quinta-feira, 24 de novembro de 2011

A ROTINA (................................)

                  IMORALIDADES  RELIGIOSAS

                  Imoralidades religiosas - Milhares e milhares de mulheres férteis, pensando na fome e nas demais misérias que assolam o mundo, preservam-se por trás do contrôle-de-natalidade, e isso não deixa de ser um bom senso; Portanto, certos homens com esses mesmos princípios, aderem-se a esta mesma causa, usando métodos preventivos que também, não deixam de ser boas condutas... Pois só os irresponsáveis não se preocupam com a explosão demográfica.

 Antes, Deus disse coisas que, depois também se arrependeu; e qualquer um bom evangelista de sã consciência, deve saber disso: Por que então cala-se! E não professa a verdade?
- A santa aliança com Noé, não quer mais dizer, o que foi dito para Adão e Eva; e não se deve jamais primar pela quantidade, e sim pela qualidade.

Para crescer e multiplicar-se, existem muitas outras razões, e só depende do homem saber quais são elas; pois nenhuma palavra ou frase inspiradas por Deus, pode se perderem no tempo e no espaço, sem terem a sua verdade no sentido lógico.

                Não se sabe ao certo! Por qual razão, seitas e religiões se debatem, e por que tanto aspiram que a procriação se avolume. Se tantas vítimas da fome e das demais misérias, consumam-se sobre a terra! Por que esse desejo ardente, procede principalmente dos eunucos, e dos celibatistas, por que? 

...  nem sempre os castos, devem querer imitar Jesus, porque isso além de ser uma heresia; é uma indução ao povo à leviandade.   E por cima disso um almejo excêntrico dos herdeiros da rebeldia dos anjos; estas pessoas que, a todo custo, revolucionam este assunto, são de algum modo fanáticas pelas suas vantagens.

                Nenhum padre, missionário, rabino, pastor, reverendo ou monge, se adequada no mundo dos sonhos; apesar de também não viverem a realidade dos povos. Os seus conhecimentos são profundos, mas, porém, inaproveitáveis na sexologia atual; portanto, as suas teses no que se refere a família, continuam sendo aquèm dessa mesma realidade. 

Todas ou quase todas as igrejas, templos e, ou sinagogas; defendem veementemente  a procriação e condenam convíctamente a maninagem da mulher estéril, em relação a família; mas, por quê quase sempre nenhuma delas, as admite! Mesmo que arrependida das peripécias do seu destino, só às vezes, consegue ser perdoada ou anistiada por umas, e penalizada ou condenada por outras!

                 Discriminar adultos de seus direitos humanos, sabe-se que é um crime hediondo, mas, esse mesmo crime, ser obstáculo à crianças-ilegítimas e mães solteiras, tão-logo nessas igrejas! Exatamente na hora do batismo que, é um direito sagrado do ser humano, por sinal, entre os outros, um dos primeiros! É uma falha indistrutural do espírito , règiamente humano, e se desencaixa totalmente do sentido moral - de qualquer que seja a doutrina cristã!  Isso, Deus no sentido maior desaprovaria, pois essas atitudes discriminatórias e, ou quaisquer imposições, assim como também, jamais negaria esses direitos ou o seu perdão; porque na verdade, o batismo e a comunhão, são sacramentos celebrados na iniciação de uma formação moral; contanto, se não houver uma, a outra também não existirá. Portanto, são considerados como primeira bênção, para a inocência afirmativa da sua semelhança, e honra creditícia para a mãe ou o pai, se por deseventura a criança for órfã.

                                       

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

A ROTINA ( .................. )

            Austeridade Moral e Profissional II

             ..., algo estranho existe aí... É hora de pais e mestres darem-se as mãos, e dialogarem sobre o assunto, porque as vezes o adolescente não está contra os mestres, nem também contra os pais, mas, na verdade contra ele mesmo, porque se o adolescente, quando criança não foi instruído à extravasar da sua carga energética dos seus próprios nervos estressados, sem dúvida nenhuma, revoltas infundadas vão se manifestar nele, por um certo período; e é aí que quem o acercam perseverantemente, deverão entendê-lo e orientá-lo; pois se nessa fase a pessoa mais próxima não souber ouví-lo e até mesmo relevar os seus insultos, esse mesmo adolescente é capaz de partir para o marginalismo; e o pior é que quando passar cuja fase, ele se arrepende e quase sempre não tem mais volta, porque a marginalidade sabe como envolver irrevogavelmente os seus adeptos.

