Dá vontade dagente dizer: Isto não existe! Mas a verdade é que realmente existe. É por pouco tempo a cada ano, está sempre lá no nosso florido Paraná dos Ypês brasileiros.
sexta-feira, 20 de novembro de 2020
domingo, 15 de novembro de 2020
CHÃO DOS HIPÓCRITAS
Andei
por toda essa terra, do Oiapoque ao Chuí; eu tinha dois pés, um pisava aqui, e o outro na Guiana Francesa;
e de repente, não mais que de repente, eu estava sobre as belezas da magnífica
Chuy. Mas ninguém nunca me disse donde sou. Sei somente que sou um andarilho,
um pretensioso mutante à peregrino, passando pelo nordeste alencarino,
simplesmente suportando aquilo que não posso ignorar; como por exemplo:
Demagogos dizendo que o seu país é um estado Laico, e que qualquer um pode ser
o que quiser; pura hipocrisia! Porque nem sequer democracia o seu povo sabe o
que é. Por mais que se passem séculos e séculos, esse Esconderijo de Dom João,
não passa de uma Masmorra Cabrália. Terreno internacional de Punguistas, onde
se ouve constantemente, os idiotas da comunicação o divulgando como um paraíso,
e o seu povo, como hospitaleiro; só não posso colocar aqui, a totalidade! Mas
sim, a maior parte dos 50%, infelizmente.
sexta-feira, 6 de novembro de 2020
quarta-feira, 2 de setembro de 2020
sexta-feira, 21 de agosto de 2020
ARCA DA ALIANÇA DO SENHOR
ALGUNS CONTRATEMPOS COM A ARCA DA ALIANÇA DO SENHOR: - Eis aí, meu caro irmão Ernani - alguns trechos que nos são preciosos para os nossos entendimentos, na caminhada em que estamos espiritualmente na mesma COMUNHÃO.
Depois de Siló, a Arca da Aliança mudou várias
vezes de lugar, pois foi roubada pelos inimigos, os filisteus; até ser transferida para Baalim de Judá,
também chamada de Quiriate-Jearim ou Quiriate-Baal. Depois de Siló, a Arca da Aliança mudou várias
vezes de lugar, pois foi roubada pelos inimigos (filisteus), até ser
transferida para Baalim de Judá, também chamada de Quiriate-Jearim ou
Quiriate-Baal.
PRIMEIRO: - E vai este termo e volta ao lado do ocidente para o sul do
monte que está defronte de Bete-Horom, para o sul, terminando em Quiriate-Baal
(que é Quiriate-Jearim), cidade dos filhos de Judá; esta é a sua extensão para
o ocidente. Josué 18; 14.
SEGUNDO:
- Então vieram os homens de Quiriate-Jearim, e levaram a
arca do SENHOR, e a trouxeram à casa de Abinadabe, no outeiro; e consagraram a
Eleazar, seu filho, para que guardasse a arca do SENHOR.
E sucedeu que,
desde aquele dia, a arca ficou em Quiriate-Jearim, e tantos dias se passaram
que até chegaram vinte anos, e lamentava toda a casa de Israel pelo Senhor. 1 Samuel 7; 1, 2.
TERCEIRO:
- Convocou, pois, Davi a todo o Israel desde Sior do Egito
até chegar a Hamate; para trazer a arca de Deus de Quiriate-Jearim, 1 Crônicas
13; 5, para a casa de Abinadabe e seus
filhos, Uzá e Aiô.
QUARTO: - E levantou-se Davi, e partiu, com todo o povo
que tinha consigo, para Baalim de Judá, para levarem dali para cima a arca de
Deus, sobre a qual se invoca o nome, o nome do Senhor dos Exércitos, que se
assenta entre os querubins.
E puseram a arca de
Deus em um carro novo, e a levaram da casa de Abinadabe, que está em Gibeá; e
Uzá e Aiô, filhos de Abinadabe, guiavam o carro novo. 2 Samuel 6; 2, 3, dalí foi para casa.
terça-feira, 18 de agosto de 2020
Latim antigo (também arcaico ou primitivo) é a forma do latim usada no período anterior à era do latim clássico, ou seja, anterior a 75 a.C.
O termo prisca Latinitas é usado no latim moderno e no latim contemporâneo para distingui-lo do termo vetus Latina, no qual vetus ("velho", "antigo") possui outro significado. O uso de termos como "antigo" e "arcaico" para se referir a esta forma do idioma já é o padrão nas publicações dos escritos do idioma desde pelo menos o século XVIII. A definição se refere aos escritos que utilizavam convenções ortográficas e palavras que geralmente não foram usadas em obras escritas durante o Império Romano.
A história do latim, a língua natural dos antigos romanos, remonta a mais de 2700 anos atrás. Sua formação original é obscura. Uma hipótese dá que a língua pode ter nascido na primitiva cidade de Roma e seus arredores, na região do Lácio, na península Itálica. Outra teoria pretende que o latim foi trazido por povos invasores, oriundos do centro ou norte da Europa, que chegaram à península no final da Idade do Bronze, em torno de 1000 a.C. Outros supõem que o latim derivou de um amálgama de várias línguas indo-européias chegadas à Itália por vias diferentes. A pré-história do latim é difícil de determinar por causa da ausência de testemunhos escritos, e a influência de várias línguas diferentes é apenas deduzida de derivações encontradas na língua registrada em tempos históricos. Não sobrevivem registros escritos da linguagem desta fase inicial, e os mais antigos conhecidos datam do século VI a.C.
Este latim primitivo tinha vários pontos de semelhança com as línguas faladas no entorno de Roma, tais como o umbro, o sabino e o osco, do grupo das línguas itálicas. As inscrições remanescentes dessas outras falas evidenciam que compartilhavam com o latim vários aspectos gramáticos e sintáticos, e até algum vocabulário, mas não eram próximas o bastante para serem mutuamente compreendidas. Essa evidência sugere que anteriormente pode ter havido uma única língua geral na região, mas tampouco disso há provas. Porém, é certo que o latim e as línguas itálicas derivam de um tronco comum, de onde nasceram muitas línguas européias e outras tantas orientais.