sábado, 7 de novembro de 2015



A morte de cinco reis amorreus 

Todas as passagens da Bíblia sobre o episódio "A morte de cinco reis amorreus".
Josué 10

16Os cinco reis fugiram e se esconderam na caverna de Maquedá.
17Avisaram a Josué que eles tinham sido achados numa caverna em Maquedá.
18Disse ele: "Rolem grandes pedras até a entrada da caverna, e deixem ali alguns homens de guarda.
19Mas não se detenham! Persigam os inimigos. Ataquem-nos pela retaguarda e não os deixem chegar às suas cidades, pois o Senhor, o seu Deus, os entregou em suas mãos".
20Assim Josué e os israelitas os derrotaram por completo, quase exterminando-os. Mas alguns conseguiram escapar e se refugiaram em suas cidades fortificadas.
21O exército inteiro voltou então em segurança a Josué, ao acampamento de Maquedá, e, depois disso, ninguém mais ousou abrir a boca para provocar os israelitas.
22Então disse Josué: "Abram a entrada da caverna e tragam-me aqueles cinco reis".
23Os cinco reis foram tirados da caverna. Eram os reis de Jerusalém, de Hebrom, de Jarmute, de Laquis e de Eglom.
24Quando os levaram a Josué, ele convocou todos os homens de Israel e disse aos comandantes do exército que o tinham acom­panhado: "Venham aqui e ponham o pé no pescoço destes reis". E eles obedeceram.
25Disse-lhes Josué: "Não tenham medo! Não desanimem! Sejam fortes e corajosos! É isso que o Senhor fará com todos os inimigos que vocês tiverem que combater".
26Depois Josué matou os reis e mandou pendurá-los em cinco árvores, onde ficaram até a tarde.
27Ao pôr do sol, sob as ordens de Josué, eles foram tirados das árvores e jogados na caverna onde haviam se escondido. Na entrada da caverna colocaram grandes pedras, que lá estão até hoje.




Irmão messias



Conflitos de Jesus com os Escribas/Fariseus no Evangelho de Marcos.


Encontramos no capítulo primeiro de Marcos sete sinais, que dão início a vida pública de Jesus, e resume praticamente todo o evangelho. Os capítulos 2 e 3 abrem com o primeiro conflito dos sete que encontramos no evangelho entre Jesus e os escribas/fariseus que zelavam pela Lei judaica.
Constatamos por duas vezes o número 7, nos primeiros capítulos de Marcos considerado biblicamente como o número da perfeição.
O povo bíblico não dava aos números um significado matemático ou racional, mas sim um sentido mais amplo e simbólico. Assim constatando o número sete para milagres e para conflitos, nosso olhar deve ultrapassar o número sete como quantidade acabada, mas sim que Jesus realizou durante a sua vida publica muitos milagres e com as autoridades do judaísmo em especial fariseus e escribas aconteceram muitos conflitos, não apenas estes sete descritos no evangelho. No olhar que daremos aos conflitos poderemos constatar duas verdades:
- Os que repeliram o ensinamento de Jesus foram sempre às autoridades judaicas defensoras do Judaísmo.
- os que receberam benefícios com a ação e atividade de Jesus foram os pobres e os que estavam à margem do sistema judaico do puro e do impuro.
Assim pouco a pouco iremos descobrir os projetos que aparecem no texto do evangelho:
- O projeto do Povo guiado por Jesus
- O projeto das elites que queriam manipular o pensamento do povo.
Assim durante seu ministério durante a vida pública, todas as ações empreendidas em favor do povo, encontrava resistência das autoridades judaicas, que mantinha uma situação de faixada com o Império Romano. As ações de Jesus em favor dos que estavam excluídos da sociedade sempre foram consideradas como impróprias e conflitantes.

Como entender os conflitos que enfrentou Jesus.