          Tudo indica que todas as autoridades superiores de um adolescente atual, temem dar aos seus filhos o que receberam dos seus pais, ou dos seus mestres, e isto infelizmente é uma falha; Ninguém pense que alisando a cabeça do filho, vai fazer dele um bom pai. O ser humano tem que ser tratado com amor e compreensão,  mas, acima de tudo com a disciplina moral. O que na verdade, existem pessoas que nem disso precisam, já trás cuja disciplina no sangue.


             DIFERENÇAS DE POVOS

             Diferenças de povos - O civismo e a moral desse final de dois mil, deixam muito a desejar aqueles velhos sentimentos que se respeitava outrora; não há mais aquela empolgação que se comemorava num brinde, nem mesmo o devido respeito próprio. Mas, aquela mesma disciplina moral anterior não se destitui nessa atual que, infelizmente se encontra adormecida... nenhuma delas duas se desvia de um positivismo clássico.

O sim! Pode não ser apropriado, muito emboras - em países de primeiro mundo (como dizem os exibidos), sejam na verdade um pouco mais maduros ou conscienciosos e humildes na complacência  dos seus povos, mesmo porque as inconsequências dos seus menores de idade, são tratadas com o mesmo rigor da responsabilidade idônea, sempre respeitando os devidos direitos do menor, conforme o mesmo se respeite; e não como pensam e agem as nossas autoridades: Umas, querem proteger os seus, e outras, por se confundirem com as recomendações das suas Ongs, inclusive as da Onu, (Organizações das Nações Unidas); ambos estão errados em suas decisões para com a disciplina familiar, tanto nas suas, se tiverem filhos, como nas dos outros que, já se consideram importantes, diante da rebeldia dos seus filhos, por causa de tanta imunidade que os ensinem no contra-senso.

Eles mesmos por diversas vezes se auto-advogam, alegando inúmeros recursos políticos, e se declaram imunes às leis de algumas áreas, e as ordens ou as disciplinas paternas, não sabendo eles que isso mais tarde, pode até lhe custar a vida, ou simplesmente uma reclusão periódica, e quem sabe, até mesmo irrevogável. Porque todo aquele que desobedece aos pais, são propensos a desobedecerem as leis, e quem desobedece as leis deve ser punido.          

domingo, 20 de novembro de 2011

A ROTINA (críticas em mini-crônicas)

                EDUCAÇÃO MORAL E PROFISSIONAL

                Educação moral e profissional, perante a imprudência e a rebeldia que se descortinam, pais e mestres devem se dar as mãos, e juntos cantarem o mesmo hino de austeridade; porque se assim não reagirem, o ensino sem disciplkina jamais triunfará; e as crianças continuarão crecendo sem o devido respeito moral, apesar de alguns pais também não tê-los; mas não deve ser porisso que os outros também vão ser obrigados a ficarem sob a tutela de autoridades externas, que nem todas as vezes sabem do que se passa no seio dessas família; sem sequer uma assistência  no passo-a-passo de cada família... autoridade nenhuma pode saber ou ter provas suficiente para condenar as atitudes de qualquer um pai, como se todos fossem descontrolados, ao ponto de não saberem como educar um filho.

                A interferência da polícia na criação de um filho, está simplesmente botando a perder a formação de conduta, dessa mesma criança, exatamente por desacreditar no pai e na mãe, quando o mandam fazer alguma coisa que, ele não se dispõe atendê-los, e os mesmos o impõem a sua disciplina moral; ele acha ruim e os ameaça sair de casa, matá-los, dá-lhes uma surra, e até mesmo os denunciar à polícia. Portanto, nenhum delegado, advogado ou juiz, é capaz de saber o que passa pela cabeça de uma criança ou adolecente, quando esse menor se determina acusar uma pessoa, e isso em se tratando de pai ou mãe, esse menor não está nem sequer um pouco interessado em que vão resultar as consequências de tudo isso.
Por isso, nem mesmo os famosos psicólogos, são capazes de afirmar se as acusações que eles fazem quando estão com raiva, são exatamente corretas, ou não.



