terça-feira, 28 de julho de 2015
GÊNESIS – CAPÍTULO 11
Gênesis capítulo 4
contém o registro de Caim e de seus descendentes. Em Gênesis capítulo 5, a
ênfase muda para Sete e sua geração. Como ninguém da semente de Caim sobreviveu
ao dilúvio, nós todos somos descendentes de Sete, através de Noé e de seus
filhos.
Nos versículos 1 e 2
, nós temos a explanação do conteúdo do capítulo 5 e uma breve revisão da
criação do homem. Duas coisas são dignas de nota:
A. Somente aqui e em
Mateus 1:1, a frase "livro das gerações" é utilizada na Bíblia. É
interessante notar que em Gênesis a frase diz respeito a Adão, e em Mateus a
Jesus Cristo, o ultimo Adão.
B. Perceba que no
versículo 2, tanto o homem quanto a mulher são chamados de Adão. A palavra Adão
no Hebraico é utilizada genericamente para "homem", embora este fosse
um nome pessoal dado ao homem. Este conhecimento esclarece o título de Cristo
como "o ultimo Adão" [I Coríntios 15:45]. Como Adão foi o
representante de seus descendentes, assim Cristo veio como o "ultimo
Adão" para representar Seu povo no Calvário.
Uma coisa notável
aqui é a longevidade destes antigos homens. Não há motivo para entendermos
estes anos como alguma outra coisa além de anos solares normais. Muitos motivos
têm sido sugeridos para que a vida fosse estendida em sua amplitude. Talvez o
pecado não tivesse ainda afetado totalmente a genética e a constituição física
do homem. Alguns pensam que talvez seja pelo fato do clima da terra e do meio
ambiente serem totalmente diferentes antes do dilúvio. Entretanto, tudo isso é
mera teoria. Nós ficamos contentes em saber que Deus é quem permitiu isso.
Infelizmente uma vida longa não promove a piedade [Gênesis 6:5].
Aqui nós encontramos
um dos homens mais interessantes das Escrituras. As coisas que sabemos a
respeito de Enoque:
A. Enoque era o
sétimo depois de Adão, e veio através de Sete [Judas 14-15]. É interessante
notar que Lameque foi o sétimo depois de Adão, através de Caim [Gênesis
4:18-24]. Enoque foi um homem temente a Deus, enquanto Lameque foi um rebelde.
Isto demonstra a influência de Caim e de Sete sobre suas famílias.
B. Enoque andava com
Deus - vers. 24.
C. Enoque pregou
para sua geração ímpia [Judas 14-15].
D. Enoque agradou a
Deus [Hebreus 11:5].
E. Enoque foi
trasladado para a presença de Deus para não ver a morte [vers.24; Hebreus
11:5]. Isto nos leva a pensar no motivo que levou Enoque à conversão. Nos
versículos 21 e 22, vemos que ele veio à andar com Deus após o nascimento de
Matusalém, aos sessenta e cinco anos de idade. O nome de Matusalém era
profético e se referia à vinda do dilúvio. Em essência, foi dito a Enoque, que
logo após a morte de Matusalém o dilúvio viria. Sem dúvida isto produziu a sua
conversão e a sua ardente pregação. (Não é notável que o homem cuja vida foi
prolongada até quando Deus enviou o dilúvio viveu mais do que qualquer outro
homem? Isto não ilustra a longanimidade de Deus?).
Lameque (não deve
ser confundido com o descendente de Caim) foi o pai de Noé. O nome Noé
significa "descanso" ou "conforto". De alguma maneira
Lameque viu em Noé alguém que foi enviado para confortá-lo, enquanto ele
trabalhava na terra amaldiçoada pelo pecado. Note que Noé teve muitos irmãos e
irmãs, mas, infelizmente nenhum deles se arrependeu e entrou na Arca.
Verdadeiramente Noé permaneceu solitário em sua fé em Cristo. O capítulo
termina dando os nomes dos três filhos de Noé. Através deste homem a terra foi
repovoada após o dilúvio.
GÊNESIS Capítulo 5 –
Gerações:
Adão era da idade de
130 anos quando Sete nasceu
Adão era da idade de
235 anos quando Enos nasceu
Adão era da idade de
325 anos quando Cainã nasceu
Adão era da idade de
395 anos quando Maalaleel nasceu
Adão era da idade de
460 anos quando Jarede nasceu
Adão era da idade de
622 anos quando Enoque nasceu
Adão era da idade de
687 anos quando Matusalém nasceu
Adão era da idade de
874 anos quando Lameque nasceu
Lameque era da idade
de 56 anos quando Adão morreu. Matusalém e Lameque puderam receber a história
da criação diretamente de Adão. Lameque foi o pai de Noé. Noé foi a décima
geração desde Adão. Matusalém poderia ter passado a história da criação de Adão
para os filhos de Noé, Cão, Sem e Jafé, que eram da idade de 100 anos quando
Matusalém morreu.
O dilúvio ocorreu no
ano 600 da vida de Noé. Da criação de Adão até o dilúvio, se passaram 1656
anos. Noé viveu 350 anos após o dilúvio. Abrão era da idade de 56 anos quando
Noé morreu. Sem viveu 500 anos após o dilúvio. Jacó era da idade de 48 anos
quando Sem morreu.
A história da
criação e o relato do dilúvio poderiam ter vindo desde Adão até Matusalém, de
Matusalém até Sem; e de Sem até Jacó. Os doze filhos de Israel (Jacó) quando
habitaram no Egito, conheciam a história muito bem. Moisés que escreveu o
relato da criação e do dilúvio, pertenceu a terceira geração que estava no
Egito.
A mensagem poderia
ter vindo de Adão até Matusalém, e então para Sem, depois para Jacó, em seguida
para Levi e finalmente até Moisés. Este relato poderia ter chegado até Moisés
vindo de boca em boca desde Adão, caminhando assim através de cinco gerações.
Irmão messias
domingo, 26 de julho de 2015
ROTINA
Manoel Messias Santos
OS ATENDIMENTOS
Os atendimentos. Pais e filhos têm o mesmo dever ou obrigação de atenderem um ao outro quando chamados, dependendo do tempo, da causa e da condição de quem chama, ou está sendo chamado; se por exemplo, quem chamar estiver correndo perigo, tem por obrigação expressar apenas uma palavra: SOCORRO! Porque assim já se sabe que, quem chama não pode esperar por algum motivo; mas, se por desventura o que estiver sendo chamado não puder atendê-lo por um outro motivo superior, e acontecer a quase fatalidade com quem o chama, deve-se nesse caso usar a compreensão mútua; nunca se culpando nem um, nem o outro... Ambos têm que confiarem nas suas próprias lealdades.
