sábado, 3 de outubro de 2015




Filhos de Deus

Contudo, aos que o receberam, aos que creram em seu nome, deu-lhes o direito de se tornarem filhos de Deus, os quais não nasceram por descendência natural, nem pela vontade da carne nem pela vontade de algum homem, mas nasceram de Deus.


Vejam como é grande o amor que o Pai nos concedeu: sermos chamados filhos de Deus, o que de fato somos! Por isso o mundo não nos conhece, porque não o conheceu.


O próprio Espírito testemunha ao nosso espírito que somos filhos de Deus.


Mas, quando chegou a plenitude do tempo, Deus enviou seu Filho, nascido de mulher, nascido debaixo da Lei, a fim de redimir os que estavam sob a Lei, para que recebêssemos a adoção de filhos.


 

Mas Jesus chamou a si as crianças e disse: "Deixem vir a mim as crianças e não as impeçam; pois o Reino de Deus pertence aos que são semelhantes a elas. Digo a verdade: Quem não receber o Reino de Deus como uma criança, nunca entrará nele".


 

Outros versículos:

Depois que gerou Matusalém, Eno­que andou com Deus 300 anos e gerou outros filhos e fi­lhas.
Gênesis 5:22

Naqueles dias, havia nefilins na terra, e também posterior­mente, quando os filhos de Deus possuíram as filhas dos homens e elas lhes deram filhos. Eles foram os heróis do passado, homens famosos.
Gênesis 6:4

Deus abençoou Noé e seus filhos, dizendo-lhes: "Sejam férteis, multipliquem-se e encham a terra.
Gênesis 9:1

Então disse Deus a Noé e a seus filhos, que estavam com ele:
Gênesis 9:8

 

A seguir Abraão orou a Deus, e Deus curou Abimeleque, sua mulher e suas servas, de forma que puderam novamente ter filhos,
Gênesis 20:17

Agora, jura-me, diante de Deus, que não vais enganar-me, nem a mim nem a meus filhos e descendentes. Trata ­a nação que te aco­lheu como estrangeiro com a mesma bondade com que te tratei".
Gênesis 21:23

Toda a riqueza que Deus tirou de nosso pai é nossa e de nossos filhos. Portanto, faça tudo quanto Deus lhe orde­nou".
Gênesis 31:16

Então Esaú ergueu o olhar e viu as mulheres e as crianças. E perguntou: "Quem são estes?"
Jacó respondeu: "São os filhos que Deus concedeu ao teu servo".
Gênesis 33:5

Quando eles partiram, o terror de Deus caiu de tal maneira sobre as cidades ao redor que ninguém ousou perseguir os filhos de Jacó.
Gênesis 35:5

Que o Deus todo-po­deroso lhes conceda miseri­cór­dia diante daquele homem, para que ele permita que o seu outro irmão e Benjamim voltem com vocês. Quan­to a mim, se ficar sem filhos, sem filhos ficarei".
Gênesis 43:14

Respondeu José a seu pai: "São os filhos que Deus me deu aqui".
Então Israel disse: "Traga-os aqui para que eu os abençoe".
Gênesis 48:9

E Israel disse a José: "Nunca pensei que veria a sua face novamente, e agora Deus me concede ver também os seus filhos!"
Gênesis 48:11

E José fez que os filhos de Israel lhe prestassem um juramento, dizen­do-lhes: "Quando Deus intervier em favor de vocês, levem os meus ossos da­qui".
Gênesis 50:25

Então Moi­sés levou sua mulher e seus filhos montados num jumento e partiu de volta ao Egito. Levava na mão a vara de Deus.
Êxodo 4:20

Moisés levou os ossos de José, porque José havia feito os filhos de Israel prestarem um juramento, quando disse: "Deus certamente virá em auxílio de vocês; levem então os meus ossos daqui".
Êxodo 13:19

Jetro, sogro de Moisés, veio com os filhos e a mulher de Moisés encontrá-lo no de­serto, onde estava acampado, perto do monte de Deus.
Êxodo 18:5