                   AUSTERIDADE MORAL E PROFISSIONAL

                    Austeridade moral e profissional, eduquem-se o quanto antes melhor! Não esperem austeridade dos outros; por que aqueles que esperam ser educados pelos outros; sempre vão pensar que estão sendo forçados, e não é bem assim.
Sabe-se que o homem é também um animal, e só pelo fato de ser racional, imagina não precisar ser domado como qualquer um outro selvagem; na verdade entre os dois existem várias diferenças; mas, quando se trata de educação, o irracional sempre foi mais compreensível, e se muitas vezes alguns deles demostram suas rebeldias, é porque eles têm mais medo que o seu domador, e por não 
entenderem o que se pretende ao domá-los. Sempre se acha que eles são diferentes do homem.
         
                    O índio é um ser humano, mais acima de tudo ele é na verdade um homem selvagem, e se ele fosse retirado à força da selva amazônica, para escolher um lugar em São Paulo, aonde ele achasse que para ele seria mais seguro, com certeza que além da cidade não escolheria zoológico algum, senão uma das reservas mais distantes! Pois é assim que agem os selvagens, quando à frente do homem que se diz civilizado. Quando um adolecente chega da escola, insatisfeito e bravo, taxando os seus professores de quadrados, pode averiguar    

sábado, 19 de novembro de 2011

A ROTINA (críticas em mini-crônicas)

             JÁ É HORA DA JUSTIÇA TIRAR O PANO DA CARA

             Já é hora da justiça tirar o pano da cara, em tratando-se de aberração judicial, é bom que não nos limitemos sómente ao código penal brasileiro; mas, também devemos ver e rever, o monstruoso livrinho colorido da constituição. Cujo livro ainda existente, mais parece uma ENCICLOPÉDIA DE DRAMATOLOGIA nacional, e que na verdade deveria de um modo ou de outro, ser redigida em apenas tres, ou no máximo quatro páginas de papel-ofício. Com absoluta certeza seria bem mais proveitosa e respeitável do que essa fantasia de aquarela, sem quase nenhum valor ideológico ou prático, e sem conteúdo moral - senão, apenas de ser simplesmente oficial.

             Basta o código penal brasileiro também já ser assim: um livrinho já quase caindo em desuso, mediante as inovações do seu próprio país, e isso é torná-lo práticamente desnecessário de acordo com a sua legislação, quando se tratando de justiça; mesmo porque não se sabe o que realmente ele é, ... um conjunto para se cumprir e, se fazer serem cumpridas, um defensor de alguns membros da cidadania, ou apenas um prospécto instrutivo para acusações! Claro que possui ambas coisas, só que nenhuma delas chegam no tempo exato, e na causa da pessoa certa; daí é que a sua sapiência e humanismo precisam levar a justiça a quem precisa realmente dela... Tanto na causa como no tempo certo,  e só assim se concertará uma boa parte das coisas que estão erradas, e sem o devido direito às suas razões; e isso tem que acontecer justamente aqui nesta terra! Porque é aqui que se tem uma santa democracia, e até mesmo o estado não está sabendo como lidar com ela, e calcula o povos, principalmente os mais abusados: os jovens e os adolecentes, depois desses dez últimos anos, - de 86 para 96, passando pelo Batalhão da Polícia de Trânsito, e pela frente do Colégio Militar, sorrí sòzinho como se fosse um louco, quando por alí passava, exatamente por saber que os jovens e os adolecentes  estavam novamente procurando os lugares, aonde  ainda existe uma disciplina corretamente exemplar, e aquilo me repatrioticou novamente.   