Em casos comuns, os filhos têm por obrigação atenderem os pais imediatamente, exceto se tiverem iniciado alguma coisa que por força maior não possam deixar para depois. Quando um pai chama um filho, moralmente deve chgamá-lo, usando naturalmente o seu nome; nunca se deve recorrer aos apelidos, aos aumentativos, nem tampouco aos diminutivos, e isto deve ser posto em prática, desde quando a criança começa entender que tem um nome, especialmente um nome definido; usar um palavrão perante um filho ou qualquer uma outra criança, é tão criminoso tanto quanto virar um copo de cachaça na boca, ou acender um cigarro e ficar polmando à frente dela... é como se isto estivesse sendo feito, displicentemente à beira de um tanque de gasolina.
Os pais não devem morrer de fome ou de sede, só por quererem salvar as vidas dos seus filhos; isso dito assim, se não concluirmos o final do assunto, até se pode achar que seja um desumanismo; mas, o certo é que ninguém deve morrer por ninguém (pois esse ato, foi só e exclusivamente para Jesus Cristo); então quando se trata de pais e filhos, parentes, amigos e até mesmo inimigos; deve-se dividir até o último grão de cereal e a última gôta de água - para todos em igaldade, e vice-versa. Isto, porque todas as vidas humanas têm um mesmo valor.
Quando se é responsável, não se pode, nem se deve guardar sentimentos de culpa, por alguma coisa que não deu certo. Todos os seres humanos têm por necessidade, aprenderem como se adquirir o poder da resignação; exatamente para obterem um êxito melhor, depois de possíveis circunstâncias indesejáveis; pois a consciência de quem cumpre com a responsabilidade, é como a "gema de um diamante", viva sempre limpo e relativamente inatingível.
Quanto aos valores materiais, os filhos abaixo de dezoito anos, não devem egoisticamente esconderem dos pais, mesmo porque até o final dessa idade, serão sempre eles os seus administradores; mas, ao passarem dos dezoito, devem aprender e levarem a sério - um pouco mais das coisas da vida, e anexarem a essas que estão explicitamente aqui, e os pais não deverão exigir mais nada do que os filhos ganharem; nem os filhos devem querer viver às custas dos pais!
... a não ser que as peripécias do destino, também lhe tenham preparado alguma peça como desdita; mas mesmo assim, se esse filho, por desventura for um imobilizado! Sentimentalmente ele não deve ser tratado pelos pais, ou por quem o acercarem, com diferenciação dos outros; porque os paraplégicos, psiquicamente são como qualquer uma outra pessoa, e verá que ele vai se sentir feliz.
Tudo sobre a terra, continua, sendo sempre uma rotina; a existência - periodicamente, permanece entre a vida e a morte! É como se nada pudesse escapar da metamorfose que, também não deixa de ser uma rotina; as águas dos rios e dos mares, misturam-se constantemente, mas depois se separam; os vegetais nascem das sementes sobre a terra, crescem e floram, frutificam-se por várias vezes e depois morrem, talvez para nascerem outras árvores nos seus mesmos espaços, ou quem sabe Deus! Noutros lugares, mesmo sendo já tudo isso transformado novamente em terra.
Tudo, portanto, é uma rotina. Inclusive os fenômenos naturais dos astros... E o Criador de tudo, não discriminou nada, nem especificou ninguém para isentar-se dela; e triste daquele que pensar em se dar bem, sem a sua rotina original, a única vontade excêntrica, sem direito à fuga.
Os atendimentos. Pais e filhos têm o mesmo dever ou obrigação de atenderem um ao outro quando chamados, dependendo do tempo, da causa e da condição de quem chama, ou está sendo chamado; se por exemplo, quem chamar estiver correndo perigo, tem por obrigação expressar apenas uma palavra: SOCORRO! Porque assim já se sabe que, quem chama não pode esperar por algum motivo; mas, se por desventura o que estiver sendo chamado não puder atendê-lo por um outro motivo superior, e acontecer a quase fatalidade com quem o chama, deve-se nesse caso usar a compreensão mútua; nunca se culpando nem um, nem o outro... Ambos têm que confiarem nas suas próprias lealdades.
Em casos comuns, os filhos têm por obrigação atenderem os pais imediatamente, exceto se tiverem iniciado alguma coisa que por força maior não possam deixar para depois. Quando um pai chama um filho, moralmente deve chgamá-lo, usando naturalmente o seu nome; nunca se deve recorrer aos apelidos, aos aumentativos, nem tampouco aos diminutivos, e isto deve ser posto em prática, desde quando a criança começa entender que tem um nome, especialmente um nome definido; usar um palavrão perante um filho ou qualquer uma outra criança, é tão criminoso tanto quanto virar um copo de cachaça na boca, ou acender um cigarro e ficar polmando à frente dela... é como se isto estivesse sendo feito, displicentemente à beira de um tanque de gasolina.
Os pais não devem morrer de fome ou de sede, só por quererem salvar as vidas dos seus filhos; isso dito assim, se não concluirmos o final do assunto, até se pode achar que seja um desumanismo; mas, o certo é que ninguém deve morrer por ninguém (pois esse ato, foi só e exclusivamente para Jesus Cristo); então quando se trata de pais e filhos, parentes, amigos e até mesmo inimigos; deve-se dividir até o último grão de cereal e a última gôta de água - para todos em igaldade, e vice-versa. Isto, porque todas as vidas humanas têm um mesmo valor.
Quando se é responsável, não se pode, nem se deve guardar sentimentos de culpa, por alguma coisa que não deu certo. Todos os seres humanos têm por necessidade, aprenderem como se adquirir o poder da resignação; exatamente para obterem um êxito melhor, depois de possíveis circunstâncias indesejáveis; pois a consciência de quem cumpre com a responsabilidade, é como a "gema de um diamante", viva sempre limpo e relativamente inatingível.
Quanto aos valores materiais, os filhos abaixo de dezoito anos, não devem egoisticamente esconderem dos pais, mesmo porque até o final dessa idade, serão sempre eles os seus administradores; mas, ao passarem dos dezoito, devem aprender e levarem a sério - um pouco mais das coisas da vida, e anexarem a essas que estão explicitamente aqui, e os pais não deverão exigir mais nada do que os filhos ganharem; nem os filhos devem querer viver às custas dos pais!
... a não ser que as peripécias do destino, também lhe tenham preparado alguma peça como desdita; mas mesmo assim, se esse filho, por desventura for um imobilizado! Sentimentalmente ele não deve ser tratado pelos pais, ou por quem o acercarem, com diferenciação dos outros; porque os paraplégicos, psiquicamente são como qualquer uma outra pessoa, e verá que ele vai se sentir feliz.