Não te prostrarás diante deles nem lhes prestarás culto, porque eu, o Senhor, o teu Deus, sou Deus zelo­so, que castigo os filhos pelos pecados de seus pais até a terceira e quarta geração daqueles que me desprezam,
Êxodo 20:5

mas o sétimo dia é o sábado dedicado ao Senhor,o teu Deus. Nesse dia não farás trabalho algum, nem tu, nem teus filhos ou filhas, nem teus servos ou servas, nem teus animais, nem os estrangeiros que morarem em tuas cidades.
Êxodo 20:10

"Não entregue os seus filhos para se­rem sacrificados a Moloque. Não profanem o nome do seu Deus. Eu sou o Senhor.
Levítico 18:21

Mas o Senhor, o nosso Deus, entregou-o a nós, e o derrotamos, a ele, aos seus filhos e a todo o seu exército.
Deuteronômio 2:33

Lembrem-se do dia em que vocês estiveram diante do Senhor, o seu Deus, em Horebe, quando o Senhor me disse: 'Reúna o povo diante de mim para ouvir as minhas palavras, a fim de que aprendam a me temer enquanto viverem sobre a terra, e as ensinem a seus filhos'.
Deuteronômio 4:10

"Quando vocês tiverem filhos e netos e já estiverem há muito tempo na terra e se corromperem e fizerem ídolos de qualquer tipo, fazendo o que o Senhor, o seu Deus, reprova, provocando a sua ira,
Deuteronômio 4:25

Não te prostrarás diante deles nem lhes prestarás culto, porque eu, o Senhor, o teu Deus, sou Deus zeloso, que castigo os filhos pelo pecado de seus pais até a terceira e quarta geração daqueles que me desprezam,
Deuteronômio 5:9

 

Desse modo vocês, seus filhos e seus netos temerão o Senhor, o seu Deus, e obedecerão a todos os seus decretos e mandamentos, que eu lhes ordeno, todos os dias da sua vida, para que tenham vida longa.
Deuteronômio 6:2

"No futuro, quando os seus filhos perguntarem a vocês: 'O que significam estes preceitos, decretos e ordenanças que o Senhor, o nosso Deus, ordenou a vocês?'
Deuteronômio 6:20

Lembrem-se hoje de que não foram os seus filhos que experimentaram e viram a disciplina do Senhor, o seu Deus, a sua majestade, a sua mão poderosa, o seu braço forte.
Deuteronômio 11:2

E regozijem-se ali perante o Senhor, o seu Deus, vocês, os seus filhos e filhas, os seus servos e servas e os levitas que vivem nas cidades de vocês por não terem recebido terras nem propriedades.
Deuteronômio 12:12

 

Ao invés disso, vocês os comerão na presença do Senhor, o seu Deus, no local que o Senhor, o seu Deus, escolher; vocês, os seus filhos e filhas, os seus servos e servas e os levitas das suas cidades. Alegrem-se perante o Senhor, o seu Deus, em tudo o que fizerem.
Deuteronômio 12:18

Tenham o cuidado de obedecer a todos estes regulamentos que estou dando a vocês, para que sempre vá tudo bem com vocês e com os seus filhos, porque estarão fazendo o que é bom e certo perante o Senhor, o seu Deus.
Deuteronômio 12:28

Não adorem o Senhor, o seu Deus, da maneira como fazem essas nações, porque, ao adorarem os seus deuses, elas fazem todo tipo de coisas repugnantes que o Senhor odeia, como queimar seus filhos e filhas no fogo em sacrifícios aos seus deuses.
Deuteronômio 12:31

 

 

Irmão messias



Quem era Maloque?http://www.abiblia.org/public/icons/01.jpg

Ana, mencionei, há alguns dias, a questão do sacrifício a Maloc (ou Maloque) quando respondi uma questão sobre Jefté que sacrifica a própria filha. A sua pergunta, invés, é mais direta e busca saber quem é Maloque.

