terça-feira, 25 de agosto de 2015


O banquete de Assuero

1 E sucedeu, nos dias de Assuero (este é aquele Assuero que reinou, desde a Índia até à Etiópia, sobre cento e vinte e sete províncias); 2 naqueles dias, assentando-se o rei Assuero sobre o trono do seu reino, que está na fortaleza de Susã, 3 no terceiro ano de seu reinado, fez um convite a todos os seus príncipes e seus servos (o poder da Pérsia e Média e os maiores senhores das províncias estavam perante ele), 4 para mostrar as riquezas da glória do seu reino e o esplendor da sua excelente grandeza, por muitos dias, a saber, cento e oitenta dias. 5 E, acabados aqueles dias, fez o rei um convite a todo o povo que se achou na fortaleza de Susã, desde o maior até ao menor, por sete dias, no pátio do jardim do palácio real. 6 As tapeçarias eram de pano branco, verde e azul celeste, pendentes de cordões de linho fino e púrpura, e argolas de prata, e colunas de mármore; os leitos eram de ouro e de prata, sobre um pavimento de pórfiro, e de mármore, e de alabastro, e de pedras preciosas. 7 E dava-se de beber em vasos de ouro, e os vasos eram diferentes uns dos outros; e havia muito vinho real, segundo o estado do rei. 8 E o beber era, por lei, feito sem que ninguém forçasse a outro; porque assim o tinha ordenado o rei expressamente a todos os grandes da sua casa que fizessem conforme a vontade de cada um. 9 Também a rainha Vasti fez um banquete para as mulheres da casa real do rei Assuero.

Vasti, a rainha, recusa assistir ao banquete

10 E, ao sétimo dia, estando já o coração do rei alegre do vinho, mandou a Meumã, Bizta, Harbona, Bigtá, Abagta, Zetar e a Carcas, os sete eunucos que serviam na presença do rei Assuero, 11 que introduzissem na presença do rei a rainha Vasti, com a coroa real, para mostrar aos povos e aos príncipes a sua formosura, porque era formosa à vista. 12 Porém a rainha Vasti recusou virconforme a palavra do rei, pela mão dos eunucos; pelo que o rei muito se enfureceu, e ardeu nele a sua ira. 13 Então, perguntou o rei aos sábios que entendiam dos tempos (porque assim se tratavam os negócios do rei na presença de todos os que sabiam a lei e o direito; 14 e os mais chegados a eleeram: Carsena, Setar, Admata, Társis, Meres, Marsena, Memucã, os sete príncipes dos persas e dos medos, que viam a face do rei e se assentavam os primeiros no reino) 15 o que, segundo a lei, se devia fazer da rainha Vasti, por não haver cumprido o mandado do rei Assuero, pela mão dos eunucos.16 Então, disse Memucã na presença do rei e dos príncipes: Não somente pecou contra o rei a rainha Vasti, mas também contra todos os príncipes e contra todos os povos que há em todas as províncias do rei Assuero. 17 Porque a notícia deste feito da rainha sairá a todas as mulheres, de modo que desprezarão a seus maridos aos seus olhos, quando se disser: Mandou o rei Assuero que introduzissem à sua presença a rainha Vasti, porém ela não veio.18 E, neste mesmo dia, as princesas da Pérsia e da Média dirão o mesmo a todos os príncipes do rei, ouvindo o feito da rainha; e, assim, haverá assaz desprezo e indignação. 19 Se bem parecer ao rei, saia da sua parte um edito real, e escreva-se nas leis dos persas e dos medos, e não se revogue que Vasti não entre mais na presença do rei Assuero, e o rei dê o reino dela à sua companheira que seja melhor do que ela. 20 E, ouvindo-se o mandado que o rei decretar em todo o seu reino (porque é grande), todas as mulheres darão honra a seus maridos, desde a maior até à menor. 21 E pareceram bem essas palavras aos olhos do rei e dos príncipes; e fez o rei conforme a palavra de Memucã. 22 Então, enviou cartas a todas as províncias do rei, a cada província segundo a sua escritura e a cada povo segundo a sua língua: Que cada homem fosse senhor em sua casa; e que isso se publicasse em todos os povos conforme a língua de cada um.
Banquete Para Os Pobres



Parábola de Banquete para os pobres na Bíblia.
"O Reino dos céus é como um rei que preparou um banquete de casamento para seu filho. Enviou seus servos aos que tinham sido convidados para o banquete, dizendo-lhes que viessem; mas eles não quiseram vir.
"De novo enviou outros servos e disse: 'Digam aos que foram convidados que preparei meu banquete: meus bois e meus novilhos gordos foram abatidos, e tudo está preparado. Venham para o banquete de casamento!'
"Mas eles não lhes deram atenção e saíram, um para o seu campo, outro para os seus negócios.