Tudo sobre a terra, continua, sendo sempre uma rotina; a existência - periodicamente, permanece entre a vida e a morte! É como se nada pudesse escapar da metamorfose que, também não deixa de ser uma rotina; as águas dos rios e dos mares, misturam-se constantemente, mas depois se separam; os vegetais nascem das sementes sobre a terra, crescem e floram, frutificam-se por várias vezes e depois morrem, talvez para nascerem outras árvores nos seus mesmos espaços, ou quem sabe Deus! Noutros lugares, mesmo sendo já tudo isso transformado novamente em terra.
Tudo, portanto, é uma rotina. Inclusive os fenômenos naturais dos astros... E o Criador de tudo, não discriminou nada, nem especificou ninguém para isentar-se dela; e triste daquele que pensar em se dar bem, sem a sua rotina original, a única vontade excêntrica, sem direito à fuga.
Manoel Messias
Santos
CERTAS LEIS IRRESPONSÁVEIS
Certas leis irresponsáveis, não se devia dar ouvidos! Infelizmente, às vezes temos que obedecer o certo e o errado; não por se escolher esta opção; mas, porque o próprio judicio, nos opõe. Mas, procurem educar o pai com a disciplina exemplar que, o filho dificilmente rejeitará os seus modos, e mesmo que mais tarde, Proteste contra alguma norma, ensine-o a refletir o bem, e obviamente - o mal também, para que ele mesmo saiba escolher o seu caminho.
Nunca queira modelar o espírito do ser humano, mesmo que ele seja o seu filho, mesmo porque ele tem de voce - apenas a carne, o sangue e os ossos; portanto, ensine-o a ver os dois lados da moeda, para que aprenda a ganhar, e também a perder se for o caso... Não corra para o entregar o prato feito, pois se tiver que dar-lhe o prato feito, faça-o chegar-lhe à mão, bem lentamente... Porque só assim ele aprenderá como se adquire a mais santa de todas as virtudes, a paciência. Isso é apenas no caso de ter que dar, mais o correto mesmo, é instruí-lo a ter pelo esforço do seu próprio punho.
O desespero da fome e as injustiças sociais, fizeram muitos homens de bem, perderem as suas autoridades paternais, e as mães pela mesma forma; pois a fome e a injustiça trazem o sofrimento e o ódio; e bem poucos são aqueles que sabem separá-los e superá-los, quando precisam falar de amor, ou pregarem a paz. Apesar de tudo, não é só barriga cheia, sombra e água-fresca que faz o homem ser bom, é preciso também ter uma boa conduta, ou pelo menos seja temente à Deus: Porque se o for vazio dessas duas coisas, tudo pode ser o contrário, e em vez de ensinar o filho a se esquivar dos crimes, o induz ao submundo dos mesmos.
Quando um filho observa uma simples revolta do pai, contra alguns dos seus atos, ele ainda releva; mas, quando a revolta é geral sobre os seus predicados, ele se rebela e se amplia... E é aí que entram as leis, exatamente, eliminando a possibilidade, de um possível diálogo entre os dois; pois mesmo que o pai seja do tipo conservador, e queira de qualquer modo que o filho o ouça e o obedeça, sobre o que ele pensar e disser, cabe ao filho ouvi-lo e obedece-lo, até que a sua maioridade chegue; porque certamente esse tipo de pai, se julga correto, e se na verdade nada desabona a sua conduta moral, cujo pai está certo. E para ele é uma questão de orgulho exigir isso, de qualquer um que estiver sobre as suas ordens, ou simplesmente mais perto de sí.
Sabe-se que toda a juventude do mundo, libertou-se em 1960, principalmente a brasileira, a mais nova entre as demais nações; época, em que bem poucos jovens, ficaram sob as dependências psicofísicas dos pais, das mães, (padrastos ou madrastas), tutores ou quaisquer outros tipos de responsáveis; o mundo emancipou-se através da Organização das Nações Unidas, prevalecendo-se nos seus manifestos dos crimes de guerra, alegando sobre pais desnorteados psicologicamente, e outros pelas irresponsabilidades morais, maleficamente praticadas sobre a humanidade.
Na verdade os crimes de violências já existiam, mas, naquele interim, dentro dos contextos de normas, constituídas pelo conselho da onu, e homologadas pelo seu diretor-presidente, quase em unanimidade, elas foram apoiadas pela juventude e obviamente, todas as autoridades do mundo, tiveram que cumpri-las e fazê-los cumprirem; e como todas as legislações, entre elas, estavam diversas leis impensadas sobre a conduta humana, em inúmeras jurisdições do mundo, sem a menor cláusula de revogação, nos casos da disciplina paternal, e o abuso de poder do adolescente; mesmo que o responsável pela família, fosse altamente idôneo no seu equilíbrio moral, imediatamente passaria a ser punido se o impusesse as suas ordens à sua própria família. Logo as leis do estado, através das suas autoridades não o dispensaria do castigo, penalização e, ou das advertências, e com as liberdades juvenis, foram se ampliando em larga escala, até atingirem as libertinagens que, mesmo já existindo, ainda eram, um pouco mais refreadas, e não como essa desordem que até então, se deve a diversas leis e autoridades; exatamente as mesmas que ora tentam reprimi-las, mas, infelizmente é tarde.
Por tanto, meu jovem amigo, se aquele teu pai que o chamas de quadrado, te pedir que manére um pouco mais o seu comportamento, ou o imponhas que não faças qualquer leviandade, não esquenta, pensa um pouco, esfria e ouça-o, pois com certeza, ele só quer o teu bem; e não tenhas dúvida, é bem melhor que a punição daqueles que, te fizeram ver a liberdade de um modo errado, vendando os teus olhos para que não o enxergasses o ensino, de como verdadeiramente usá-la.
Certas leis irresponsáveis, não se devia dar ouvidos! Infelizmente, às vezes temos que obedecer o certo e o errado; não por se escolher esta opção; mas, porque o próprio judicio, nos opõe. Mas, procurem educar o pai com a disciplina exemplar que, o filho dificilmente rejeitará os seus modos, e mesmo que mais tarde, Proteste contra alguma norma, ensine-o a refletir o bem, e obviamente - o mal também, para que ele mesmo saiba escolher o seu caminho.
Nunca queira modelar o espírito do ser humano, mesmo que ele seja o seu filho, mesmo porque ele tem de voce - apenas a carne, o sangue e os ossos; portanto, ensine-o a ver os dois lados da moeda, para que aprenda a ganhar, e também a perder se for o caso... Não corra para o entregar o prato feito, pois se tiver que dar-lhe o prato feito, faça-o chegar-lhe à mão, bem lentamente... Porque só assim ele aprenderá como se adquire a mais santa de todas as virtudes, a paciência. Isso é apenas no caso de ter que dar, mais o correto mesmo, é instruí-lo a ter pelo esforço do seu próprio punho.