Sugerimos utilizar uma chave de Leitura que facilitará a compreensão dos conflitos:
Qual seria esta chave de leitura?
A ação de Jesus em Marcos é em favor dos pobres e marginalizados da sociedade da época. As ações de Jesus comprovam quem Ele é verdadeiramente.
Jesus não é simplesmente um reformador social, como tantos que surgiram na sua época, mas ele é o Cristo/Messias, esperado pelos Judeus que é exatamente o filho de Deus, enviado pelo Pai (Marcos 1,11).
Na compreensão mais ampla desta chave de leitura do evangelho de Marcos, podemos utilizar algumas perguntas para entender cada um dos conflitos...
Como por exemplo:
- Jesus conflitou com quem?    
- Quais foram os motivos do acontecido?
- Como o povo vivia?
- O que Jesus faz e que gera oposição?
- A ação de Jesus trouxe beneficio para quem?
- Resultado final do conflito.

Primeiro conflito – Jesus e o Perdão dos pecados (Marcos 2,1-12).

Para os escribas existia somente uma norma para o perdão dos pecados: “Só Deus pode perdoar pecados”. O sistema judaico seguia este caminho para alguém receber o Perdão de seus pecados: deveria ir até o templo de Jerusalém e ofertar um sacrifício de animais. Os fariseus assim pensavam, pois conheciam muito bem o que dizia a lei:
“...quem pode perdoar os pecados a não ser o Deus único?”(Marcos 2,7).
E isto só podia acontecer através do serviço do Templo através dos sacerdotes.
Neste episódio acontece algo novo, Jesus perdoa os pecados sem mesmo que a pessoa tenha que se dirigir ao Templo e fazer ofertas e sacrifícios.
O fato torna-se polemico, os escribas não aceitam as palavras de Jesus e viam nesta atitude de Jesus alguém que queria destruir os fundamentos da organização religiosa e política do Templo.
A preocupação dos escribas, conhecedores da lei era simplesmente conservar o cumprimento da lei judaica. Jesus ao contrário vê o sistema de morte que a lei subjugava o povo e se preocupa com a vida e a saúde das pessoas. Jesus está agindo em nome de seu Pai e começa a tratar de modo diferente os que eram considerados pecadores. (Lembro o fato que a doença na concepção judaica está ligada ao pecado).
A narrativa de Marcos capítulo 2 conclui com a frase do versículo 12:
“...de sorte que todos ficaram admirados e glorificavam a Deus dizendo: Nunca vimos coisa igual” (Marcos 2,12).

Segundo  – Jesus come com os pecadores (Marcos 2,13-17).
O conflito se dá pelo fato de Jesus não se importar em caminhar com os pecadores e muito menos de ir a suas casas e se assentar na mesma mesa para se alimentar. O acontecimento alcança a dimensão de conflito porque se refere a um cobrador de impostos. Na sociedade judaica os cobradores de impostos eram desprezados por que serviam ao Império Romano e sempre sonegavam para eles certas quantias de impostos. Passavam a serem pecadores públicos. Durante a refeição na casa de Levi, onde se reuniram também os pecadores e publicanos, Jesus responde aos escribas dos fariseus, depois de ouvir suas reclamações:
“...Eu não vim chamar justos, mas pecadores.” (Marcos 2,17).
Em outras palavras Jesus quer dizer eu não vim para vocês que se consideram justos na sociedade, mas para aqueles que são desprezados e considerados pecadores. Neste ponto Jesus fala de sua missão.

Terceiro – Jesus não jejua e quebra com o judaísmo (Marcos 2,18-22).

O Jejum era um tempo de espera ou mesmo de demonstração de piedade. Os judeus acreditavam que fazendo jejum aproximariam com rapidez a chegada do messias. Os seguidores de João Batista jejuavam pelo menos uma vez por semana e Jesus é criticado porque seus discípulos não jejuavam, alegando que Jesus o Messias estava presente. O fato vem demonstrar que o sistema religioso Judaico se apega a prática das leis, e pouco se importava com a situação das pessoas. Neste conflito de Jesus com os fariseus Ele diz:
“Ninguém faz remendo de pano novo em roupa velha; porque a peça nova repuxa o vestido velho e o rasgo aumenta” (Marcos 2,21).
Com estes exemplos do “remendo e do vinho novo” Jesus quer dizer que sua vinda exige mudança total nas pessoas, na política, na economia e na religião, e não apenas querer fazer pequenos remendos nas leis ou na consciência das pessoas.