Os restantes, agarrando os servos, maltrataram-nos e os mataram. O rei ficou irado e, enviando o seu exército, destruiu aqueles assassinos e queimou a cidade deles.
"Então disse a seus servos:
'O banquete de casamento está pronto, mas os meus convidados não eram dignos. Vão às esquinas e convidem para o banquete todos os que vocês encontrarem'.

Então os servos saíram para as ruas e reuniram todas as pessoas que puderam encontrar, gente boa e gente má, e a sala do banquete de casamento ficou cheia de convidados. "Mas, quando o rei entrou para ver os convidados, notou ali um homem que não estava usando veste nupcial.

E lhe perguntou: 'Amigo, como você entrou aqui sem veste nupcial?' O homem emudeceu. "Então o rei disse aos que serviam: 'Amarrem-lhe as mãos e os pés, e lancem-no para fora, nas trevas; ali haverá choro e ranger de dentes'. "Pois muitos são chamados, mas poucos são escolhidos".
Mateus 22:2-14

Jesus respondeu: "Certo homem estava preparando um grande banquete e convidou muitas pessoas. Na hora de começar, enviou seu servo para dizer aos que haviam sido convidados: 'Venham, pois tudo já está pronto'.
 "Mas eles começaram, um por um, a apresentar desculpas.
O primeiro disse: 'Acabei de comprar uma propriedade e preciso ir vê-la. Por favor, desculpe-me'. "Outro disse: 'Acabei de comprar cinco juntas de bois e estou indo experimentá-las. Por favor, desculpe-me'. "Ainda outro disse: 'Acabo de me casar, por isso não posso ir'.
                                         
"O servo voltou e relatou isso ao seu senhor. Então o dono da casa irou-se e ordenou ao seu servo: 'Vá rapidamente para as ruas e os becos da cidade e traga os pobres, os aleijados, os cegos e os mancos'. "Disse o servo:
'O que o senhor ordenou foi feito, e ainda há lugar'. "Então o senhor disse ao servo: 'Vá pelos caminhos e valados e obrigue-os a entrar, para que a minha casa fique cheia. Eu digo a vocês: Nenhum daqueles que foram convidados provará do meu banquete' ".
Lucas 14:16-24


Irmão messias










                                         


segunda-feira, 24 de agosto de 2015

Deuteronômio 23:4
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4Pois eles não vieram encontrar-se com vocês com pão e água no caminho, quando vocês saíram do Egito; além disso convocaram Balaão, filho de Beor, para vir de Petor, na Mesopotâmia, para pronunciar maldição contra vocês.

Este versículo em outras versões da Bíblia
porquanto não saíram com pão e água a receber-vos no caminho, quando saíeis do Egito; e, porquanto alugaram contra ti a Balaão, filho de Beor, de Petor, da Mesopotâmia, para te amaldiçoar.
-- Versão Almeida Atualizada






Irmão messias

A MESOPOTÂMIA (EM VERSOS)

Essa região tão forte,
Divide-se em Alta ao norte, 
Assíria, árida e montanhosa,
No sul, Caldéia, pantanosa.

Na história de tantos impérios,
Chegaram primeiro os Sumérios.
De sua origem não se tem idéia,
Mas sei que habitavam a Caldéia.

Fundaram as cidades-estados,
Lagash, Uruk e Ur.
Por reis são governados,
Cito entre eles Eridur.

Os Sumérios criaram a escrita
Que se chamou cuneiforme.
Surge um povo de origem semita
E é preciso que se informe.

Astrologia em presságios,
Anuncia os bravos Acádios.
Seu maior rei é Sargão
Que domina essa região.

                                     

Babilônia, Agadê e Sipar,
Unidade tão singular.
E o guerreiro por mais que lute,
Cai nas mãos do povo Guti.

O renascimento Sumeriano
Ocorre em grande alegria,
Com Dungi seu soberano
Na terceira Dinastia.

Prossigo as minhas escritas
No renascimento que morreu.
Chegam agora os Amoritas
Fundando o Império Caldeu.