O desespero da fome e as injustiças sociais, fizeram muitos homens de bem, perderem as suas autoridades paternais, e as mães pela mesma forma; pois a fome e a injustiça trazem o sofrimento e o ódio; e bem poucos são aqueles que sabem separá-los e superá-los, quando precisam falar de amor, ou pregarem a paz. Apesar de tudo, não é só barriga cheia, sombra e água-fresca que faz o homem ser bom, é preciso também ter uma boa conduta, ou pelo menos seja temente à Deus: Porque se o for vazio dessas duas coisas, tudo pode ser o contrário, e em vez de ensinar o filho a se esquivar dos crimes, o induz ao submundo dos mesmos.
Quando um filho observa uma simples revolta do pai, contra alguns dos seus atos, ele ainda releva; mas, quando a revolta é geral sobre os seus predicados, ele se rebela e se amplia... E é aí que entram as leis, exatamente, eliminando a possibilidade, de um possível diálogo entre os dois; pois mesmo que o pai seja do tipo conservador, e queira de qualquer modo que o filho o ouça e o obedeça, sobre o que ele pensar e disser, cabe ao filho ouvi-lo e obedece-lo, até que a sua maioridade chegue; porque certamente esse tipo de pai, se julga correto, e se na verdade nada desabona a sua conduta moral, cujo pai está certo. E para ele é uma questão de orgulho exigir isso, de qualquer um que estiver sobre as suas ordens, ou simplesmente mais perto de sí.
Sabe-se que toda a juventude do mundo, libertou-se em 1960, principalmente a brasileira, a mais nova entre as demais nações; época, em que bem poucos jovens, ficaram sob as dependências psicofísicas dos pais, das mães, (padrastos ou madrastas), tutores ou quaisquer outros tipos de responsáveis; o mundo emancipou-se através da Organização das Nações Unidas, prevalecendo-se nos seus manifestos dos crimes de guerra, alegando sobre pais desnorteados psicologicamente, e outros pelas irresponsabilidades morais, maleficamente praticadas sobre a humanidade.
Na verdade os crimes de violências já existiam, mas, naquele interim, dentro dos contextos de normas, constituídas pelo conselho da onu, e homologadas pelo seu diretor-presidente, quase em unanimidade, elas foram apoiadas pela juventude e obviamente, todas as autoridades do mundo, tiveram que cumpri-las e fazê-los cumprirem; e como todas as legislações, entre elas, estavam diversas leis impensadas sobre a conduta humana, em inúmeras jurisdições do mundo, sem a menor cláusula de revogação, nos casos da disciplina paternal, e o abuso de poder do adolescente; mesmo que o responsável pela família, fosse altamente idôneo no seu equilíbrio moral, imediatamente passaria a ser punido se o impusesse as suas ordens à sua própria família. Logo as leis do estado, através das suas autoridades não o dispensaria do castigo, penalização e, ou das advertências, e com as liberdades juvenis, foram se ampliando em larga escala, até atingirem as libertinagens que, mesmo já existindo, ainda eram, um pouco mais refreadas, e não como essa desordem que até então, se deve a diversas leis e autoridades; exatamente as mesmas que ora tentam reprimi-las, mas, infelizmente é tarde.
Por tanto, meu jovem amigo, se aquele teu pai que o chamas de quadrado, te pedir que manére um pouco mais o seu comportamento, ou o imponhas que não faças qualquer leviandade, não esquenta, pensa um pouco, esfria e ouça-o, pois com certeza, ele só quer o teu bem; e não tenhas dúvida, é bem melhor que a punição daqueles que, te fizeram ver a liberdade de um modo errado, vendando os teus olhos para que não o enxergasses o ensino, de como verdadeiramente usá-la.
Mas, ainda é tempo de ser bom, ou pelo menos de
melhorar um pouco, basta relaxar e dizer: Pra longe de mim, as desobediências,
contra aqueles que só me querem fazer o bem.
Tente dizer essas palavras, tiradas do fundo do coração, e faças do seu significado a tua nova lei, uma única coisa, te garanto; se assim fizeres, um dia agradecerás a Deus, em nome de nosso Senhor Jesus Cristo, e de todos os pais que, perderam o poder moral sobre os seus filhos, que também por não lhes ouvirem, estão nos jazigos ou presídios. Esqueças a ilusão social e sejas tu mesmo.
Tente dizer essas palavras, tiradas do fundo do coração, e faças do seu significado a tua nova lei, uma única coisa, te garanto; se assim fizeres, um dia agradecerás a Deus, em nome de nosso Senhor Jesus Cristo, e de todos os pais que, perderam o poder moral sobre os seus filhos, que também por não lhes ouvirem, estão nos jazigos ou presídios. Esqueças a ilusão social e sejas tu mesmo.
ROTINA
Manoel Messias Santos
Desejo Sem Reflexão
Os rastros dessa transgressão moral, são as cicatrizes ocultas do próprio estado d'alma do ser humano atingido, porque as enfermidades que o adultério pode trazer à sociedade, são tantas, que em resumo: a única finalidade desse crime, é a morte; Pois o desejo sem reflexões, é o mesmo que uma hiperdosagem cicutinotica, e essa fatalidade poderá ser de um ou de outro, ou senão dos dois; infelizmente dos dois! É triste - mais é assim, e isso é quando não acarreta mais alguém que, muito pouco tenha haver com o despudor desses adultérios.
Homens e mulheres estão sujeitos a impulsos de incitações sexuais inesperadas; mas, isso não quer dizer que sejam obrigados a reatarem uma correspondência amorosa, comparando-se pela igualdade do sentimento, só pelas palavras e pelo desejo do prazer físico, sem respeitarem a omissão que se contorse amargamente nas suas mentes; diante de tudo que lhes possam parecer curriculos de rotina; mas, não são, pois na verdade, é o seu mundo interior, clamando por uma reflexão sincera. Se bem que quando falo de adultério, não estou tão somente me referindo a sexo, mas a todas as formas de ínfimas corrupções
No entanto, quando cuja causa é julgada a revelia, por motivo de qualquer um dos dois, é na verdade um veredito desastroso a ser cumprido por algum deles, ou sem dúvida nenhuma por alguém do seu pertence convivencial, ou conivencial. Em casos de adultério, todas as formas de traições deviam ser litigiosas, tanto para o assediado, como para o sedutor; (corrompido e corruptor). Um por induzir o outro, e o outro por aceitar a indução; porque mesmo sabendo que existem outros, indiretamente ligados ao ato libidinoso deles dois, ou negócio ilícito ou escuso, nada fazem para os defenderem das dores e, ou das mágoas.
