João, os seres viventes são semelhantes a quatro criaturas:

Leão: O forte predador, o símbolo de realeza.

Novilho: Em Ezequiel, o boi. Animais conhecidos por sua força.

Homem: A figura do homem acrescenta uma outra característica, juntando à força a inteligência.

Águia: Um predador rápido, capaz de localizar e atacar a sua vítima.

João continua sua descrição de outras características dos seres viventes:

Seis asas: Capazes de se locomover, e de transportar o trono de Deus (Ezequiel 1:20). Também usavam as asas para cobrir a arca da aliança (1 Crônicas 28:18). Os serafins de Isaías 6:2-3, como os seres viventes do Apocalipse, tinham seis asas, enquanto os querubins de Ezequiel tinham quatro. Devemos evitar a tendência de forçar os textos para achar alguma igualdade perfeita nos símbolos destas visões proféticas. Independente de pequenas diferenças, todas mostram servos de alta posição servindo a Deus, fazendo tudo que ele manda.

Estão cheios de olhos: Como as rodas que acompanhavam os querubins em Ezequiel, estes seres estavam cheios de olhos e capazes de ver em todas as direções

4; 8b – não têm descanso, nem de dia nem de noite, proclamando: Santo, Santo, Santo, é o Senhor Deus, o Todo-Poderoso, aqu’Ele que era, que É, e que há de vir.

Não tem descanso: Servem e adoram a Deus em todo momento. Deus descansou, no sétimo dia, de seu trabalho da criação, mas continuou agindo para manter o universo que ele domina. Os judeus descansavam, no sábado, de seus trabalhos, mas se dedicavam naquele dia ao serviço de Deus. Nós aguardamos o descanso eterno no céu (Hebreus 4:1,11), mas entendemos que serviremos e adoraremos a Deus eternamente. Não nos surpreende, então, achar estes seres viventes servindo constantemente, sem descansar.

Santo, Santo, Santo é o Senhor Deus: Esta expressão de louvor se encontra somente aqui e em Isaías 6:3. A mesma palavra repetida três vezes dá grande ênfase, especialmente no hebraico (Velho Testamento). Ele está acima, e separado, de todas as suas criaturas.

O Todo-Poderoso: Deus recebe louvor, também, como o Onipotente. A descrição “Todo-Poderoso” se encontra em quase 60 versículos na Bíblia, de Gênesis ao Apocalipse. Ele dá vida (Jó 33:4) e sabedoria (Jó 32:8). Ele abençoa os homens (Gênesis 48:3; 49:25). Nos profetas e nos evangelhos, esta descrição de Deus aparece frequentemente em passagens que falam do castigo divino (veja Isaías 13:6; Joel 1:5; Marcos 14:62). Para os fiéis, é uma garantia confortante de proteção (2 Coríntios 6:18). Os exércitos humanos podem mostrar algum poder, mas Deus tem poder absoluto. Este fato traz grande conforto aos fiéis que são protegidos por ele, e aterroriza os seus inimigos.

Aquele que era, que é e que há de vir: Deus eterno (1:4).

4; 9, 10, 11 – Quando esses seres viventes derem glória, honra e ações de graças ao que se encontra sentado no trono, ao que vive pelos séculos dos séculos, os vinte e quatro anciãos prostrar-se-ão diante daquele que se encontra sentado no trono, adorarão o que vive pelos séculos dos séculos e depositarão as suas coroas diante do trono, proclamando: Tu és digno, Senhor e Deus nosso, de receber a glória, a honra e o poder; porque todas as coisas tu criaste, sim, por causa da tua vontade vieram a existir e foram criadas.

Glória, honra e ações de graças...: Os seres viventes adoram a Deus, pois ele merece toda a honra e glória.

Os vinte e quatro anciãos prostrar-se-ão: Os 24 anciãos, representando o povo de Deus, participam entusiasticamente do louvor a Deus.

Despositarão as suas coroas diante do trono: Mesmo as coroas que receberam de Deus servem para a glória do Criador, não das criaturas. Eles livremente entregam toda a sua glória a Deus. Sem Deus, eles seriam nada. Sem Deus, nós seríamos nada!

Tu és digno, Senhor e Deus nosso, de receber...: Deus merece:

A glória: Esplendor, majestade, exaltação.

A honra: Reverência devida à posição.

O poder: Força, habilidade. Obviamente, Deus é o Todo-Poderoso, mas os seus servos voluntariamente lhe cedem poder sobre as suas vidas.

Porque todas as coisas tu criaste...: Neste capítulo, que focaliza a posição de Deus Pai, o principal motivo de louvor é a criação. É o motivo citado muitas vezes no Antigo Testamento.

Conclusão

Não pode haver dúvida. Deus está no controle. Ele é a personagem principal no céu, e é o Soberano absoluto que criou e domina o universo. Ele merece a adoração e a obediência absoluta de todas as suas criaturas, até dos mais exaltados seres viventes no céu. É o Deus Santo e Todo-Poderoso. Sem dúvida alguma, ele é eterno. Da presença dele saem trovões, vozes, relâmpagos, e a luz resplandecente que reflete no mar de sua santidade. Que privilégio Deus concedeu a João quando o convidou ao céu numa visão! Que privilégio ele nos deu quando relatou toda a cena aos seus servos!

QUANDO SE TRATA DO NOSSO DEUS, DEUS DE MOISÉS, DEUS DE ABRAÃO, ISAQUE E JACÓ; DEUS DOS PROFETAS, NOSSO CRIADOR E SENHOR ETERNO,... É MELHOR APRENDER A PEDIR, E ESPECIALMENTE A AGRADECER.
MOTIVO PELO QUAL NÃO SE DEVE ABUSAR DO SEU NOME, PORQUE MAIS SABE ELE DO QUE PRECISAMOS, DO QUE NÓS DO QUE RECEBEMOS DELE A TODO INSTANTE.

MUITOS ATÉ PODERÃO ESTÁ SE PERGUNTANDO, PORQUE QUE ESSE CIDADÃO, OU CARA! ESTÁ DIZENDO ISSO?! ACREDITO QUE ATÉ MESMO OS SENHORES DO ATEISMO, SABEM QUE DEUS É "ESPÍRITO" E POR ELE SER UM ESPÍRITO, A LABAREDA DO FOGO LHE PODE REVELAR A SUA FORMA; MESMO PORQUE AS LABAREDAS DO FOGO NÃO POSSUEM FORMA CONCRETA. AMÉM!

 

Irmão messias