Esse personagem é um deus. Na verdade, a sua origem vem de um simples vocábulo fenício e significa simplesmente "sacrifício", mas sacrifício em que a vítima vinha consumida pelo fogo. Seria como o holocausto na Bíblia. Com o passar do tempo, sempre em ambiente pagão, esse termo passou a ser divinizado e, em Ugarit (atua Ras Shamra, na Síria), aparece como um nome de deus, numa lista com diversos deuses.

A nossa curiosidade sobre esse nome nasce porque aparece várias vezes na Bíblia. Em 2Reis 23,10, por exemplo, conta-se que Josias destruiu um local, às portas de Jerusalém, "para que ninguém mais pudesse passar pelo fogo seu filho ou sua filha em honra de Moloc". A mesma informação é mencionada por Jeremias 7,31.


É provavelmente a causa de comportamentos desse tipo, quando parece que crianças eram sacrificadas, que aparece em Levíticos e Deuternômio proíbições explicitas contra ações desse tipo:

Não entregarás os teus filhos para consagrá-los a Maloc, para não profanares o nome de teu Deus (Levíticos 18,21);

Todo filho de Israel, ou estrangeiro que habita em Israel, que der um de seus filhos a Maloc, será morto (Levíticos 20,2);

Que em teu meio não se encontre alguém que queime seu filho ou sua filha (Deuteronômio 18,10).

 

 

Irmão messias

 

 

 

 

 

 

                                         

terça-feira, 29 de setembro de 2015




Jesus Cristo

Em toda a história, nunca houve e nunca haverá alguém como Jesus Cristo. Ele é tão importante e foi tão influente que o próprio tempo cronológico é dividido antes e depois d'Ele.

Só através de Jesus é possível receber perdão dos pecados e ter acesso a Deus. Um dia, todo o joelho se dobrará e toda a língua confessará que Jesus Cristo é o Senhor.

Por muito que se escreva sobre Jesus, é possível chegar à conclusão que não há palavras suficientes que consigam descrever o Seu amor, glória e esplendor.

Passagens e versículos bíblicos:

Respondeu Jesus: "Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Ninguém vem ao Pai, a não ser por mim.

Disse-lhe Jesus: "Eu sou a ressurreição e a vida. Aquele que crê em mim, ainda que morra, viverá;

Pois há um só Deus e um só mediador
entre Deus e os homens:
o homem Cristo Jesus,

No princípio era aquele que é a Palavra. Ele estava com Deus e era Deus.      João 1:1

Portanto, visto que temos um grande sumo sacerdote que adentrou os céus, Jesus, o Filho de Deus, apeguemo-nos com toda a firmeza à fé que professamos, pois não temos um sumo sacerdote que não possa compadecer-se das nossas fraquezas, mas sim alguém que, como nós, passou por todo tipo de tentação, porém, sem pecado.   Hebreus 4:14-15

Por essa razão era necessário que ele se tornasse semelhante a seus irmãos em todos os aspectos, para se tornar sumo sacerdote misericordioso e fiel com relação a Deus e fazer propiciação pelos pecados do povo.           Hebreus 2:17
                                       
Pois em Cristo habita corporalmente toda a plenitude da divindade,

Fui crucificado com Cristo. Assim, já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim. A vida que agora vivo no corpo, vivo-a pela fé no filho de Deus, que me amou e se entregou por mim.

"Não tenham medo", disse ele. "Vocês estão procurando Jesus, o Nazareno, que foi crucificado. Ele ressuscitou! Não está aqui. Vejam o lugar onde o haviam posto.

Vi os céus abertos e diante de mim um cavalo branco, cujo cavaleiro se chama Fiel e Verdadeiro. Ele julga e guerreia com justiça. Seus olhos são como chamas de fogo, e em sua cabeça há muitas coroas e um nome que só ele conhece, e ninguém mais. Está vestido com um manto tingido de sangue, e o seu nome é Palavra de Deus. Os exércitos dos céus o seguiam, vestidos de linho fino, branco e puro, e montados em cavalos brancos.