Os rastros dessa transgressão moral, são as cicatrizes ocultas do próprio estado d'alma do ser humano atingido, porque as enfermidades que o adultério pode trazer à sociedade, são tantas, que em resumo: a única finalidade desse crime, é a morte; Pois o desejo sem reflexões, é o mesmo que uma hiperdosagem cicutinotica, e essa fatalidade poderá ser de um ou de outro, ou senão dos dois; infelizmente dos dois! É triste - mais é assim, e isso é quando não acarreta mais alguém que, muito pouco tenha haver com o despudor desses adultérios.
Homens e mulheres estão sujeitos a impulsos de incitações sexuais inesperadas; mas, isso não quer dizer que sejam obrigados a reatarem uma correspondência amorosa, comparando-se pela igualdade do sentimento, só pelas palavras e pelo desejo do prazer físico, sem respeitarem a omissão que se contorse amargamente nas suas mentes; diante de tudo que lhes possam parecer curriculos de rotina; mas, não são, pois na verdade, é o seu mundo interior, clamando por uma reflexão sincera. Se bem que quando falo de adultério, não estou tão somente me referindo a sexo, mas a todas as formas de ínfimas corrupções
No entanto, quando cuja causa é julgada a revelia, por motivo de qualquer um dos dois, é na verdade um veredito desastroso a ser cumprido por algum deles, ou sem dúvida nenhuma por alguém do seu pertence convivencial, ou conivencial. Em casos de adultério, todas as formas de traições deviam ser litigiosas, tanto para o assediado, como para o sedutor; (corrompido e corruptor). Um por induzir o outro, e o outro por aceitar a indução; porque mesmo sabendo que existem outros, indiretamente ligados ao ato libidinoso deles dois, ou negócio ilícito ou escuso, nada fazem para os defenderem das dores e, ou das mágoas.
Enfim, esse é um dos demais vexames que exacerbam a
vergonha desmoralizada dentro da conduta humana; quando isso intercala-se em
família, nem sempre se fala em juiz ou qualquer outro fórum... por que? Porque
tudo pode se resolver num perdão, mas quando os sangues não se revezam, nem o
perdão é capaz de sobreviver.
Infelizmente a injustiça e o ódio, são deveras assim... mas o perdão, não! Esse tipo de juiz não admite pena, mesmo para os omissos na veracidade das causas; contanto que não ultrapassem a terceira ordem, porque afora esse limite não há mais anistia; e sim, um veredito perpétuo, pela inflexibilidade de um júri, irrevogavelmente homologado por um juiz, em deferimento, como reclusão indefinida. *** A delinquência do crime de adultério, é mais frequente no meio feminino, não porque ele seja mais volúvel do que o masculino; mais porque as mulheres sonham mais que os homens, e as suas fantasias, são totalmente indefesas.
A mulher desde ainda muito criancinha, habitua-se muito à maternidade através da mãe, e dificilmente memoriza os momentos desagradáveis dos pais, quando eles sabem se perdoar; logo aí ela prefere herdar um pouco do sistema subalterno da mãe, ... uma espécie de jogo emocional!
Mas nem sempre se realiza mais assim, porque as mulheres começaram a se interessar um pouco mais pela psicologia humana, e daí acharam que, quem trabalha fora, para manter ou contribuir na despesa de casa, tinha uma certa regalia como alternativa de autoridade paternal; e então deram partida para a concorrência profissional... Muitas ganharam, muitas perderam; muitas foram! Mas, algumas ficaram, e são nessas que as filhas por mais rebeldes que sejam, se refletem; elas passam tempo a fio, observando o cuidado maternal referente a sí mesmas; daí as intuições de mãe se apoderam literalmente das suas mentes, e dos seus hormônios de feminilidade, ao ponto de biologicamente se contagiar por completo com essa substância química, auto suficiente, criada pelo seu próprio organismo... e com o decorrer dos tempos, conforme o seu estado psicofísico, vão também se desenvolvendo os seus sonhos de ser mãe, assim como quaisquer outras mulheres que as admirem e as respeitem nesse mesmo sentido.
Na verdade, a procriação é um encanto para quem ama a vida, mas, é uma ilusão triste para todos aqueles que apenas fingem; e quando se deparam com as primeiras dificuldades, abandonam as suas responsabilidades de pai, ou de mãe.
Então, juntamente com esses sonhos, nascem também as fantasias do amor; e muitas vezes vem também a vingança, o ódio, ou simplesmente as artimanhas do interesse próprio, ... coisa muito pessoal que, só mesmo os delinquentes dessa contravenção moral, podem dar uma definição correta desse tipo de carácter.
Infelizmente a injustiça e o ódio, são deveras assim... mas o perdão, não! Esse tipo de juiz não admite pena, mesmo para os omissos na veracidade das causas; contanto que não ultrapassem a terceira ordem, porque afora esse limite não há mais anistia; e sim, um veredito perpétuo, pela inflexibilidade de um júri, irrevogavelmente homologado por um juiz, em deferimento, como reclusão indefinida. *** A delinquência do crime de adultério, é mais frequente no meio feminino, não porque ele seja mais volúvel do que o masculino; mais porque as mulheres sonham mais que os homens, e as suas fantasias, são totalmente indefesas.
A mulher desde ainda muito criancinha, habitua-se muito à maternidade através da mãe, e dificilmente memoriza os momentos desagradáveis dos pais, quando eles sabem se perdoar; logo aí ela prefere herdar um pouco do sistema subalterno da mãe, ... uma espécie de jogo emocional!
Mas nem sempre se realiza mais assim, porque as mulheres começaram a se interessar um pouco mais pela psicologia humana, e daí acharam que, quem trabalha fora, para manter ou contribuir na despesa de casa, tinha uma certa regalia como alternativa de autoridade paternal; e então deram partida para a concorrência profissional... Muitas ganharam, muitas perderam; muitas foram! Mas, algumas ficaram, e são nessas que as filhas por mais rebeldes que sejam, se refletem; elas passam tempo a fio, observando o cuidado maternal referente a sí mesmas; daí as intuições de mãe se apoderam literalmente das suas mentes, e dos seus hormônios de feminilidade, ao ponto de biologicamente se contagiar por completo com essa substância química, auto suficiente, criada pelo seu próprio organismo... e com o decorrer dos tempos, conforme o seu estado psicofísico, vão também se desenvolvendo os seus sonhos de ser mãe, assim como quaisquer outras mulheres que as admirem e as respeitem nesse mesmo sentido.