Quarto – Jesus e o trabalho realizado em dia do sábado (Marcos 2,23-28).

Para o judaísmo o dia do sábado era sagrado. Era uma instituição. A observância da lei do sábado estava acima de tudo, até mesmo da pessoa humana. O problema que ocorre é que os discípulos passando pelos trigais da Samaria colhiam espigas de trigo. Esta atividade era proibida por lei, e não era permitido preparar alimento em dia de sábado ou mesmo trabalhar.
Jesus quer justificar esta ação dos seus discípulos retrucando para os fariseus usando um fato bíblico conhecido. Jesus recorda a passagem em que Davi junto com seus companheiros estando com fome violara a lei do sábado. Jesus mais ainda conclui que é permitido violar a lei do sábado em caso de necessidade ou fome. Dizendo que a lei e a observância do sábado estão a serviço do homem. Existem e estão a serviço do homem e não estão contra o homem. Querer observar irrestritamente esta lei, seria o mesmo que não se alimentarem naquele dia. Confiramos o texto de Marcos:
“27 Então lhes disse. O sábado foi feito para o homem, e não o homem para o sábado, de modo que o filho do homem é senhor até do sábado.” (Marcos 2,27).

Quinto – Jesus cura em dia do sábado (Marcos 3,1-6).

Na cura do doente Jesus entra em conflito com os fariseus, devido à observância da lei do sábado. Repete-se nesta cura o fato ocorrido no quarto conflito. Os fariseus veem em Jesus, alguém que desrespeita a lei e faz um trabalho. Novamente Jesus entra em diálogo com os fariseus e questiona se é permitido fazer o bem ou o mal, curar ou matar as pessoas. O texto assim esclarece:

“4 E perguntou: É permitido, no dia de sábado, fazer o bem ou fazer o mal? Salvar uma vida ou matar? Eles porem se calaram” (Evangelho de Marcos 3,4).

Os Judeus ouvem atentamente as interpelações de Jesus e nada respondem, o que os torna culpados, porque sabem muito bem o que todo o judeu observante deve fazer.
Jesus continua sua atividade e cura o doente, justificando que a vida humana e muito mais importante do que a observância do trabalho no dia do sábado e que para salvar a vida humana se pode violar a lei. Permanecendo numa posição farisaica ou querendo procrastinar para o amanhã a prática que gera vida, estamos optando e aceitando hoje a morte. Jesus nos indaga para uma ação prática não teórica: o que devemos fazer de imediato hoje.

Sexto - Jesus age em nome de Belzebu (Marcos 3,20-30).

Jesus entra em conflito com os escribas. A maneira de Jesus agir era muito estranha para os escribas. Procuravam um argumento forte para que toda a fama de Jesus vinda das curas, milagres e discursos convincentes fosse paralisada. Queriam condenar a Jesus pelo convencimento de sua argumentação em que Jesus dizia que tudo isto tem a força de seu Pai, o Deus, Todo Poderoso – Criador dos Céus e da Terra.
Pelo contrário, os escribas afirmam que a atividade e ação de Jesus vem inspiradas por Belzebu e pela força e poder do chefe dos demônios.
“22 Os escribas que haviam descido de Jerusalém diziam: Belzebu está nele, e também: É pelo príncipe dos demônios que ele expulsa os demônios” (Marcos 3,22).
As ações e obras de Jesus acontecem pela força e o poder do Espírito Santo. Jesus fala aos escribas completando, que Ele não realiza suas ações por Belzebu. E completa como Satanás expulsaria o próprio Satanás, ele estaria se destruindo a si mesmo. Jesus condena a acusação feita contra ele que seria um pecado sem perdão, e contrapõe dizendo a blasfêmia contra o Espírito Santo, é o único pecado que dura para sempre e que os errados seriam eles que estavam o acusando.

Sétimo - A família de Jesus - Marcos 3,31-35.