                                      3
De sua boca sai uma espada afiada, com a qual ferirá as nações. "Ele as governará com cetro de ferro." Ele pisa o lagar do vinho do furor da ira do Deus todo-poderoso. Em seu manto e em sua coxa está escrito este nome:
REI DOS REIS E SENHOR DOS SENHORES.
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Irmão messias




















                                                                             



O Código de Hamurabi

Quando pensamos em antigos reis pagãos, ideias de justiça e equidade, provavelmente, não são as primeiras coisas que nos vem à mente. Nós, modernos, somos mais propensos a imaginá-los como volúveis, déspotas sedentos de poder, sempre prontos para condenar alguém à morte por qualquer mero capricho. Mas o rei Hamurabi, que governou uma próspera e florescente Babilônia a quase quatro milênios atrás, não se encaixa nesse perfil. Ele afirmou ter ajudado a proteger os fracos da opressão e os estudiosos acreditam que ele tenha promovido uma atmosfera de justiça e retidão entre seu povo.
Esta crença é baseada em um objeto que foi descoberto há apenas um século. Ele já ganhou lugar ao lado da Pedra de Roseta como um dos artefatos mais importantes do mundo antigo. Trata-se da estela  que traz a inscrição do Código de Hamurabi, cujo estudo lançou luz sobre as leis, a cultura e a vida na antiga Babilônia.

Descoberta em 1901 pelo arqueólogo francês Jean-Vincent Scheil, na estela podemos ver bem preservada, a lista da maioria das antigas leis da época. Hoje, o monumento de basalto está no Museu do Louvre, em Paris. Ele tem 2,13 metros de altura e claramente foi concebido para exibição pública, como quando foi erguido pela primeira vez em alguma cidade da antiga Babilônia.
No topo se encontra uma descrição de Hamurabi com Shamash, o deus babilônico da justiça. Abaixo, estão as colunas onde estão inscritas, na língua acadiana, as leis de Hamurabi. O monumento tem 16 colunas de texto na parte dianteira e 28 na traseira. Entre prólogo e epílogo (em que Hamurabi invoca os deuses e discute a grandeza de sua justiça) encontra-se o mais importante do artefato, a parte onde estão enumeradas quase 300 leis que lançam luz sobre o senso de justiça dos caldeus, surpreendentemente à frente de seu tempo, em alguns aspectos.