Na verdade, a procriação é um encanto para quem ama a vida, mas, é uma ilusão triste para todos aqueles que apenas fingem; e quando se deparam com as primeiras dificuldades, abandonam as suas responsabilidades de pai, ou de mãe.
Então, juntamente com esses sonhos, nascem também as fantasias do amor; e muitas vezes vem também a vingança, o ódio, ou simplesmente as artimanhas do interesse próprio, ... coisa muito pessoal que, só mesmo os delinquentes dessa contravenção moral, podem dar uma definição correta desse tipo de carácter.
Manoel Messias Santos
O
ADULTÉRIO RELIGIOSO SOBRE A FÉ
O adultério religioso sobre a fé de qualquer um inocente, não devia ficar só e unicamente a critério das normas da igreja, mas, também está embuido como crime de desabono moral, entre as demais leis comuns do código penal brasileiro, sujeitas a reclusões, julgamentos e pena como qualquer outra... E tudo isso é na verdade uma pena, porque ainda existem tantas e tantas igrejas, burlando o amor e a fé de enormes levas de adeptos, através do evangelho; usando a palavra de Deus nas Escrituras da bíblia, para ludibriarem socialmente os humanos , principalmente a sociedade cristã!
O adultério religioso sobre a fé de qualquer um inocente, não devia ficar só e unicamente a critério das normas da igreja, mas, também está embuido como crime de desabono moral, entre as demais leis comuns do código penal brasileiro, sujeitas a reclusões, julgamentos e pena como qualquer outra... E tudo isso é na verdade uma pena, porque ainda existem tantas e tantas igrejas, burlando o amor e a fé de enormes levas de adeptos, através do evangelho; usando a palavra de Deus nas Escrituras da bíblia, para ludibriarem socialmente os humanos , principalmente a sociedade cristã!
Na verdade, o maior interesse da maioria delas, no
entender procedencioso dos seus ministros, não é adquirirem a paz, ou pelo
menos o bem está, para os fiéis sofridos que as procuraram nos seus momentos de
desespero, e sim para obterem dinheiro, joias, móveis, imóveis, títulos-de-valores,
e muitas outras coisas aquem da boa fé de quem crer; menos a tranquilidade
espiritual desse povo, através de um bom ensino evolutivo, moralmente adequado.
Um adultério religioso sobre a fé de um fiel inocente, não deveria nem ser um crime afiançável, enquanto que na verdade nem é considerado um crime. Só que em tempo e lugar nenhum, isso pode ou deve deixar de ser um crime; se é que ainda pode-se esperar por alguma justiça para esse tipo de gente que, infelizmente ainda continua sofrida.
Um adultério religioso sobre a fé de um fiel inocente, não deveria nem ser um crime afiançável, enquanto que na verdade nem é considerado um crime. Só que em tempo e lugar nenhum, isso pode ou deve deixar de ser um crime; se é que ainda pode-se esperar por alguma justiça para esse tipo de gente que, infelizmente ainda continua sofrida.
O mundo está perdido no sentido humano, ou seja: o
sentido humano está perdido no mundo; principalmente, quando alguém impressiona
a massa, porque autoridade nenhuma é capaz de reter a decisão do povo,
quando aprovada por sí mesmo, mediante uma escolha seletiva.
- Assim como também a sua santidade "o
papa", acha-se muitas vezes obrigado a aprovar mudanças de certas formas
inesperadas dentro do clero; Sabe-se muito bem que tudo isso, não é porque ele
seja o autor-intelectual dessas mudanças, e sim a maioria celibataria do
clero que, coagida pela pressão dos fiéis de cada paróquia. Nenhum líder
tem como se esquivar de reivindicações, porque são elas, as verdadeiras
formas para forçá-los a qualquer reforma, ou aquisição.
Pois a diocese e arquidiocese visam mudanças, mas, nem todas pretendem aprová-las para o seu modo de ser e de agir; mas, os seus fiéis militantes, quase sempre idealizam, promovem, e aprovam dinâmicas que nem às vezes são procedentes de pessoas de uma mesma ordem!
Mas, como os fiéis da sociedade cristã se acham com esse direito, começam a exigirem dos párocos, que assim seja feito e os efeitos dessas reivindicações vão direto ao Conselho dos Bispos, e de lá se aprovados tomam reforço de reaprovações internacionais, e por fim quando esses trâmites são feitos desde a fonte até o Vaticano, (Centro do império da Idolatria irreversível), não há mais como sua santidade recusá-las, ou simplesmente desaprová-las. E por esse mesmo âmbito, acontecem as mudanças de um país, conforme a maioria do meio de uma sociedade civil, pressionando quem se diz representá-la; sim, porque as Forças Armadas, aonde existe uma democracia, elas têm que apoiarem as opções do povo, desde que elas não sejam subversivas e sim, proveitosas para o país e transparentemente úteis para a nação.
Tá certo que quando se trata de melhoria entre o povo e o governo, claro que a balbúrdia não é desse mundo! ... todos sabem o por quê dessas discordâncias, e por isso mesmo o povo deveria e, ou deve se educar para exterminá-las; lutando pela derrubada de cada plenário pelo país afora, e removendo pela raiz, direitos-caducos-de-constituições-mortas; cadeiras, cargos, e remunerações escandalosas em cada câmara municipal; inclusive a ociosidade de executivos e judiciários, como também fiscalizar, através de auditoria o monopólio dessas estatais que tem as suas autarquias, retidas em punhos hereditários. Aí então os desperdícios e as concentrações de recursos que, podem ser contornados à economia do país, e revertidos em benefício do seu próprio povo.
Pois a diocese e arquidiocese visam mudanças, mas, nem todas pretendem aprová-las para o seu modo de ser e de agir; mas, os seus fiéis militantes, quase sempre idealizam, promovem, e aprovam dinâmicas que nem às vezes são procedentes de pessoas de uma mesma ordem!
Mas, como os fiéis da sociedade cristã se acham com esse direito, começam a exigirem dos párocos, que assim seja feito e os efeitos dessas reivindicações vão direto ao Conselho dos Bispos, e de lá se aprovados tomam reforço de reaprovações internacionais, e por fim quando esses trâmites são feitos desde a fonte até o Vaticano, (Centro do império da Idolatria irreversível), não há mais como sua santidade recusá-las, ou simplesmente desaprová-las. E por esse mesmo âmbito, acontecem as mudanças de um país, conforme a maioria do meio de uma sociedade civil, pressionando quem se diz representá-la; sim, porque as Forças Armadas, aonde existe uma democracia, elas têm que apoiarem as opções do povo, desde que elas não sejam subversivas e sim, proveitosas para o país e transparentemente úteis para a nação.