O capítulo 3 de Marcos encerra com sétimo conflito de Jesus com os escribas.
O assunto é sua família. O Judaísmo dá muita importância à família de sangue. É pela Mãe que vem a descendência. Jesus quebra os laços familiares de sangue é, em anunciar para si uma nova família.
Reúnem-se em torno da casa em que Jesus está, sua mãe, seus irmãos e estão à espera de Jesus. Comunicam a Jesus que seu grupo familiar está lá fora da casa à sua espera. Então Jesus diz para eles:
“34.... Eis a minha Mãe e os meus irmãos. 35Quem fizer a vontade de Deus, esse é meu irmão e mãe.”(Marcos 3,34-35).
Embora os fariseus e os de sua família colocam resistência em aceitar seu projeto, outra parte da sociedade os excluídos, os marginalizados, os cegos, os paralíticos, as mulheres  e os discípulos passam a ser seguidores de seu Projeto.



Irmão messias

quarta-feira, 4 de novembro de 2015


   

O ADVOGADO
Jesus Cristo.                         

"Não há melhor advogado, não há melhor defensor, não existe outro, ninguém jamais possuiu ou possuirá suas qualidades..."
 “Filhinhos meus, estas cousas vos escrevo para que não pequeis. Se, todavia, alguém pecar, temos Advogado junto ao Pai, Jesus Cristo, o justo”.      (I João 2:1).
Olhando para a Bíblia Sagrada, em cotejo com a função do operador da justiça chamado profissionalmente de advogado, ponho-me a meditar, e quem sabe possamos fazê-lo juntos.
Somos tendentes ao pecado, herdeiros de uma natureza que procura levar-nos à práticas pecaminosas.
E por mais que procuremos evitar, por mais que procuremos manter nossa integridade espiritual,
por mais que procuremos evitar o pecado, cometemos deslizes, cometemos falhas, caímos em fraquezas e pecamos.

O que fazermos quando isto acontece? Qual a melhor atitude?
Será que Deus pode nos perdoar a todo instante?
Há alguém que se importe comigo?
Há alguém que me represente, que me defenda, que interceda por mim?

A Bíblia Sagrada – acima, deixa claro que sim. Há sim alguém que intercede por mim. Há sim alguém que me representa diante de Deus. Tenho um advogado.
Segundo o texto bíblico registrado na carta do apóstolo Paulo à Timóteo, primeira carta, capítulo 2, versículo 5, encontramos mais uma vez esta pessoa intercessora, este mediador, este advogado: “Porquanto há um só Deus, e um só Mediador entre Deus e os homens, Cristo Jesus, homem.”

Por mais que em algum momento procuremos encaixar entre nós e Deus outros mediadores, outras formas de termos nossos pecados perdoados, outras formas de obtenção do perdão divinal, a Bíblia é clara, não há outro mediador, não há outro advogado, não há outra forma. É somente por Ele, somente através d’Ele, Jesus Cristo.

Sabendo que não há outro, resta-me ainda saber se posso confiar em meu advogado, preciso saber quais as qualidades que fazem deste meu advogado o único, por quê devo confiar n’Ele!

Um bom advogado deve no mínimo conhecer da Lei.                             Será que meu advogado junto a Deus conhece da Lei?
Regozijo em saber que meu
advogado, nosso advogado, não só conhece da Lei, não estudou a Lei, mas sua palavra é a própria Lei, a Lei imutável, como diriam os romanos: a lex a eterna scripta in hominis corde. = > da lei eterna escrita no coração humano.
Ele mesmo confirma que sua palavra é a Lei quando diz que tudo pode passar, tudo pode se modificar, tudo pode se alterar, pode passar céus e terra, mas suas palavras permanecem para sempre (Mateus 24:35). É a verdadeira Lei, a Lei verdadeiramente justa, a Lei eterna, a Lei imutável, inalterável.

Nosso advogado, como filho do próprio Deus, como portador das mesmas características do Pai, é o mesmo que apresenta-se como aquele que nada deixa faltar, a nós seus clientes, que nos provê de alimento, que refrigera nossa alma, que nos guia por caminhos tranquilos. (Salmo 23)


Nosso advogado, é aquele sob cujos cuidados podemos descansar, é nosso refúgio e fortaleza, nos socorre nos momentos de angústia, nos protege a ponto de mil serem feridos ao nosso lado e dez mil à nossa destra mas nós não somos atingidos, ainda que comamos coisa mortífera mal algum se nos faz, pisamos serpentes e leões e nenhum dano nos ocorre, pois Ele está conosco em todo tempo e nos protege. (Salmo 91).