Babilônia é a capital,
Num governo sem igual.
O rei que tudo sabe
É o famoso Hamurabi.

O grande poder desse rei,
Sustenta o seu código de lei.
Para quem ferir seu irmão,
Prove a Pena de Talião.



Envolvido por grande mistério,
Chega ao fim esse império.
O sangue se derrama no lírio,
Assume o poder o Assírio.

Sargão cumpre o seu papel,
Toma o Reino de Israel.
Após um século de insônia,
Cai também Babilônia.

No governo de Assurbanipal,
De liderança discreta,
Na sua obra principal
Constrói uma biblioteca.

Surgem lutar fraternas
Que trazem a decadência.
As revoltas internas
Enfraquecem a grande potência.

Nabupolassar comanda os seus,
Unindo Medos e Caldeus.
Na vitória mostra-se irônico
E funda o Império Babilônic

Com Nabucodonosor,
Vem o tempo de esplendor.
Entre os feitos mais propensos,
Ele cria os Jardins Suspensos.

Aos Fenícios aniquilou,
A força do bravo guerreiro.
Os Hebreus subjugou,
Formando seu cativeiro.

Mas acaba a sua sorte,
Chega breve a sua morte.
Como solitária menina,
O grande império declina.

Assim como foi em Tiro,
Invasão das mais perversas,
Babilônia entrega-se a Ciro,
Rei dos soldados Persas.

Povo de boa cultura,
Sua base era a agricultura.
Governo de forma resoluta
Na Monarquia absoluta

População muito mística,
Religião Politeística.
Seguiam os deuses qual rastros,
Adorando todos os astros.

Têm no seu vasto currículo
A divisão do círculo.
Longe da Cibernética,
Criaram a Aritmética.

Num mundo de magia,
Desenvolveram a Astrologia.
Observavam todas auroras,
Dividiram também as horas.

Mostraram na arquitetura
Uma visão bem futura.
Com recursos parcos
Aplicaram o sistema de arcos.

Entre o Ocidente e o Oriente,
Desenvolveu-se essa gente.
Com essa Civilização,
Termina mais uma lição.

 



domingo, 23 de agosto de 2015

O APEGO DO SALMISTA A DEUS
E A SUA PALAVRA
DIANTE DAS DIFICULDADES DA VIDA
Salmos 119 105, 112.

Isso aqui, é parte d’uma série da "Exposição do Salmo 119", e é muito recomendável que o leitor procure conhecer todos os aspectos das verdades contidas nesse Salmo, com aplicações para os nossos dias.                                                                                                No final deste exame, você encontrará uma outra exposição do Salmo 119 – A Excelência da Palavra de Deus.


Introdução:
A décima quarta divisão de oito versículos do Salmo 119 inicia com a letra - nun - que significa “peixe”. Esta letra era usada para indicar o numeral 50. Normalmente é transliterada como a letra “n” em português.

Nesta porção o Salmista vai falar da importância da palavra de Deus diante dos desafios da vida diária.

A Palavra de Deus como Lâmpada, verso 105.

Nos dias do Salmista, não existia iluminação pública. Quando a pessoas saiam de suas casas à noite precisavam levar uma lamparina consigo para evitar os perigos que a escuridão da noite escondia.
A Palavra de Deus, como luz em meio a escuridão, é derivada desta observação.
Muitas vezes precisamos andar em meio a densas trevas. Cada pessoa precisa aprender a usar a Palavra de Deus de forma pessoal, prática e habitual

Provérbios 6:23
Porque o mandamento é lâmpada, e a instrução, luz; e as repreensões da disciplina são o caminho da vida.

Um dos benefícios mais práticos da Palavra de Deus é a direção que nos oferece nas rotinas do dia a dia. Nós precisamos deixar nos guiar pelas instruções da Palavra de Deus. Felizes são todos aqueles que se apropriam da Palavra de Deus e a usam de forma prática como conselheira e fonte de consolação.

O Salmista e o seu apego
à Palavra de Deus, verso 106.
Sabedor do valor da Palavra de Deus o Salmista se apega à mesma com todos os recursos disponíveis.
            
Visando se forçar, pois não confia em si mesmo, ele assume um juramento de guardar os mandamentos do SENHOR.

O Salmista sabe que fazer o que é certo é sempre certo e que não existe nenhum mérito em se fazer o que se está obrigado a fazer. As pessoas inventam “auto sacrifícios” visando agradar a Deus, mas o Salmista sabe que “obedecer é melhor do que o sacrificar.