Tá certo que quando se trata de melhoria entre o povo e o governo, claro que a balbúrdia não é desse mundo! ... todos sabem o por quê dessas discordâncias, e por isso mesmo o povo deveria e, ou deve se educar para exterminá-las; lutando pela derrubada de cada plenário pelo país afora, e removendo pela raiz, direitos-caducos-de-constituições-mortas; cadeiras, cargos, e remunerações escandalosas em cada câmara municipal; inclusive a ociosidade de executivos e judiciários, como também fiscalizar, através de auditoria o monopólio dessas estatais que tem as suas autarquias, retidas em punhos hereditários. Aí então os desperdícios e as concentrações de recursos que, podem ser contornados à economia do país, e revertidos em benefício do seu próprio povo.
Manoel Messias Santos
AS DUAS FACES DO BRASIL
As duas faces do Brasil, desde 1587 - quando
o pesquisador Gabriel Soares publicou o tratado descritivo do Brasil em Lisboa;
catalogou-se um grande acervo de documentos importantes, dentre eles, um pouco
mais de (200) duzentos anos depois, se encontrava uma publicação de José
Bonifácio, intitulada "Memórias Sobre Os Diamantes Do Brasil",
publicada na França; e daí para cá o brasileiro que, obviamente ainda é o
índio, não teve mais um minuto sequer da sua ex, e tão merecida privacidade.
Fernão Dias, Borba Gato e até o Marechal Rondon,
afora centenas de outros expedicionários, em suas diversas explorações; e
enquanto isso, despiram o Brasil para o mundo inteiro... E lá se vem as
emigrações italianas para a labuta do café, e assim começou: De todos
os lados da terra chegava gente, e como se não bastasse! De quinze em quinze
dias, atracavam navios repletos de escravos; trazidos de todos os lados,
especialmente da África.
... E daí veio a nossa miscigenação, cujo produto dessa imensa mistura o chamaram de brasileiro;
portanto, plastas e células que constituem o sangue das nossas veias, é o
resultante de muitas raças... Inclusive de várias realezas, indígenas e
africanos escravizadas. Um verdadeiro coquetel de instintos e convicções
humanas.
Daí, dar para se entender um pouco - a atitude do
(27º) vigésimo sétimo rei de Portugal, quando no Brasil, precisamente em São
Paulo e à beira do Ipiranga, gritou: Independência ou morte!
Reacendendo-se o mesmo tipo de defesa, (30) trinta anos depois pelo seu próprio
filho, investindo contra Rosas e Oribe; pois não era esse o regime que,
desde o começo o Brasil desejava.
E aproximadamente (35) trinta e cinco anos mais
tarde, sua filha Izabel aboliu definitivamente a escravatura, e no ano seguinte
o Marechal Manuel Deodoro da Fonseca proclamou a república, e através do
congresso foi eleito presidente; embora, já sendo o governo provisório; e aí
começou a dupla visão política, através de Peixoto, (o marechal maçom), até
1930.
Daí em diante a peteca caiu nas mãos do gaúcho Getúlio
Dornelles Vargas, em seu governo provisório nomeou interventores, dissolveu o
congresso, criou ministérios e dotou o país de uma legislação trabalhista; essa
atitude de Dornelles desagradou muita gente, inclusive o general Góis.
Entre 1933 e 1934, foi elaborada a Carta Política
pela Assembleia Constituinte, e o país voltou ao regime constitucional; mas o
velho advogado teve que enfrentar dois perigosos levantes, dentro de (2)dois
anos...
Primeiro, o dos comunistas em 1935, e segundo o
integralista de Plínio Salgado em 1937; então, Dornelles no seu golpe de
estado, instituiu no país um estado novo, e a sua nova constituição foi
elaborada pelo jurista Francisco Campos, e permaneceu na presidência até 1945;
pressionado pelo povo, remodelou a legislação, declarou guerra, criou
institutos e ainda convocou eleições.
Mas foi deposto antes pelas Forças Armadas; mais
mesmo assim, jamais permitiu que facções antidemocráticas, prevalecessem no
Brasil.
Cinco anos depois, foi eleito à Presidência da
República por (14) quatorze estados; este seu governo criou a Petrobrás, a
Eletrobrás e em agosto de 1954 suicidou-se, como prova de renúncia
perpétua e eterna.
Em seu testamento existia um bilhete que dizia:
"Deixo à sanha de meus inimigos o legado de
minha morte". E entre todas as palavras de vítimas da violência
brasileira, há sempre a voz da injustiça e o tom do amor fraterno, pelo
patriotismo que se tem. Mas isso não é tudo para se esquecer uma década.
Em 1964, os generais voltaram; primeiro o Marechal
Humberto de Alencar Castelo Branco, e em seguida, foram mais (26) vinte e seis anos de
repressão; aí sim! Não foi um regime totalitário, mais foi uma ditadura acima
de tudo militar, aonde asfixiam-se as disciplinas civis, e não há sangue
miscigenado que resista isso por muito tempo, mesmo porque o autoritarismo nos
fez arrepiar os pelos, enrijecer os músculos e tremer a mente; não sei se
exatamente para tudo isso possa existir uma razão formal; Um motivo e uma
exatidão correta... A única coisa que se sabe,
e que talvez até possa se encaixar nisso, é que quando uma família, ou
um grupo, uma comunidade ou um distrito, um município ou um estado, ou até
mesmo um país não cumprem as ordens superiores, a tendência das pessoas nos
redutos dessas jurisdições, é revolucionarem entre sí, centenas e centenas de
ideologias próprias; num verdadeiro jogo de arena, aonde cada grupo tem a sua
torre de babel, para transmitir a sua própria desordem!
Isso quer dizer que, ninguém quer respeitar ninguém
através das leis; ou nem mesmo pela própria razão de ser. O que na verdade não
é bom.
Agora, o verdadeiro
mal desse regime, é a concentração de poder que, quando muito se subdivide, mas
sempre fica sob a custódia autoritária de oficiais; totalmente ineficiente no
que diz respeito ao tratamento em massa; pois nem só austeridade pode ser
gritada nos ouvidos do povo, principalmente quando ele sente que o seu governo
começa usar o abuso do poder.
A
ROTINA
Manoel Messias
Santos
Prevaricação e
Adultério
Conforme a igreja cristã, na sã doutrina dos apóstolos, e o código penal brasileiro, a prevaricação é um pecado; um erro ou um crime, contra a vítima de parceria marital, ou concumbinato; caso tenha sido feito o pácto de firmação existencial dessas pessoas, no sentido psicofísico, perante o público e à frente de testemunhas idôneas; celebrado por uma autoridade civil, evangélica, mística, eclesiástica, ou militar; cujo delito é considerado um crime, e pela constituição brasileira deve ser punido como qualquer um outro crime; tanto faz ser praticado ilegalmente por um, como pelo outro.