O Código de Hamurabi contém uma extensa lista de leis que abriram os olhos dos historiadores para a sociedade altamente sofisticada da antiga Babilônia.
Quando Scheil encontrou a estela, os estudiosos, animados com a descoberta, logo publicaram vários livros e comentários sobre  o que ficou conhecido como "Código de Hamurabi". Os historiadores continuam a discutir o significado do código e os mistérios dele ainda fascinam a comunidade acadêmica. Ele oferece vislumbres notáveis sobre a história do direito, da justiça social e até mesmo da Bíblia. Para entender o porquê, vamos inspecionar alguns dos aspectos mais importantes do Código de Hamurabi.
As leis do Código de Hamurabi
Inspecionar o Código de Hamurabi é como olhar através de uma janela para a antiga Babilônia, um império agrícola com movimentados centros urbanos. Essas leis mantiveram a estabilidade e permitiram o florescimento da cultura babilônica. Alguns historiadores afirmam que o código  retrata uma sociedade mais avançada e sofisticada do que a do período medieval na Europa, que começou por volta do ano 500 depois de Cristo.
Cerca de 100 dessas leis diziam respeito a questões de propriedade e de comércio, incluindo dívidas, juros e garantias. Por exemplo, se uma barragem rompesse e subsequentes inundações destruíssem plantações alheias, as leis abordavam até a negligência do proprietário da barragem, que teria que compensar os agricultores que porventura perdessem as colheitas. Sendo a economia da Babilônia baseada em moeda de metal e em permuta, as leis também estabeleciam determinados padrões e limites para contratos de empréstimo, a fim de controlar o abuso de usura. O código estipulava que um credor poderia cobrar, no máximo, 20 por cento de um empréstimo à base de prata e 33,3 por cento para um empréstimo de grãos. Os credores também tinham que finalizar o contrato na frente de testemunhas e esperar o tempo da colheita antes de exigir o reembolso. Além disso, o código aborda a ideia de um empréstimo garantido, propriedades como  terras e casas - ou até mesmo mulheres e crianças -  serviam como garantia. Os devedores, também podiam se tornar escravos dos credores até que as dívidas fossem pagas.
Outro conjunto de aproximadamente 100 leis lidavam com assuntos familiares, que abordavam questões desde o casamento,  filhos e herança, até adultério e incesto. Os casamentos eram muitas vezes um acordo comercial entre o futuro marido e o pai da mulher desejada. O divórcio era possível, embora mais facilmente para o homem do que para a mulher. O divórcio, quase sempre implicava no pagamento de uma taxa e, por vezes, era necessário que o marido devolvesse o dote da esposa. Incesto e adultério da esposa eram puníveis pelo exílio ou com a morte. O código contempla o pai, como se poderia esperar, como o chefe da família. Até o filho casar, o pai tinha direitos legais para usá-lo no trabalho para si ou para seus devedores. Os pais poderiam até mesmo optar por vender os seus rebentos e se um filho batesse no seu pai, ele teria as mãos cortadas.
Esta última punição nos remete para a questão das leis penais, bem como para a natureza da punição no Código de Hamurabi. Alguns estudiosos pensam que este é o aspecto mais fascinante e significativo do código.
Olho por olho, dente por dente: As punições do Código de Hamurabi
Para manter sua sociedade estável, o rei Hamurabi instituiu algumas punições muito severas para determinados crimes. Como já mencionado, a mutilação física era uma opção comum para a punição; mesmo que isso significasse que as mãos de uma criança ou os seios de uma mulher tivessem que ser cortados. A morte era outro castigo habitual. O código menciona explicitamente cerca de 28 crimes cuja pena poderia ser a morte, entre eles, roubo, adultério e feitiços de bruxaria.
A punição muitas vezes dependia da classe social do agressor. Quando um membro da elite cometesse um crime grave contra uma pessoa de status inferior, ele ou ela, podiam ter que simplesmente pagar uma taxa. Quando os papéis fossem invertidos, o criminoso de classe baixa recebia uma punição mais severa.
Você provavelmente já ouviu falar da antiga lei do "olho por olho e dente por dente". Por um tempo, as pessoas achavam que essa ideia, chamada lei de talião (lei da retribuição), originava-se de Moisés e da lei hebraica. A descoberta do Código de Hamurabi lançou dúvidas sobre essa teoria. O código não só incluía a lei de talião, mas literalmente ditava essas leis para olhos e dentes. Se um agressor arrancasse o olho de alguém, ele ou ela, perderia um olho. O mesmo valia para dentes e ossos. Embora possa ser um pouco bizarro para nossos sentimentos modernos, isso tudo era perfeitamente racional e justo - pelo menos para Hamurabi.
Os historiadores ficaram surpresos ao encontrar a ideia da lei de talião em um código que antecedeu a Lei Mosaica (as leis de Moisés e dos hebreus) por algumas centenas de anos. Muitos chegaram à conclusão de que a Lei Mosaica evoluiu a partir do Código de Hamurabi, entretanto, os estudiosos rapidamente descartaram essa hipótese e passaram a aceitar que os dois códigos, provavelmente, compartilham uma origem comum. Existem muitas diferenças significativas entre os dois conjuntos de leis para concluir que a Lei Mosaica é baseada no Código de Hamurabi. Os historiadores apontam com frequência que a Lei mosaica é mais humana, e que, enquanto o Código de Hamurabi designa punições de acordo com a classe social, a Lei Mosaica não faz essa distinção.
Hoje, continuamos a estudar o Código de Hamurabi, por várias razões, mas talvez, a mais importante, seja porque ele lança luz sobre a história da lei de talião.  As nações atuais continuam a lutar com questões do que é justo e ético no combate ao crime. Talvez, o código de um rei pagão da antiguidade possa oferecer um contexto para o debate dessa questão.




Irmão messias