Nosso advogado, ainda que não tenha nossa culpa, supera quaisquer outros quando toma sobre si as nossas dores e enfermidades, leva sobre si nossos erros e maldições, assume nossas culpas e erros como se seus fossem para que possamos ser livres. (Isaias 53)
Quando buscamos saber a verdade, nosso advogado nos diz: "Eu sou a verdade". Quando buscamos um norte, uma orientação, um caminho, Ele nos diz: "Eu sou o caminho".
Quando queremos saber o que será do nosso porvir, o que será do nosso futuro, nosso amanhã, Ele diz: "Eu sou a vida eterna para ti". (João 14:06).
E, por fim, certos de que possuímos o melhor advogado, queremos saber qual o resultado, o que receberemos com nossa causa ganha, surge nosso advogado dizendo: - Ao que vencer... darei de comer do fruto da árvore da vida (Apocalipse 2:7); - não receberá o dano da morte (2:11); dar-lhe-ei de comer do maná escondido e lhe darei uma pedrinha branca escrito um novo nome (2:17); dar-lhe-ei poder sobre as nações (2:26); dar-lhe-ei vestes brancas e escreverei seu nome no livro da vida,  ainda falarei do seu nome diante de Deus e dos anjos (3:05) concederei que reine comigo para sempre (3:21).

Não há melhor advogado, não há melhor defensor, não existe outro, ninguém jamais possuiu ou possuirá suas qualidades, mas como tê-lo como meu advogado, como entregar-lhe minha causa ?


Necessário se faz que assinemos a procuração, confessemos nossos pecados e falhas diante de nosso advogado, contemos para Ele nossos problemas, entreguemos para Ele nossa causa, deixemos que Ele nos oriente, nos dirija, nos cuide, nos proteja. Mas como?

O salmista, no Salmo 37, versículo 05 nos ensina e nos mostra como termos este advogado, dizendo: Entrega teu caminho ao Senhor, confia n’Ele, e o mais Ele tudo fará.
Depois disso, basta que de verdade nos arrependamos dos pecados que cometemos, e em seguida selemos cujo pacto com o Selo do Espírito de Deus em Cristo Jesus.
Daí então, Ele está pronto a patrocinar nossa causa, está pronto a vencer esta causa por nós, está pronto para nos fazer mais puros que a neve, está pronto para nos fazer santos, basta que entreguemos a Ele nossas vidas. Obedientemente!


Entreguemos nossas vidas a Jesus orando, em coração contrito, e pedindo que nos tome em suas mãos, que tome nossas vidas sob sua direção, e confessando que  sosinhos não podemos realmente fazer nada. Só com Ele podemos ser vitoriosos, só com Ele podemos ser felizes, só com Ele podemos vencer nossos pecados e imperfeições. Com Ele, somos então, mais que vencedores.

Irmão messias

terça-feira, 3 de novembro de 2015



                       A PAZ


Neste mundo complicado onde a vida é cada vez mais rápida e são muitas as preocupações do dia a dia, um pouco de paz vale mais do que ouro.
Quem aceitou Jesus no seu coração pode experimentar essa paz que muitas vezes é impossível de explicar. Porque mesmo nos momentos difíceis, Deus está no controle e nos ajuda a suportar qualquer adversidade.

Passagens e versículos bíblicos:

"Eu disse essas coisas para que em mim vocês tenham paz. Neste mundo vocês terão aflições; contudo, tenham ânimo! Eu venci o mundo".

Não andem ansiosos por coisa alguma, mas em tudo, pela oração e súplicas, e com ação de graças, apresentem seus pedidos a Deus. E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará o coração e a mente de vocês em Cristo Jesus.

Deixo a paz a vocês; a minha paz dou a vocês. Não a dou como o mundo a dá. Não se perturbe o seu coração, nem tenham medo.

A mentalidade da carne é morte, mas a mentalidade do Espírito é vida e paz;

Bem-aventurados
os pacificadores,
pois serão chamados
filhos de Deus.