Segundo a razão de todos os fatos dessa natureza, o adultério é um pecado como diz a bíblia, um erro como diz a massa popular, e um crime como diz o código penal... e além disso, acima de tudo! Uma sem-vergonhice para os conservadores que, às vezes simplesmente se escondem por trás de uma dolorosa e falsa moral; e por incrível que pareça! Mas, ele é de origem santa, mesmo que ele nos se apresente com cara e atitudes de demônio.
O seu conceito é desagradável porque se refere a desconfiança e a falsidade, só que essa visão de deslealdade - é como se apenas, se apresentasse a cobertura do que tem de mais belo e puro dentro de um corpo; nesse caso, ele se manifesta pelo desejo, e se nutre por se tornar um caso, (ato profano, com adesões pra morte)! No conceito de se revelar quem o é.
Conforme a igreja cristã, na sã doutrina dos apóstolos, e o código penal brasileiro, a prevaricação é um pecado; um erro ou um crime, contra a vítima de parceria marital, ou concumbinato; caso tenha sido feito o pácto de firmação existencial dessas pessoas, no sentido psicofísico, perante o público e à frente de testemunhas idôneas; celebrado por uma autoridade civil, evangélica, mística, eclesiástica, ou militar; cujo delito é considerado um crime, e pela constituição brasileira deve ser punido como qualquer um outro crime; tanto faz ser praticado ilegalmente por um, como pelo outro.
Segundo a razão de todos os fatos dessa natureza, o adultério é um pecado como diz a bíblia, um erro como diz a massa popular, e um crime como diz o código penal... e além disso, acima de tudo! Uma sem-vergonhice para os conservadores que, às vezes simplesmente se escondem por trás de uma dolorosa e falsa moral; e por incrível que pareça! Mas, ele é de origem santa, mesmo que ele nos se apresente com cara e atitudes de demônio.
O seu conceito é desagradável porque se refere a desconfiança e a falsidade, só que essa visão de deslealdade - é como se apenas, se apresentasse a cobertura do que tem de mais belo e puro dentro de um corpo; nesse caso, ele se manifesta pelo desejo, e se nutre por se tornar um caso, (ato profano, com adesões pra morte)! No conceito de se revelar quem o é.
Entre todas as suas
atitudes estão aquelas que se consideram neutras, e indispostas a tomarem
qualquer um dos demais rumos, que a sua liberdade os apontar.
Quando o episódio tem como personagem um homem, não importa que ele seja solteiro, jovem, bonito ou feio, casado ou amasiado; o que conta nesse desfecho moral, é a sua masculinidade que, na verdade vai ser completamente vã, porque o seu todo é composto de um machismo desenfreado pela culpa e pela liberdade de ter existido em tempo hábil,
Quando o episódio tem como personagem um homem, não importa que ele seja solteiro, jovem, bonito ou feio, casado ou amasiado; o que conta nesse desfecho moral, é a sua masculinidade que, na verdade vai ser completamente vã, porque o seu todo é composto de um machismo desenfreado pela culpa e pela liberdade de ter existido em tempo hábil,
confundindo-se à
ilegalidade do feminismo que o procriou, e o fez desenvolver-se no acaloramento
das suas próprias ilusões; nenhum dos seus momentos, merece ser aplaudido pelo
bom senso, mesmo porque os seus instrumentos são mundanos, e completamente
inadequados à vivência moral.
Desse tipo de amor doentio e maleficente, milhares de possibilidades podem nutrir, ou matar os seus promotores, mesmo usufruindo, ou desfrutando desses momentos que supõe serem os melhores de suas existências; Pois assim como d’ali nasce o amor, o ódio também não deixa de proceder e proliferar, dessa mesma fonte; E é claro que os dois se comprimem pelo mesmo espaço, no decorrer de um tempo mínimo.
Desse tipo de amor doentio e maleficente, milhares de possibilidades podem nutrir, ou matar os seus promotores, mesmo usufruindo, ou desfrutando desses momentos que supõe serem os melhores de suas existências; Pois assim como d’ali nasce o amor, o ódio também não deixa de proceder e proliferar, dessa mesma fonte; E é claro que os dois se comprimem pelo mesmo espaço, no decorrer de um tempo mínimo.
Basta se ver que
dois polos opostos, estão constantemente em jogo, tanto pela disputa do prazer
e da vingança, como pela ilusão do interesse.
Nenhum homem ou mulher de sã consciência, submete-se a esse tipo de experiência arriscada, sem saber que de um modo ou de outro, mais tarde, vai ter que pagar um certo tributo, através da carne, ou do espírito. Há quem desacredite nesse tipo de débito, mas, quem tiver dúvida sobre ele, faça uma retrospectiva na sua fita sentimental, e não esqueça também de rever o seu passado físico, se não teve esse tipo de aventura, por favor, jamais procure tê-la; só para afirmar o que estou dizendo.
Nenhum homem ou mulher de sã consciência, submete-se a esse tipo de experiência arriscada, sem saber que de um modo ou de outro, mais tarde, vai ter que pagar um certo tributo, através da carne, ou do espírito. Há quem desacredite nesse tipo de débito, mas, quem tiver dúvida sobre ele, faça uma retrospectiva na sua fita sentimental, e não esqueça também de rever o seu passado físico, se não teve esse tipo de aventura, por favor, jamais procure tê-la; só para afirmar o que estou dizendo.
A verdade é que
esse delito, quase sempre é praticado por diversos motivos, tais como:
interesse pelo poder aquisitivo, diretamente ou através da arte, ou da
influência; vingança; insatisfação, ou até mesmo carência; tudo é relativo quando
se trata de sexo, com exceção de estupros, e masturbações... um por ser
devidamente alheio, e o outro por ser intimamente próprio; o certo é que,
nenhum deles pode ser correto; porque o espírito pode até liberar o seu corpo
para os atos libidinosos; mas ele mesmo fica profundamente amargo e triste,
porque nenhum motivo puramente honesto, justifica a qualificação desse erro,
perante o juramento, ou qualquer outro pacto que, tenha sido feito em nome da
fidelidade.
Qualquer um pode e deve se esquivar do crime, e não adianta dizer que só passou a ser um delinquente, porque alguém o obrigou a ser; isso não!
Qualquer um pode e deve se esquivar do crime, e não adianta dizer que só passou a ser um delinquente, porque alguém o obrigou a ser; isso não!
Sabe-se que
atualmente a marginalidade ainda continua contaminando toda a face da terra.
Mas, nem por isso se é obrigado por um criminoso, a ser um delinquente
também.
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