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

A ROTINA (críticas em mini-crônicas)

                 MOTIVOS E CONVICÇÕES
   
                  Motivos e convicções: os meritíssimos senhores juizes, não deveriam estar preocupados só e únicamente, com as condenações e absolvições de criminosos. Mas também com o amontoado de leis, decretos e portarias que nem valem apena existirem dentro ou fora do Código Penal, ou em qualquer outro código que se relacione com esse tipo de regras.
Essa montoeira de normas que faz e desfaz, deixando o dito pelo não dito, contradizendo-se por todos os lados; não é isso que o povo espera dos seus eleitos. Infelizmente elas muitas vezes são elaboradas por elementos que nem sabem o que é o direito, às obrigações e os deveres de um ser humano; e como cidadão nem se fala! Então como é que uma pessoa dessas vai poder legislar sobre esse mesmo assunto, se nunca teve sequer uma aula de jurisprudência! Não é possível o estado permanecer com a sua hierarquia intata, enquanto continuar homologando qualquer mediocridade de um ignóbil qualquer, só porque foi eleito pela insânia do povo, e se julga um parlamentar, não quer dizer que seja na verdade um legista.

                 Legislar em prol de um povo, é colocar-se como povo em meio ao próprio povo, sem anseio de sede ou fome pelo mesmo poder do qual já lhe foi conferido, e que apenas lhe resta saber dividí-lo como acusação e defesa; conforme seja o momento, a causa, e a razão do seu povo; e que também se considere incluido na mesma estância de obrigações e deveres.
O político para ser um bom cientista do estado, mesmo que seja portador de deficiência visual, deve enchergar um pouco mais de tres metros, além do próprio nariz. Portanto, esses ditames deveriam ser também julgados por eficientes jurisperitos de S. T. Fs., para que não ficassem com apenas a composição e homologação de autoridades, completamente encantadas  com o poder de legislar em seu próprio interesse.

                E nenhum jurisconsulto venha dizer que estou errado, ou que isso aqui é um equívoco, ou simplesmente foi a ignorância de um louco; porque é sempre assim que os juristas tratam as pessoas que falam a verdade... Ninguém pode realmente dizer a verdade, aonde o próprio poder judiciário se contradiz, e auto-se-afirma ser uma lei federal; e é triste ver tantos artigos e diversos parágrafos de uma imensidade de leis brasileiras, tomarem esse mesmo rumo. 

                

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

A ROTINA (críticas em mini-crônicas)

                 O ADULTÉRIO RELIGIOSO SOBRE A FÉ


                  O adultério religioso sobre a fé de qualquer um inocente, não devia ficar só e únicamente a critério das normas da igreja, mas, também está embuído como crime de desabono moral, entre as demais leis comuns do código penal brasileiro, sujeitas a reclusões, julgamentos e pena como qualquer outra... E tudo isso é na verdade uma pena, porque ainda existem tantas e tantas igrejas, burlando o amor e a fé de enormes levas de adeptos, através do evangelho; usando a palavra bíblica para ludibriarem socialmente os humanos , principalmente a sociedade cristã! Na verdade o maior interesse da maioria delas, no entender procedencioso dos seus ministros, não é adquirirem a paz, ou pelo menos o bem-está para os fiéis sofridos que as procuraram nos seus momentos de desespero, e sim para obterem dinheiro, jóias, móveis, imóveis, títulos-de-valores, e muitas outras coisas aquèm da boa fé de quem crer; menos a tranquilidade espiritual desse povo, através de um bom ensino evolutivo, moralmente adequado.

                Um adultério religioso sobre a fé de um fiel inocente, não deveria nem ser um crime afiançável, enquanto que na verdade nem é considerado um crime. Só que em tempo e lugar nenhum, isso pode ou deve deixar de ser um crime; se é que ainda pode-se esperar por alguma justiça para esse tipo de gente que, infelizmente ainda continua sofrida.
O mundo está perdido no sentido humano, ou seja: o sentido humano está perdido no mundo; principalmente, quando alguém impressiona a massa, porque autoridade nenhuma é capaz de reter a decisão do povo, quando aprovada por sí mesmo, mediante uma escolha seletiva.
- Assim como também a sua santidade "o papa", acha-se muitas vezes obrigado a aprovar mudanças de certas formas inesperadas dentro do clero; Sabe-se muito bem que tudo isso, não é porque ele seja  o autor-intelectual dessas mudanças, e sim a maioria selibatária do clero que, coagida pela pressão dos fiéis  de cada paróquia. Nenhum líder tem como se esquivar de reivindicações, porque são elas, as verdadeiras formas para forçá-los a qualquer reforma, ou aquirição.