O Senhor dá força ao seu povo;
o Senhor dá a seu povo a bênção da paz.

Que a paz de Cristo seja o juiz em seu coração, visto que vocês foram chamados para viver em paz, como membros de um só corpo. E sejam agradecidos.

Tu, Senhor, guardarás em perfeita paz
aquele cujo propósito está firme,
porque em ti confia.

"Sujeite-se a Deus,
fique em paz com ele,
e a prosperidade virá a você.

"Para os ímpios não há paz",
diz o meu Deus.

Por isso, esforcemo-nos em promover tudo quanto conduz à paz e à edificação mútua.

Tendo sido, pois, justificados pela fé, temos paz com Deus, por nosso Senhor Jesus Cristo,

Os que amam a tua lei desfrutam paz,
e nada há que os faça tropeçar.

Orem pela paz de Jerusalém:
"Vivam em segurança aqueles que te amam! Haja paz dentro dos teus muros
e segurança nas tuas cidadelas!"



sábado, 31 de outubro de 2015



      Confiança em Deus

Confiar em Deus é a atitude mais acertada que um ser humano pode ter. Isto porque essa confiança nos dá segurança, alegria e força para enfrentar qualquer desafio que esteja na nossa frente.
Deus é fiel e bom, e nunca desampara nem abandona aqueles que confiam n'Ele!
Passagens e versículos bíblicos:
Tal é a confiança que temos diante de Deus, por meio de Cristo. Não que possamos reivindicar qualquer coisa com base em nossos próprios méritos, mas a nossa capacidade vem de Deus. Ele nos capacitou para sermos ministros de uma nova aliança, não da letra, mas do Espírito; pois a letra mata, mas o Espírito vivifica.

O Senhor é a minha rocha, a minha fortaleza
e o meu libertador;
o meu Deus é o meu rochedo,
em quem me refugio.
Ele é o meu escudo e o poder que me salva,
a minha torre alta.

pode dizer ao Senhor:
"Tu és o meu refúgio e a minha fortaleza,
o meu Deus, em quem confio".

O Senhor é bom,
um refúgio em tempos de angústia.
Ele protege os que nele confiam,

Ó Senhor dos Exércitos,
como é feliz aquele que em ti confia!

"Este é o Deus
cujo caminho é perfeito;
a palavra do Senhor
é comprovadamente genuína.
Ele é escudo
para todos os que nele se refugiam.

Deus é a minha salvação;
terei confiança e não temerei.
O Senhor, sim, o Senhor
é a minha força e o meu cântico;
ele é a minha salvação!"

Embora ele me mate,
ainda assim esperarei nele;
certo é que defenderei
os meus caminhos diante dele.

Senhor, meu Deus, em ti me refugio;
salva-me e livra-me de todos
os que me perseguem,

"Cada palavra de Deus
é comprovadamente pura;
ele é um escudo para quem
nele se refugia.

Os que conhecem o teu nome confiam em ti,
pois tu, Senhor, jamais abandonas
os que te buscam.

Em ti os nossos antepassados
puseram a sua confiança;
confiaram, e os livraste.

Confie no Senhor de todoO SEUhttp://cdncache-a.akamaihd.net/items/it/img/arrow-10x10.png coração
e não se apoie
em seu próprio entendimento;

Entregue o seu caminho ao Senhor;
confie nele, e ele agirá:

Mas eu, quando estiver com medo,
confiarei em ti.

Pois tu és a minha esperança,
ó Soberano Senhor,
em ti está a minha confiança desde a juventude.

Tu, Senhor, guardarás em perfeita paz
aquele cujo propósito está firme,
porque em ti confia.

Se trabalhamos e lutamos é porque temos depositado a nossa esperança no Deus vivo, o Salvador de todos os homens, especialmente dos que creem.

Alguns confiam emCARROShttp://cdncache-a.akamaihd.net/items/it/img/arrow-10x10.png e outros em cavalos,
mas nós confiamos
no nome do Senhor, o nosso Deus.

Muitas são as dores dos ímpios,
mas a bondade do Senhor
protege quem nele confia.

É melhor buscar refúgio no Senhor
do que confiar nos homens.



Irmão messias