1 Samuel 15:22
Porém Samuel disse: Tem, porventura, o SENHOR tanto prazer em holocaustos e sacrifícios quanto em que se obedeça à sua palavra? Eis que o obedecer é melhor do que o sacrificar, e o atender, melhor do que a gordura de carneiros.

Nosso apego à Palavra de Deus deve existir porque amamos a Deus e Sua Palavra. Nosso apego à Palavra de Deus deve ser como os votos que fazemos no casamento: nós fazemos os votos porque amamos a outra pessoa.

O Salmista diante das dificuldades da vida – versos 107 e 108.

Verso 107 -  O fato de sermos servos de Deus não nos guarda de enfrentarmos dificuldades, pelo contrário, o fato de sermos servos de Deus é garantia absoluta de que iremos enfrentar problemas. Hoje em dia, todavia, existe uma tendência de se promover uma “religião cor de rosa” que é norteada por frases de efeito do tipo:
“Pare de sofrer!” ou “Um milagre espera por você”.
“Venha você também receber o seu milagre e ser feliz”.

O Salmista entendia que quanto mais obediente fosse à palavra de Deus tanto mais afligido seria. Por este motivo ele implora que Deus o vivifique!

A vivificação divina é o melhor remédio contra as aflições da vida. O Deus Vivo é o único capaz de vivificar o ser humano.

O Salmista pede para Deus agir de acordo com as promessas feitas e não de acordo com os sentimentos que ele estava experimentando.

Verso 108  -  O Salmista reconhece o valor do louvor e o valor da proclamação da verdade Divina. Isso está perfeitamente alinhado com a orientação que o autor de Hebreus nos dá e que diz:
                                    
“Por meio de Jesus, pois, ofereçamos a Deus, sempre, sacrifício de louvor, que é o fruto de lábios que confessam o seu nome – Hebreus 13:15.

O Apóstolo Pedro nos exorta dizendo: ”Vós, porém, sois raça eleita, sacerdócio real, nação santa, povo de propriedade exclusiva de Deus, a fim de proclamardes as virtudes daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz.   1 Pedro 2:9.

O Salmista e os perigos inventados pelos inimigos — versos 109 e 110.

Verso 109  -  Esse versículo é tanto mais verdadeiro se o autor do Salmo 119 for o rei Davi. Houve épocas na vida de Davi em que ele vivia fugindo e se escondendo de caverna em caverna. Não tinha sossego nem de noite nem de dia.

Todavia o Salmista não deixava as dificuldades servirem de justificativa para desobedecer aos mandamentos do Senhor. A vivificação do verso 107 e o ensino do verso 108 serviam para mantê-lo firme na lembrança da lei de Deus.

Verso 110  -  A vida espiritual está cheia de perigos. Não é, sob nenhum aspecto, uma vida fácil.

Espíritos malignos e homens malignos não irão sossegar enquanto não destruírem nossas vidas. Somos alvos permanentemente marcados para sermos destruídos. Como é que o Salmista conseguia vencer estas dificuldades?
Ele mantinha seus olhos abertos aos perigos tendo sua mente e seus pés iluminados pela Palavra de Deus.   Mantinha-se perto de Deus.

Não se desviava do caminho do Senhor porque buscava instrução, orientação e vivificação da parte de Deus e encontrava o que estava buscando.
O Salmista tinha a Palavra de Deus como sua herança  -  verso 111.

Conhecer os ensinamentos, descansar nas promessas e praticar os mandamentos: em tudo que estava relacionado à Palavra de Deus, era onde o Salmista encontrava verdadeiro prazer.

Nós temos uma herança eterna, imarcescível e fazemos bem em nos apegar a ela com todas as nossas forças.         1 Pedro 1: 3 e 4.

Bendito o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, que, segundo a sua muita misericórdia, nos regenerou para uma viva esperança, mediante a ressurreição de Jesus Cristo dentre os mortos,      

para uma herança incorruptível, sem mácula, imarcescível, reservada nos céus para vós outros.
O Salmista e a inclinação permanente do seu coração verso 112.

Os fatos de o Salmista ter a Palavra de Deus como lâmpada  -  verso 105, de se apegar firmemente à Palavra de Deus - verso 106, de ser vivificado por Deus - verso 107 - de ser ensinado por Deus.  
E o verso 108, faziam com que ele se inclinasse a obedecer aos mandamentos do SENHOR até ao fim da vida!