                 Pois a dioceses e arquidioceses visam mudanças, mas, nem todas pretendem aprová-las para o seu modo de ser e de agir; mas, os seus fiéis militantes, quase sempre idealizam, promovem, e aprovam  dinâmicas que nem às vezes são procedentes de pessoas de uma mesma ordem!
Mas, como os fiéis da sociedade cristã se acham com esse direito, começam a exigirem dos párocos, que assim seja feito e os efeitos dessas reivindicações vão diretos ao Conselho dos Bispos, e de lá se aprovados tomam reforço de reprovações internacionais, e por fim quando esses trâmites são feitos desde a fonte até o Vaticano, não h´mais como sua santidade recusá-las, ou simplesmente desaprová-las. E por esse mesmo âmbito, acontecem as mudanças de um país, conforme a maioria do meio de uma sociedade civil, pressionando quem se diz representá-la; sim, porque as Forças Armadas, aonde existe uma democracia, elas têm que apoiarem as opções do povo, desde que elas não sejam subversíveis e sim, proveitosas para o país e transparentemente úteis para a nação.

Tá certo que quando se trata de transformações,  mudanças ou qualquer tipo de melhoria entre o povo e o governo, claro que a balbúrdia não é desse mundo!  ... todos sabem o por quê dessas discordâncias, e por isso mesmo o povo deveria e, ou deve se educar para exterminá-las; lutando pela derrubada de cada plenário pelo país afóra, e removendo pela raiz, direitos-caducos-de-constituções-mortas; cadeiras, cargos, e remunerações escandalosas em cada câmara municipal; inclusive a ociosidade de executivos e judiciários, como também fiscalizar, através de auditoria o monopólio dessas estatais que tem as suas autarquias, retidas em punhos hereditários. Aí então os disperdícios e as concentrações de recursos que, podem ser contornados à economia do país, e revertidos em benefício do seu próprio povo.
                                  

A ROTINA (críticas em mini-crônicas)

                 Entre CATÓLICOS, APOSTÓLICOS ROMANOS E LUTERANOS

                Entre católicos, apostólicos romanos e luteranos - na verdade não há muita diferença no que diz respeito ao conservadorismo,    ... por um lado o protestantismo revela a sua demagogia, e dentro de um certo conservadorismo, abraça e perdoa no seu batismo, aqueles que o catolicismo puniu, ou renegou, conforme a sua inquisição; e por outro os rejeita pelo seu modo de crença e fé.
Mesmo assim, já é muito bom e bonito, abraçá-los e perdoá-los, pós o voto batismal; quaisquer que tenham sido as práticas do crime, mesmo que nesse perdão, envolva-se o dinheiro como desagravo, ou simplesmente simbolisando uma obrigação, ou dever antigo que, na verdade se chama dízimo. Todos os ministros de qualquer igreja conduzem nas suas ordens - um preconceito qualquer; Uns, perdoam pelo amor a regeneração através do arrependimento, exigindo a prática continua, com a inclusão do dízimo...  E outros, pela fidelidade ao voto de compromisso e a expontâneidade do dízimo sem limite e, ou conforme qualquer que seja a renda mensal do fiel. Contanto que, de cada salário-mínimo seja descontado dez por cento a favor da igreja de sua congregação.
                Qual dos dois deverá está agindo correto! Ou será que os dois estão certos? Negar, ou renegar o batismo pelo Espírito Santo ao inocente que, em momento algum pediu para vir ao mundo, não é só um simples pecado ou um pequeno erro, é um crime; mesmo porque isto significa discriminação pré-racial, e negação de um dos direitos humanos, paralelo à vida, moralmente falando.

É horrìvelmente medonho não aceitar a participação honesta de um ser humano, na solenidade de um sacramento da igreja de Deus, só porque essa pessoa não seja militante; esta cena não justifica o ato, mas, uma certeza fica bem clara, se na verdade isso não for racismo! É uma bela de uma discriminação disfarsada; o que se pode chamar de: Fascismo Religioso.  :