O Salmista estava inclinado a praticar os mandamentos de Deus enquanto outros estão dispostos apenas a falar acerca dos mandamentos de Deus.

O Salmista estava inclinado a praticar os estatutos do Senhor enquanto outros estão dispostos apenas a praticar certos rituais.

O Salmista estava inclinado a obedecer sempre enquanto outros estão dispostos a obedecer, somente, de vez em quando.

O Salmista estava inclinado a se relacionar com Deus aqui e por toda a eternidade enquanto outros buscam apenas uma religião temporária.

Conclusão:

Como o Salmista, nós precisamos ter a Palavra de Deus como lâmpada - verso 105, precisamos nos apegar firmemente à Palavra de Deus. verso 106,  precisamos ser vivificado por Deus. Verso 107,  precisamos ser ensinado por Deus. Verso 108, Quando buscamos, encontramos.

Mateus 7:7

Pedi, e (dar se vos á); buscai e achareis; batei, e (abrir se vos á).

Diante das armadilhas que os inimigos nos preparam, nossa resposta deve ser um apego cada vez maior ao SENHOR e à Sua Palavra. O profeta Isaías, diz que Os que esperam no SENHOR, renovam as suas forças, sobem com as asas como águias, correm e não se cansam, caminham e não se fatigam.
Isaías 40:31. . Temos que aprender a esperar com firmeza no SENHOR.


Temos que entender que nosso relacionamento com Deus não é apenas um relacionamento de conveniências nem um relacionamento temporário. É sim um relacionamento que se inicia aqui e irá se estender por toda a eternidade —

João 17:3

E a vida eterna é esta: que te conheçam a ti, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste.


OUTROS,                                                                                            NA SÉRIE DO  119.

A Excelência da Palavra de Deus.


Salmos 119: 1 - 8. Os Bem Aventurados.


Salmos 119: 9 - 16. A Importância da Palavra de Deus para os Jovens.


Salmos 119: 17 – 24. A Importância da Palavra de Deus para os Seus Servos.


Salmos 119: 25 - 32.  A Confiança do Salmista em Deus e em Sua Palavra.


Salmos 119: 33 – 40.  Completa Dependência de Deus e Sua palavra.


007 — Salmos 119: 41 - 48. Servindo Deus. Nos Termos de Deus.


Salmos 119: 49 - 56. Encontrando Conforto na Palavra de Deus.


Salmos 119: 57 - 64. Encontrando Plena Satisfação.  Apenas em Deus.


Salmos 119: 65 - 72.  A Bondade de Deus.


Salmos 119: 73 - 80. A Experiência Pessoal do Salmista com a Palavra de Deus.


Salmos 119: 81 - 88.  A esperança baseada em Deus e na Palavra de Deus, nas horas de maior angústia.

Salmos 119: 89 - 96. A Fidelidade de Deus Manifestada em Sua Palavra e Por Meio da Criação.

Salmos 119: 97 - 104.  Os inúmeros benefícios derivados da leitura e do estudo da Palavra de Deus.

Salmos 119: 105 - 112.  O apego do Salmista a Deus e à Sua Palavra diante das dificuldades da vida.

Salmos 119: 113 - 120.  O Salmista e a Vida íntegra Diante de Deus.

Salmos 119: 121 - 128. O Salmista e sua Luta por Justiça com o reconhecimento implícito de que Deus é o único, verdadeiro e definitivo Juiz dos seres humanos.

Salmos 119: 129 - 136. O Salmista reconhece excelência da Palavra de Deus, ao mesmo tempo em que deplora o fato de que “os homens não guardam a Tua Lei”.

Salmos 119: 137 - 144. Deus, Sua Justiça, Sua Palavra e o Salmista.


Salmos 119: 145 - 153. Orientação Objetiva,  acerca do Ato de Orar.


Salmos 119: 153 - 160. O contraste entre o Salmista que busca a Deus com intensidade cada vez maior e os ímpios que desprezam a Deus.


Salmos 119: 161 - 168.  VERDADEIRA PAZ E SEGURANÇA SÓ EXISTEM EM DEUS.

Salmos 119: 169 - 176. A NECESSIDADE DEFINITIVA QUE TEMOS DE CONFIAR EXCLUSIVAMENTE EM DEUS.



Irmão messias